segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Crianças não vacinadas são mais saudáveis ​​do que as vacinadas - IPAK


Mais uma tradução-parcial CDS de um estudo mostrando o impacto negativo das vacinas na saúde das crianças e das pessoas em geral. A quantidade de estudos com resultados idênticos é imensa e fica inviável trazê-los todos no CDS. Quantos mais estudos precisam os Estados, as corporações farmacêuticas e as instituições sanitaristas nacionais e internacionais, para admitir os malefícios das vacinas?

Artigos CDS

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Resumo

Realizamos uma análise retrospectiva abrangendo 10 anos de prática pediátrica focada em pacientes com históricos vacinais variados atendidos na clínica, o que proporcionou uma oportunidade única de estudar os efeitos da variação na vacinação sobre os desfechos de saúde. Comparou-se, entre os grupos, a incidência total média de consultas médicas faturadas associadas a determinados desfechos (Incidência Relativa de Consultas Médicas - RIOV). Demonstrou-se que a RIOV é uma métrica mais robusta do que a razão-de-chances de diagnósticos. Foram realizadas análises da coorte completa e da incidência cumulativa, com pareamento por dias de assistência e por histórico familiar, distribuídas em quantis de adesão à vacinação. O aumento nas consultas médicas associado a diversos diagnósticos manteve-se consistente mesmo após ajustes para dias de assistência, histórico familiar, sexo, faixa etária e risco de falso positivo. Muitos desfechos apresentaram razões de chances elevadas na métrica RIOV após o pareamento por dias de assistência (ex.: anemia [6.334], asma [3.496], rinite alérgica [6.479] e sinusite [3.529], todos estatisticamente significativos pelo teste Z). Verificou-se que os transtornos do desenvolvimento eram de difícil estudo devido à prevalência extremamente baixa na clínica, o que pode ser atribuído às altas taxas de interrupção da vacinação após eventos adversos e ao histórico familiar de autoimunidade. Notavelmente, nenhum dos 561 pacientes não vacinados do estudo apresentava transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), em comparação com 0,063% dos pacientes vacinados (parcial, ou totalmente). As implicações desses resultados para os efeitos líquidos da vacinação em toda a população na saúde pública, bem como para a questão do consentimento informado, são contundentes. Nossos resultados reforçam a necessidade de pesquisas conduzidas por profissionais independentes de quaisquer fontes de financiamento ligadas à indústria de vacinas. Embora as baixas taxas de transtornos do desenvolvimento tenham impedido a realização de testes de hipóteses com poder estatístico suficiente, é importante notar que a taxa geral de transtorno do espectro autista (0,84%) na coorte equivale à metade da taxa nacional dos EUA (1,69%). A taxa de TDAH em toda a clínica foi aproximadamente metade da taxa nacional. Os dados indicam que as crianças não vacinadas atendidas na clínica não apresentam pior estado de saúde do que as vacinadas; de fato, os resultados globais sugerem que os pacientes pediátricos não vacinados desta clínica são, de modo geral, mais saudáveis ​​do que os vacinados.

Introdução 

As vacinas são amplamente consideradas seguras e eficazes pela comunidade médica e constituem parte integrante do atual sistema médico americano. Embora os benefícios da vacinação tenham sido estimados em numerosos estudos, os impactos negativos e inespecíficos das vacinas na saúde humana não foram bem estudados. Mais recentemente, constatou-se que existem variações nas respostas individuais às vacinas, diferenças nos perfis de segurança entre vacinas vivas e inativadas, e que a administração simultânea de vacinas vivas e inativadas pode estar associada a desfechos desfavoráveis. Não foram publicados estudos que relatem os desfechos globais decorrentes da vacinação, nem o aumento, ou a diminuição, do total de infecções em indivíduos vacinados.

Os ensaios clínicos de vacinas realizados antes do licenciamento não conseguem detectar desfechos de longo prazo, uma vez que os períodos de avaliação de segurança após a administração são, tipicamente, de 42 dias, ou menos. A ciência sobre a segurança das vacinas a longo prazo baseia-se em estudos de vigilância pós-comercialização que utilizam bancos de dados como o Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS) - gerido pela Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA - e a Rede de Dados sobre Segurança de Vacinas (VSD). O VAERS é um sistema de notificação passiva no qual, segundo Ross (2011), "menos de 1% dos eventos adversos relacionados a vacinas são notificados". A Rede de Dados sobre Segurança de Vacinas (VSD) pode, em princípio, segundo o Instituto de Medicina (IOM, 2013), ser utilizado para comparar desfechos entre crianças vacinadas e não vacinadas. Com base na recomendação do IOM, o CDC publicou, em 2016, um documento técnico (CDC, 2016; Glanz et al., 2016) sobre o estudo da segurança do calendário de vacinação pediátrica recomendado pela instituição. Infelizmente, até o momento, não foram publicados estudos que comparem uma variedade de desfechos entre crianças vacinadas e não vacinadas utilizando o VSD.

