quarta-feira, 1 de abril de 2026

O poder e a influência do Chabad Lubavitch na Rússia


Tradução da transcrição da compilação de vídeos criada pelo canal KnowMoreNews. Obviamente que a tradução de um trabalho não implica completa concordância com tudo o que o autor expressa em seus trabalhos.

Rabino Dovid Eliezrie

❝[Rabino Dovid Eliezrie] Hoje vamos falar sobre o Mossad, a Bíblia King James, sobre o judaísmo na Rússia... mas quero começar com uma história. Há uns 20 anos, eu estava em Tel Aviv em uma cerimónia em memória do Rebbe, 30 dias após Gimmel Tammuz [marcando o yartzeit (aniversário de falecimento) do Rebe de Lubavitch, Rabi Menachem Mendel Schneerson, que ocorreu em 12.Jun.1994 (03.Tamuz.5754)]. Depois disso, eu estava passando e o palestrante principal era Yitzhak Shamir, que na época era o ex-Primeiro-Ministro de Israel...

Yitzhak Shamir

... e ele se levantou e disse algo muito interessante: ele disse que quando [...] quando ele era membro do Mossad por muitos anos e o Mossad começou a vir para a Rússia, na década de 1950, eles descobriram que já existia uma rede clandestina secreta. Não era uma rede clandestina administrada [...] pelos israelenses: era uma rede clandestina administrada pelo Chabad


O mesmo sistema estabelecido pelo Rebbe, no início da década de 20, continuou durante todo o período comunista. Quando o Mossad chegou à Rússia... e como chegou? Porque os israelenses abriram [...] seu corpo diplomático em Moscow, etc., etc. e abriram uma Embaixada. Eles tomaram a decisão, uma decisão consciente, de administrar uma rede clandestina na Rússia. Essa rede clandestina era administrada por uma divisão [...] do Mossad, que também [...] estava [...] no gabinete do Primeiro-Ministro, chamada Shkata Kesha, que significa "o escritório de conexões". Até então - aliás, a mesma Shkata Kesha era a mesma organização que operava aqui, nos Estados Unidos; a mesma divisão do Mossad - Golden Mayor descobriu uma resistência judaica que já existia na Rússia, que começou em 1920, quando o comunismo chegou ao poder e o rabino anterior decidiu lutar contra ele; E em 1924, ele tomou [...] 9 sedimentos e eles fizeram um juramento de manter o judaísmo vivo na Rússia até o último suspiro. [...] Imagino que alguns dos netos daquelas pessoas que fizeram o juramento estivessem aqui durante o retiro como palestrantes, convidados, ou participantes - e ele decidiu que lutaria para manter o judaísmo vivo na Rússia, custasse o que custasse. E o que estava acontecendo na época era que os judeus estavam sob tremenda opressão. Muitos dos outros grandes líderes rabínicos da época que tinham yeshivas na Rússia [lista nomes] levaram suas yeshivas e se mudaram para a Lituânia. E o que o Rebbe disse foi: "Não vou abandonar os judeus russos. Vou cuidar deles". E ele pega esses 9 hassidim e faz um juramento até a morte de manter o judaísmo vivo na Rússia. E ele inicia um processo de construção do judaísmo na Rússia. [...] E isso envolvia escolas, khadarim e yeshivas e ele abria uma escola e a KGB a fechava; ele enviava um rabino para uma comunidade e eles o prendiam; foi um processo que se estendeu por muitos e muitos anos. O que não sabemos sobre o sistema Chabad na Rússia do ponto de vista do Chabad, sabemos do outro lado - sabemos um pouco sobre o caráter - a maior parte do que sabemos vem dos testemunhos e relatos escritos por membros do serviço secreto israelense, porque do lado do Chabad tudo era um segredo absoluto. Nada era feito publicamente; tudo era feito às escondidas no escritório do Rebbe; as outras secretárias não sabiam de nada do que estava acontecendo... ninguém sabia de nada! Tudo era um segredo absoluto. Muitas das pessoas envolvidas no processo já faleceram. Então, no Líbano agora [...] todas as 6ªs-feiras, nas casa-de-banhos, eles se reUniam; cartas, comunicações e outros documentos que precisavam vir da Rússia para Nova York, a fim de fazer perguntas ao Rebbe, eram enviados pelo governo israelense na mala diplomática; e esse processo continuou por anos, até 1967. O Governo israelense era o canal para livros e materiais: eles enviavam e faziam coisas, trabalhavam discretamente em conjunto. O que o Líbano disse? Disse que esse era um sistema completamente diferente de tudo que eles tinham. Estava presente em todas as cidades e vilas. Alcançava as comunidades, uma após a outra e era realmente um sistema incrível. A cooperação do Mossad com o Rebbe continuou na Rússia de muitas maneiras diferentes, mesmo depois e continuou por muito tempo. Depois de 1967, quando os israelenses perderam a Embaixada porque as relações diplomáticas [...] foram fechadas entre a Rússia e Israel, ele disse que o Rebbe tinha um sistema de inteligência melhor na Rússia do que o nosso. Em Abr.1985, 3 semanas após Gorbachev ser nomeado Primeiro-Ministro da Rússia...

