segunda-feira, 31 de março de 2025

Princípio da inevitabilidade digital


Princípio da inevitabilidade digital
Quero, com este texto, trazer à consciência a existência deste princípio.

Dentro...

⬝ da multiplicidade mundial de expressões humanas
⬝ do estilhaçamento social resultante da tática de guerra, dividir para conquistar
⬝ do teatro político nacional e da geo-política internacional, como distração mediática

... a instauração de um modelo civilizacional único mundial de controle tecno-social absolutista está acontecendo e silenciosamente, o jeito-digital de fazer as coisas está, actualmente, sendo mental e fisicamente imposto e incutido de forma manipulada, desonesta e perigosa, nas populações dos países, visando controlá-las, o mais absolutamente possível, com consentimento  e apoio destas. 

Os mecanismos digitais são apresentados como coisas divertidas, fáceis, rápidas, seguras e eficazes na resolução da vida social e pessoal, programando as mentes a pensar a digitalização como o único caminho possível do movimento e da transformação das civilizações humanas. 

P.ex.: nos filmes e séries, quando querem representar uma civilização evoluída, sempre associam as tecnologias digitais como óbvias concretizações inevitáveis. 

Mas, tal entendimento de caminho único e inevitável de movimento e transformação civilizacional, é nosso, nascido de raciocínios longos, dedicados e profundos, ou foi-nos incutido? 

O princípio da inevitabilidade digital no movimento e transformação civilizacional, existe como pano-de-fundo mental da percepção da realidade humana, principalmente na hora de fazer escolhas. Deste princípio nasce o conformismo com uma sociedade cada vez mais artificial e invertida. Do conformismo surge a submissão e transforma-se em jeitos de resolver a vida, de se comunicar e divertir. 

“- Que outro caminho sugeres, se não o da digitalização?”

Pessoalmente, sugeriria as tecnologias mentais/espirituais e naturais, mas como falta resposta em maior parte das pessoas, a adesão popular massiva a tais mecanismos digitais, credencia estes como oficiais e viáveis de serem integrados nos jeitos-de-fazer-as-coisas

P.ex.: se tivesse havido baixíssima adesão ao Pix, o Banco Central tê-lo-ia extinguido. 

Para que um sistema de controle tecno-social seja instaurado, a própria população que será controlada precisa já estar, de alguma forma, conivente com os modos-de-fazer-as-coisas do sistema que a tiranizará. 

Mas, então, por que adere uma pessoa a algo que lhe será prejudicial? Maior parte, por ignorância dos perigos associados; muitos, por condicionalismo, apesar de não concordarem completamente; o restante, pelas mais variadas razões, desde o prazer digital, até ao simples é-assim-que-é.
 
Soluções contra o sistema digital e totalitarista que está sendo instaurado no mundo? A verdadeira resistência passa pela não-adesão a mecanismos de identidade biométrica e a utilização mínima, ou nula, de pagamentos digitais... mas, dentro do contexto atrás descrito, todas as soluções são utópicas, uma vez que, a maioria, jamais refreará, ou parará mesmo, com os jeitos-digitais.

O auge será o sistema de governança nacional dominado por uma única IA. Conseguirão chegar à unificação das IAs nacionais em uma única IA mundial? Vai depender da adesão da humanidade. Esta, neste momento, não está preparada para fazer uma transição civilizacional para metodologias mais analógicas e naturais: estarei errado ao dizer que será preciso chegar a um apogeu de opressão e controle tecno-social para que, as populações nacionais, digam Não!? 

O movimento de recusa e afastamento dos processos digitais já começou. Aliás, desde os primórdios das tecnologias computadorizadas, sempre existiram "Velhos do Restelo" abominando a integração de tais coisas em suas vidas e na sociedade em geral. A onda de adesão à internet tem sido avassaladora, principalmente a partir do Séc. XXI, mas, desde que os mecanismos governamentais de identificação e de transação financeira começaram a ser digitais, uma quantidade crescente de pessoas tem vindo a alertar para os perigos de totalitarismo estatal, que tais mecanismos representam. Com o surgimento das leituras digitais das biometrias, mais pessoas surgiram, recusando-se a aderir a tais metodologias de identificação cidadã. Se, por um lado, o Pix conseguiu atrair +70 milhões de brasileiros para dentro do sistema financeiro, a quantidade de pessoas se afastando de tais digitalizações, também cresceu. Porém, quanto mais pessoas aderem aos processos digitais, mais difícil fica para quem não adere, mesmo que a quantidade destes esteja crescendo. Mais vozes devem se erguer contra os processos de digitalização dos sistemas de governança - incluindo e destacando, a identidade, o dinheiro e o geneticismo. Mas este movimento só é possível se o indivíduo retirar da sua mente o princípio da inevitabilidade digital e ponderar sobre outras possibilidades.

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