Existem limitações sérias inerentes aos estudos de segurança de vacinas a longo prazo, tal como são realizados atualmente. Os estudos de segurança pós-licenciamento geralmente empregam um modelo de análise do tipo "N vs. N+1", ou seja, comparam crianças totalmente vacinadas com crianças totalmente vacinadas, exceto pela ausência de uma única vacina. Apesar dos relatos de aumento na interrupção da vacinação, praticamente nenhum dos estudos de segurança pós-licenciamento incluiu comparações com grupos totalmente não expostos a vacinas. Existem alguns estudos independentes (não realizados pelo CDC) que compararam desfechos entre crianças vacinadas e não vacinadas. Um pequeno estudo baseado em questionários com 415 famílias que praticavam o ensino domiciliar, realizado por Mawson et al. (2017), comparou crianças vacinadas com crianças totalmente não vacinadas e relatou um risco aumentado de vários diagnósticos entre as vacinadas, incluindo (condição, aumento em vezes): 

rinite alérgica (30,1)
dificuldades de aprendizagem (5,2)
transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) (4,2)
autismo (4,2)
transtornos do neurodesenvolvimento (3,7)
eczema (2,9) 
doenças crônicas (2,4)

O risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento pareceu ser maior em casos de nascimento prematuro. Um estudo da Alemanha (Schmitz et al., 2011) não relatou aumento de desfechos adversos, exceto pela atopia.

Uma limitação de ambos os estudos é que eles se basearam em questionários respondidos pelos pais e ambos apresentaram um grupo não exposto pequeno. Uma limitação adicional no estudo alemão é que a criança era classificada como não exposta a vacinas mesmo que tivesse recebido vacinas contra varicela, rotavírus, pneumococo, meningococo, influenza e/ou outras; portanto, o estudo não representa uma comparação direta entre "vacinados e não vacinados". Estudos sobre a vacina contra difteria, coqueluche e tétano (DTP) que incluíram um grupo não exposto constataram um risco aumentado de mortalidade (Mogensen et al., 2017) e asma (McDonald et al., 2008) no grupo exposto à vacina. Gallagher e Goodman (2008) relataram um aumento na incidência de TEA (Transtorno do Espectro Autista) em um grupo exposto à vacina contra hepatite B. Estudos financiados pela indústria farmacêutica, ou conduzidos pelo CDC, tendem, geralmente, a não encontrar danos associados à vacinação, enquanto estudos realizados sem financiamento da indústria farmacêutica frequentemente identificaram danos.

Hooker e Miller (2020) constataram recentemente um aumento na razão-de-chances (OR) para atraso no desenvolvimento (OR 2,18), asma (OR 4,49) e infecção de ouvido (OR 2,13) ​​em crianças vacinadas em comparação com crianças não vacinadas, em um estudo que utilizou dados de 3 clínicas. No presente estudo, avaliamos os desfechos globais de pacientes com idades entre 2 meses e 10,4 anos - abrangendo todas as crianças de um consultório pediátrico que não foram vacinadas em comparação com aquelas que receberam vacinação variável, com base em registros médicos - utilizando uma nova métrica, a Incidência Relativa de Consultas (RIOV) e comparamos os resultados dessa métrica com os obtidos por meio de razões-de-chances da incidência de diagnósticos.

Conclusões

Não detectamos efeitos negativos generalizados na saúde de indivíduos não vacinados, exceto pelos diagnósticos - raros, porém significativos - de doenças alvo das vacinas. Podemos concluir que as crianças não vacinadas desta clínica não são, de modo geral, menos saudáveis ​​do que as vacinadas; na verdade, as crianças vacinadas parecem ser significativamente menos saudáveis ​​do que as não vacinadas.

Concordamos com Mawson et al. (2017), que relataram: 
"São necessárias mais pesquisas envolvendo amostras maiores e independentes para verificar e compreender essas descobertas inesperadas, a fim de otimizar o impacto das vacinas na saúde infantil".
Também concordamos com Hooker e Miller (2020), que escreveram: 
"São necessários mais estudos para compreender todo o espectro de efeitos na saúde associados à vacinação infantil".
Outros serviços de pediatria com populações que apresentam variabilidade nas taxas de vacinação devem ser estudados utilizando uma metodologia semelhante à nossa, na tentativa de refutar ou validar nossas descobertas - bem como as de Mawson et al. (2017), Hooker e Miller (2020) e os numerosos estudos que relataram efeitos adversos à saúde após a vacinação. Temos particular interesse em aprofundar o estudo da relação entre vacinas específicas (ou combinações delas) e desfechos de saúde específicos, bem como a relação entre a administração de tipos específicos de vacinas - inativadas, de vírus vivo e com adjuvante de alumínio - e tais desfechos. Estudos de maior porte, utilizando registros médicos eletrônicos de grandes instituições de saúde, devem ser realizados por equipes de pesquisa sem interesses financeiros nos resultados dos estudos (por exemplo, receitas provenientes da vacinação, ou do tratamento de efeitos adversos, relacionados às vacinas).