Mikhail Gorbatchov

... o Professor Hermann Broner, que alguns de vocês talvez conheçam - um renomado Professor russo que recebeu um alto resgate para deixar a Rússia - foi chamado pelo Rebbe para uma conversa. O Rebbe disse-lhe: "Os portões da Rússia vão se abrir em breve; os judeus da Rússia serão libertados. Não quero que você chame a imprensa. Quero que você ligue para os judeus na Rússia, para seus contatos lá (Broner era um grande ativista, ligado a um grupo de diferentes organizações judaicas [nomeia algumas], que realizavam trabalhos secretos na Rússia, e Broner era um dos principais ativistas). Quero que você ligue para os judeus na Rússia e diga a eles que em breve eles deixarão o país e tudo vai mudar." Gorbachev ficou atônito. Ele se tornou Primeiro-Ministro 3 semanas depois. Ele pega o telefone, liga para alguns ativistas em Moscou e o tipo diz-lhe: "Escuta, tem um carro da KGB na frente da minha casa agora mesmo; a minha esposa está sendo levada para interrogatório", e a sensação de incredulidade é indescritível. No dia seguinte, ele escreve em um relatório para o Rebbe, que fez uma série de ligações e diz que ninguém acredita e o Rebbe responde: "A mudança está em curso, mas ainda não é aparente". 

[Presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan]: "- Sr. Gorbachev, derrube este muro. Todos sabemos o que Gorbachev fez: no final dos anos 80 e início dos 90, ele mudou a política da antiga União Soviética e permitiu que os judeus saíssem do país.

Ronald Reagan

[Presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan]: "- Agora, os próprios soviéticos podem estar, de certa forma, começando a entender a importância da liberdade. Ouvimos muito de Moscow sobre uma nova política de reforma e abertura. Alguns presos políticos foram libertados."

[Não identificado]: "- Se voltarmos aos anos 80, o Senador Henry Scoop Jackson conseguiu aprovar um projeto de lei no Congresso permitindo a imigração de judeus soviéticos para os Estados Unidos, numa época em que a imigração era altamente restrita."

Henry Scoop Jackson

[Senador Henry Scoop Jackson]: "- Honraremos o direito de uma pessoa de sair livremente de um país e retornar livremente, da forma mais clara possível."

[Craig]: "- Os russos viram isso como uma oportunidade para abrir suas prisões. Foi então que membros do crime organizado russo chegaram aos Estados Unidos pela primeira vez, em Jun.1992".

