quinta-feira, 14 de maio de 2026

2 erros cruciais da resistência ao globalismo

Existem 2 erros que estão a tornar a resistência mundial ao globalismo, por parte de populações, de instituições e de indivíduos, ineficaz:
 
⬝ descrever deficientemente o que está a acontecer
tratar cada caso de forma isolada
 
Ao descrever deficientemente o que está a acontecer, abro as portas para a ridicularização da minha pessoa e para a eficaz contra-argumentação do sistema, permitindo, assim, que este esteja sempre vários passos à minha frente no debate, na argumentação, na acusação e na defesa. No movimento de observação, descrição e resistência ao globalismo, é essencial saber descrever a ditadura tecno-social que está a ser instaurada no mundo, tanto nos seus aspectos mais práticos, materialistas e institucionais, como na sua ideologia e nos movimentos mais subjectivos - como, p.ex., a engenharia social.
 
Ao tratar cada caso de forma isolada, descontextualiza-o da avalanche de novos modos de ser e fazer e de novos mecanismos digitais que estão a ser instaurados no micro-cosmos social, como parte do novo modelo civilizacional de controle tecno-social absoluto.
 
Existe uma agenda comum entre as coisas que o complexo de governança corporativa e institucional está a fazer e a instaurar em termos locais, regionais, nacionais e internacionais e só a correcta descrição do que está a acontecer pode ter sucesso no debate, na argumentação, na acusação e na defesa da resistência local e mundial contra tamanho mal.
 
Obviamente que esta caminhada complica-se perante o facto do sistema... 

estar a ser administrado por psicopatas cínicos
ter muito maior força-armada do que a população 
e se quiser (e quer e é o que já está a fazer!) impôr a sua vontade
 
O inédito nos tempos modernos - pelo menos, dentro da memória distorcida que tenho - é a quantidade de pessoas já a conseguir descrever com precisão o que está a acontecer e a tratar cada caso como uma parte da instauração mundial do novo sistema de ditadura e de controle tecno-social absolutista, internacional e institucionalmente centralizado.

Alguma vez estivemos tão perto de ter uma massa crítica de pessoas a vêr o que está a acontecer?

Alguma vez estivemos tão perto de ter uma massa crítica de pessoas capazes de descrevêr com precisão o que está a acontecer?

E será que já não chegamos nesta massa crítica e só ainda não nos apercebemos disto, porque ainda não saímos de casa e nos encontramos?

Alguma vez o sistema pré-viu a possibilidade de ser pacificamente confrontado por uma massa crítica de inteligências unidas, onde a massa deixa de ser massa em cada indivíduo vivo, presente e suficientemente desperto para explicar o que está a acontecer?
 
Por isso é que eles querem controlar a internet: aqui, nós encontramo-nos, trocamos informações e percepções e construímos, cada um em si mesmo e o melhor que pode, o mapa da realidade: onde, na nossa vida diária, encontramos pessoas para ter este tipo de conversas e estudos? Maior parte de nós, na sua realidade física, vive mentalmente isolado neste tipo de assuntos e pensamentos: é na internet que encontramos afins. Imaginem estes afins, que já se descobriram uns aos outros, começarem a viajar para se encontrarem, conhecerem pessoalmente e determinar acções concretas visando parar a instauração da ditadura... quantos seremos? O que faremos? Quantos mais chamaremos? Quais os resultados?

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