Consequências não intencionais e inespecíficas da vacinação, como o risco aumentado de condições crônicas de saúde decorrentes da exposição às vacinas, também devem ser examinadas. O objetivo é determinar se, para qualquer infecção alvo de vacina, existem métodos alternativos de prevenção ou tratamentos eficazes que reduzam as sequelas da doença e sejam preferíveis à vacinação em diversas circunstâncias, conforme relatado por Cowling et al. (2012) e por Wolff (2020). Nossas descobertas corroboram a preocupação de que a vacinação possa aumentar o risco de infecções por vírus respiratórios - uma questão claramente crítica na era da COVID-19. Nossa constatação de um sinal robusto de anemia merece investigação adicional: sabe-se que o alumínio se liga à transferrina e ao fazê-lo, pode interferir na deposição adequada de ferro nos ossos de crianças. A deficiência de ferro também pode contribuir para convulsões febris, um efeito colateral conhecido de algumas vacinas. A sociedade deve trabalhar para identificar esquemas vacinais e adjuvantes mais seguros; além disso, reduzir o risco de autoimunidade pela remoção de epítopos inseguros - sequências de peptídeos provenientes de patógenos ou de restos de linhagens celulares humanas presentes nas vacinas, que correspondem a proteínas humanas em sequência ou estrutura de qualquer tecido - pareceria uma medida sensata, prudente e benéfica.

Estudos futuros devem agora concentrar-se na incidência relativa de consultas médicas registradas para faturamento, visto que essa medida demonstrou ser mais sensível e poderosa para avaliar desfechos, apresentando uma faixa dinâmica mais ampla do que a incidência binária (sim/não) de diagnósticos.

Financiamento

Esta pesquisa foi financiada por doações do público para o Instituto de Conhecimento Puro e Aplicado (IPAK). Nenhum dos doadores participou da definição do escopo, ou do desenho, do estudo, nem da decisão de publicá-lo. O IPAK é uma organização de pesquisa sem fins lucrativos.

Declaração de conflito de interesses 

J.L.W. atuou no passado - mas não atua mais - como perito remunerado em casos do Programa Nacional de Compensação por Lesões Causadas por Vacinas dos EUA. P.T. aufere renda proveniente de royalties pela venda de seu livro, bem como da venda e administração de vacinas em sua clínica. P.T. é proprietário da Pediatria Integrativa - a população deste estudo - e autor do livro O Plano Amigável às Vacinas: A Abordagem Segura e Eficaz do Dr. Paul para a Imunidade e a Saúde - da Gravidez à Adolescência do Seu Filho, publicado pela Ballantine Books, em 2016.

Figura 1 Diagrama dos critérios de inclusão.

Figura 2 Distribuição da vacinação na coorte de pacientes.

Figura 3 Desenho da análise de Incidência Relativa de Consultas (RIOV) por percentil de vacinação (vacinados vs. não vacinados): o poder estatístico diminui da esquerda para a direita; assim, uma tendência estável (aumento ou diminuição) torna-se significativa. Os dados apresentados referem-se à razão entre a Incidência Relativa de Consultas (RIOV) e a incidência média de consultas faturadas relacionadas à febre nas condições de vacinados em comparação com não vacinados (OVV/OVUV) e, à direita, para consultas de rotina pediátrica ("Well Child"). Para todas as condições clínicas estudadas, a RIOV reflete o número total de consultas faturadas por condição e por grupo, refletindo a carga total da doença sobre o grupo e a população que ele representa.

Figura 4 Análise da RIOV por percentil de adesão à vacinação: incidência de consultas relacionadas ao desfecho do estudo em relação àquela encontrada nos grupos de vacinados (n=2763) comparados aos não vacinados (n=561) para cada percentil de adesão à vacinação no eixo x. (A) Doenças respiratórias autoimunes; (B) transtorno do déficit de atenção/hiperatividade e problemas comportamentais; (C) dor de ouvido, otite média e distúrbios oculares; (D) condições autoimunes da pele e do sangue; (E) gastroenterite, distúrbios de peso/alimentares e convulsões; e (F) atrasos no desenvolvimento da fala, aprendizado e interações sociais, e transtorno do espectro autista.

Figura 5 Análise 5. Consultas acumuladas em pacientes vacinados (laranja) vs. não vacinados (azul) nascidos na clínica: a clareza das diferenças específicas por idade nos desfechos de saúde de indivíduos vacinados (2763) em comparação com os não vacinados (561) nascidos na clínica ao longo de dez anos é mais evidente nesta comparação dos números acumulados de diagnósticos nos dois grupos de pacientes. O número de consultas para os não vacinados é ajustado por um fator multiplicador de tamanho de amostra (4,9) para o valor esperado, como se o número de não vacinados no estudo fosse igual ao número de vacinados.

Figura 6 Demonstração simulada do maior poder estatístico da RIOV (número de consultas) em relação ao poder da razão de chances (odds ratio) da incidência de diagnósticos (pelo menos uma consulta).
FIM DA TRADUÇÃO PARCIAL

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