[Rabino Dovid Eliezrie]: "- Gorbachev visita a Universidade Ben-Gurion, no Negev, para receber um título honorário. Um dos professores da Universidade Ben-Gurion é Herman Brauniver. O Reitor da universidade pediu a Herman Brauniver que fosse o anfitrião pessoal e acompanhasse Gorbachev durante sua visita. No Negev, Brauniver aceitou. No meio da visita, Gorbachev disse: "- Preciso contar-lhe uma história." Ele diz: "Em 1985..." e conta exatamente o que aconteceu: em Abr.1985, o Rebbe me chamou e me contou toda essa história, blá, blá, blá, etc., etc. E conta isso a Gorbachev: então Gorbachev se vira para ele e diz: "Como ele poderia saber se eu não sabia?" 1 ano depois, ele está em Oxford. Peter Combs, sogro de Heshi Epstein, que era o Presidente da Shamir, conta a Gorbachev a mesma história sobre o que aconteceu, em Abr.1985 e Gorbachev diz a Peter Combs: "Como ele poderia saber se eu não sabia?" A história foi verificada por duas fontes históricas diferentes.

Shimon Peres

[Shimon Peres, Presidente & Primeiro Ministro de Israel]: "- (...) de um país tão pequeno como o nosso. Isto é quase incrível. Vejo que estamos comprando Manhattan, Hungria, Roménia e Polónia. E do modo que vejo não temos problemas. Graças ao nosso talento, nossos contactos e nosso dinamismo, chegamos em quase tudo.

Lubavitch

[Rebbe Lubavitch]: "- E Todo-Poderoso é nosso Líder..." [Pessoa 1]: "- Deus de todos nós." [Rebbe Lubavitch]: "- ... mesmo em New York! Que o Deus Todo Poderoso abençoe todos com um ano feliz e vão de força em força em todas as coisas necessárias, especialmente para o benefício das multitude de nacionalidades em New York; é um melting pot [em português tem duplo sentido: pote de diluição e diluição de potencial] para muitas nações, que todas estas nacionalidades vivam em boa paz e em harmonia e que todos deles fortaleçam todas as nacionalidades ao redor deles principalmente em relação à caridade. [Pessoa 1]: "- Amen." [Rebbe Lubavitch]: "- Que Deus Todo Poderoso te abençoe. Espero que no futuro próximo que o pote de diluição estará tão ativo que não será necessário destacar sempre que "eles são negros", ou "eles são brancos", ou "eles são hispânicos", etc., etc., porque eles não são diferentes. Todos eles são criados pelo mesmo Deus e criados para o mesmo propósito: para adicionar todas as coisas boas ao redor deles, começando especialmente com eles próprios e suas famílias. Disse-o anteriormente: não estou muito feliz sobre destacar Brooklyn estando em um primeiro lado e Manhattan em um segundo lado e todas as pessoas - os hispânicos, etc. - em um terceiro lado... Se realmente é um pote de diluição, então certamente deverá ser um pote de diluição para todas as coisas boas, sem diferenças." [Pessoa 2]: "- Uma benção por uma recuperação completa para o Presidente George Herbert Walker, filho da Dorothy." [Rebbe Lubavitch]: "- Para um não-judeu usamos o nome no pai para bençãos. Pegue um segundo dólar; a principal coisa: ele deverá ter uma recuperação. Ele deverá trazer paz e assistência financeira para Israel. Ele prometeu 1 bilião[ing/port]/1 trilhão[br] de dólares; ele deverá dar mais - ou, pelo menos, não menos do que isso. Fale com aqueles que podem ajudar a influenciar nesta matéria. Ajudará." 

Dovid Eliezrie

[Rabino Dovid Eliezrie] "- Há uns 8, ou 9 anos, o Presidente Bush foi a São Petersburgo. Ele estava em visita oficial à Rússia e vou contar uma história dentro de outra história. Ele chegou a Moscow, estava na Embaixada e lá havia uma recepção. O Rabino Chefe da Rússia, Beryl Lazar estava presente...

Beryl Lazar

... e passou por ele acompanhado de um rabino, [?] Berkowitz. O Presidente se virou para a direita e disse: "- Diga ao Ari que os amigos dele estão aqui." Quem era Ari? Ari - qual era o nome do porta-voz da Casa Branca naquela época? - era Ari Fleischer. 

Ari Fleischer

Ari Fleischer era o porta-voz da Casa Branca e quando era mais jovem, havia sido Presidente do Fórum Judaico do Congresso, uma organização Chabad no Congresso. Então, ele sabia que Ari tinha ligações com o Chabad. O Presidente viu os 2 rabinos do Chabad e disse-nos: "- Digam ao Ari que os amigos dele estão aqui." Fleisher entra correndo como um louco. O Presidente o quer. Disseram-lhe que o Presidente queria saber se os Rabinos Chabad estavam ali, para procurá-lo. Mas o que aconteceu com essa visita foi que ele foi a São Petersburgo e lá visitou a grande sinagoga coral, construída por Robert Pessner e nessa sinagoga, o Presidente levou-o a uma sala e mostrou-lhe vários rolos da Torah. Qual é a história desses rolos da Torah? Quando esses rabinos chegaram, em meados da década de 60, descobriram esses rolos de Torah e tiveram uma ideia: "- Sabe de uma coisa? Ninguém os usa na Rússia, vamos tirá-los da Rússia, espalhá-los pelo mundo e eles serão rolos da Torah para sinagogas. Serão rolos da Torah para escolas." E eles contaram ao Rebbe e o Rebbe disse: "- Não! Haverá um tempo em que haverá um renascimento do judaísmo na Rússia e esses rolos da Torah serão usados ​​na Rússia." E quando contaram a história ao Presidente Bush, ele disse: 

George W. Bush

"- Isso é uma profecia." E ele ficou tão impressionado com o rabino e... qual é o nome dele? Em São Petersburgo, ele os convidou para a Casa Branca como seus convidados pessoais. Barbara Bush, sua mãe, a Sra. Bush, ficou tão impressionada com o rabino e Pesner que os convidou para a Casa Branca como convidados pessoais. 

Barbara Bush

(...) A diferença entre a Polônia e a Rússia é que a Rússia tem uma comunidade judaica vibrante e dinâmica. Eu estava em Moscow, na noite de Simchastrorá, havia 1.000 pessoas lá. Havia 13 oligarcas na sala, seu patrimônio líquido era de mais de 30 biliões [30 trilhões] de dólares. Agora, que espetáculo na América tem pessoas com patrimônio de 30 biliões de dólares dançando no ombro às 3h30, 4h da manhã? Estávamos dançando até às 11 horas; depois fizemos uma pausa; e depois dançamos de novo... 


... às 3 horas da manhã fomos para a rua; e às 3h30, 4 horas da manhã, eu estava voltando para casa com Berel Lazar. "Você pensaria que ele ficaria impressionado por ter esses oligarcas com um patrimônio de 30 biliões de dólares. Ele me disse: "- Tive sucesso esta noite." Eu disse: "- Qual foi o seu sucesso?" Ele disse: "- 3 caras decidiram fazer um bris[?] e 3, ou 4 caras decidiram colocar em filme." Mas estamos falando de um mundo diferente aqui. Sabe? Eles estacionam uma fila de Mercedes em frente à escola, cada cara com motorista e seguranças; e esses caras estão dançando lá dentro como todo mundo. Eles controlam a economia da Rússia. A diferença é: onde estão os estabelecimentos judaicos na Rússia? Não existe uma federação judaica: nós somos a federação judaica; Não existe ADL: nós somos a ADL; não existe AJC: nós somos a AJC. O judaísmo na Rússia é 98% controlado pelo Chabad. É um jogo completamente diferente. É a comunidade judaica mais incrível que já vi na vida. É tão bem organizada. Há escolas nesta cidade com 1.000 alunos. Com 50.000 judeus. É um lugar incrível! Quero dizer, agora há desafios e tudo na cidade é administrado por judeus: os shoppings são propriedade de judeus; a companhia aérea, ambas as companhias aéreas são propriedade de judeus; os bancos são propriedade de judeus; o posto de gasolina é propriedade de judeus; todo o centro da cidade é propriedade desses oligarcas. Aliás, o atual Governador da Ucrânia é um desses oligarcas. Um dos outros elementos para o sucesso do judaísmo na Rússia - embora ele não seja tão popular agora nos Estados Unidos - tem sido a amizade do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o mundo judaico e vocês precisam se perguntar por que isso acontece. 

"Ao lado de Putin, um exército de judeus bilionários | Na semana passada, Putin disse a Washington para lhe enviar provas concretas de que seus cidadãos interferiram nas eleições americanas."

"Ouvi uma frase interessante de um professor de matemática [?] Sabirsk. Ele me disse o seguinte: "Putin pode não ser bom para a Rússia, mas com certeza é bom para os judeus russos. Por que ele é bom para os judeus russos? Porque quando Putin era criança, morava em um prédio em São Petersburgo e ao chegar da escola todos os dias, seus pais trabalhavam fora. No mesmo prédio, ou no apartamento ao lado, morava uma família judaica ortodoxa e quando ele chegava em casa e não havia ninguém para cuidar dele, eles faziam a lição-de-casa com ele. Ele passou a infância e a adolescência praticamente na casa de um judeu ortodoxo, então, ele sente um enorme senso de reconhecimento e gratidão pelos benefícios que recebeu dos judeus. Todos os seus amigos de infância eram judeus e eu também acho que ele vê o efeito positivo que eles têm na construção da Rússia como um novo país - o fato de os rabinos fazerem isso na Rússia... e continuarem fazendo. A Rússia tem uma mentalidade diferente e isso faz parte do conflito atual entre... Rússia e Estados Unidos. Não se pode pressionar os russos, é preciso negociar [...]... Um observador muito perspicaz em Moscow disse-me que não se pode lidar com a Rússia como se lida com os Estados Unidos. Aqui, há pressão pública, há tumulto, há ambos; na Rússia, tudo é discreto. Acordos, por exemplo: há muitos acordos discretos entre a Rússia e Israel dos quais você não sabe nada e os primeiros encontros entre Putin e [...] Bibi [Benjamin Netanyahu] foram orquestrados pelo Chabad. 

Benjamin Netanyahu

Foram arranjados... mas muitos dos acordos, tudo isso... A Rússia tem uma mentalidade política diferente. Há muitos acordos discretos entre a Rússia e Israel dos quais você não sabe nada. [repete] Há muitos acordos discretos entre a Rússia e Israel dos quais você não sabe nada."

[Putin]: Decisão em relação à nacionalização da Biblioteca Schneerson foi feita pelo 1° Governo da União Soviética. E até 80-85% dos membros do 1° Governo da União Soviética eram judeus. E aqueles judeus guiados pelos pensamentos ideológicos falsos têm vindo a prender e a reprimir seguidores do judaísmo, cristianismo, islã e seguidores de outras religiões. Eles não fizeram uma diferença. Graças a Deus que aqueles pensamentos ideológicos vincados e de ideologias falsas colapsaram. (...) É importante que a vossa fundação faça muito por activar contactos entre o povo da Rússia e de Israel. Ajuda a expandir cooperação entre os nossos países em política, economia, cultura, assistência humanitária e outras esferas. E tal actividade só pode ser bem-vinda. Deixem-me destacar que a Rússia dá muita atenção ao desenvolvimento das relações multi-dimensionais, mutuamente benéficas com Israel. Aspiramos construí-las de uma forma colaborativa e construtiva. Posso dizer com orgulho, sem exagerar, que as relações Rússia-Israel deste nível nunca existiram neste nível, antes. A não ser que lembremos os primeiros meses, ou os primeiros anos do estabelecimento do Estado de Israel. (...) Sente-se como ódio por um certo grupo étnico, como anti-semitismo. Se alguém não sabe como fazer algo, se uma pessoa se torna incapaz de realizar esta, ou aquela tarefa, anti-semitas sempre culpam os judeus pela sua própria falha. (...) é mais fácil dizer que "não somos culpados, os russos são culpados, eles interferiram nas nossas eleições." Mas estamos bem. Apesar de tudo, isto faz-me lembrar de anti-semitismo: judeus são para culpar por tudo, está vendo? Vocês são estúpidos e não conseguem fazer coisa alguma, mas os judeus são os culpados."

[The Jerusalem Post]: Putin: judeus podem ter estado por trás da interferência nas eleições dos EUA.❞


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