sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

5° Encontro do Grupo de Trabalho Inter-governamental para o Acordo Pandémico

A conclusão do Acordo Pandémico está prevista para Set.2026.

5° Encontro do Grupo de Trabalho Intergovernamental
de Composição Aberta sobre o 
Acordo Pandémico da OMS (resolução WHA78.1)
Ponto 5 da Agenda A/IGWG/5/3
19.Fev.2026


1. O Grupo de Trabalho Intergovernamental (IGWG)...


... de composição aberta sobre o Acordo Pandémico da OMS realizou sua quinta reunião, de 09 a 14.Fev.2026, sob a liderança do Embaixador Tovar da Silva Nunes, do Brasil...


... e do Sr. Matthew Harpur, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, como co-Presidentes...


... com 
Embaixadora Vuyile Dlamini, do Reino de Eswatini
Dra. Hanan Mohamed Al Kuwari, do Estado do Catar
Dr. Viroj Tangcharoensathien, do Reino da Tailândia
Sra. Madeleine Heyward, da Austrália, como vice-Presidentes.


2. O Dr. Chikwe Ihekweazu (Diretor Executivo de Emergências de Saúde, Preparação e Resposta) transmitiu as saudações do Diretor-Geral e expressou apreço ao Gabinete pela sua liderança, às partes interessadas relevantes pelo seu envolvimento ativo e a todos os membros do IGWG pelo seu compromisso e dedicação a um mundo equitativo, mais seguro, mais justo e mais saudável para todos. Encorajou os membros do IGWG a concentrarem-se na resolução das áreas restantes que eram críticas para um sistema operacional de acesso a patógenos e partilha de benefícios (PABS), num espírito de colaboração e consenso.

3. O IGWG adotou a sua agenda com a eliminação do ponto 3 (Propostas dos Estados-Membros de entidades a serem incluídas no Anexo D e/ou Anexo E do documento A/IGWG/4/3 Rev.1 (se houver)), uma vez que não foram recebidas propostas ao abrigo desse ponto.

4. As discussões sobre os itens 1 (Abertura da sessão e adoção da agenda e do programa de trabalho), 5 (Relatório da reunião) e 6 (Encerramento da sessão) da agenda foram transmitidas publicamente pela internet, com a participação das partes interessadas relevantes. As discussões sobre os itens 2 (Texto do Anexo PABS) e 4 (Próximos passos) da agenda foram realizadas em sessão fechada com a participação dos membros do IGWG (nomeadamente Estados-Membros, Membros Associados e organizações regionais de integração económica) e das delegações de observadores da Palestina e da Santa Sé. As partes interessadas relevantes (Anexos A–E) foram convidadas a participar em sessões dedicadas, onde foram atualizadas sobre o progresso e puderam apresentar as suas opiniões.

5. O IGWG continuou as negociações com base no texto apresentado no ecran da sessão retomada da 4ª reunião. Os membros do IGWG também realizaram discussões informais iniciais sobre uma proposta de termos de referência para o Mecanismo Financeiro de Coordenação.

6. No que diz respeito aos próximos passos, e tendo em vista o mandato do IGWG de apresentar o seu resultado relativo ao Anexo PABS à 79ª Assembleia Mundial da Saúde, os membros do IGWG concordaram em continuar as discussões informais durante o período entre sessões, incluindo discussões centradas em elementos para garantir a segurança jurídica, incluindo a consideração de contratos, com vista a encontrar um entendimento comum. O IGWG solicitou à Mesa Diretora, com o apoio do Secretariado, que continue a facilitar discussões informais e focadas com todos os membros do IGWG e que apresente propostas para secções de textos para a minuta do Anexo PABS, o mais rapidamente possível antes da 6ª reunião do IGWG, com base no texto apresentado no ecran e nas discussões da 5ª reunião do IGWG. O IGWG solicitou ainda ao Secretariado que forneça mais informações técnicas e que prepare uma minuta de termos de referência para a Rede de Laboratórios Coordenados pela OMS e para as possíveis bases de dados reconhecidas pela OMS no âmbito do PABS, bem como que proponha abordagens viáveis ​​para o possível reconhecimento de tais bases de dados.

7. O IGWG adotou seu relatório e os copresidentes encerraram a reunião.--FIM DA TRADUÇÃO

Compromisso global em evidência enquanto países negociam anexo fundamental ao Acordo Pandémico
17.Fev.2026


Os Estados-Membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) concluíram uma rodada de negociações de uma semana sobre o projeto de anexo para Acesso a Patógenos e Partilha de Benefícios (PABS) - um componente fundamental do Acordo Pandémico da OMS.

A 5ª reunião do Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre o Acordo Pandémico da OMS (IGWG) - criado pela Assembleia Mundial da Saúde (AMS) no ano passado para negociar o anexo PABS - foi concluída no fim-de-semana, após discussões produtivas, de 09 a 14.Fev.2026.

Para garantir que o mundo possa responder de forma rápida e eficaz a futuras pandemias, os países devem ser capazes de detectar rapidamente patógenos com potencial pandémico e compartilhar suas informações e materiais de sequência genética. Esta ação oportuna permite que os cientistas acelerem o desenvolvimento de ferramentas essenciais, como testes de diagnóstico, tratamentos e vacinas.

O sistema PABS foi concebido para promover o acesso equitativo com base na necessidade de saúde pública, facilitando o compartilhamento rápido e oportuno de materiais de patógenos e dados de sequências genéticas e em igualdade de condições, o compartilhamento rápido, oportuno, justo e equitativo dos benefícios daí decorrentes.
"Os países demonstraram, mais uma vez esta semana, seu firme compromisso com a conclusão do anexo sobre Acesso a Patógenos e Repartição de Benefícios. “Agora temos uma visão clara para simplificar o texto, garantindo que os elementos mais controversos recebam a devida consulta."afirmou o embaixador Tovar da Silva Nunes, do Brasil, co-Presidente da Mesa do Grupo de Trabalho Inter-governamental (IGWG)
Os Estados-Membros retomarão as negociações no próximo mês, avançando rumo ao prazo de Maio, quando o resultado de seu trabalho será apresentado à Assembleia Mundial da Saúde (AMS).
"Ao concluirmos a 5ª reunião do Grupo de Trabalho Inter-governamental, quero agradecer às delegações pelo seu envolvimento sério e construtivo. É evidente que ainda existem diferenças importantes, mas há um reconhecimento comum do que está em jogo. Com o tempo se esgotando, as próximas semanas serão cruciais para superar as lacunas restantes e apresentar um anexo sobre Acesso a Patógenos e Repartição de Benefícios que seja justo, eficaz e adequado à sua finalidade."disse o Sr. Matthew Harpur, do Reino Unido, copresidente da Mesa do IGWG.
O Acordo Pandémico da OMS foi adotado pelos Estados-Membros no ano passado para corrigir as fragilidades globais expostas pela pandemia de COVID-19 e fortalecer a coordenação e a colaboração internacionais. Sendo um instrumento internacional juridicamente vinculativo, ele foi concebido para tornar o mundo mais seguro e equitativo diante de futuras pandemias.
"A adoção do Acordo Pandémico no ano passado foi uma enorme demonstração de cooperação global e precisamos aproveitar esse impulso. O multi-lateralismo forte continua sendo essencial, pois os países precisam enfrentar futuras pandemias juntos, coletivamente. Reconhecendo o progresso constante que vem sendo feito, estou confiante de que eles chegarão a um acordo sobre o anexo de Acesso a Patógenos e Repartição de Benefícios a tempo para a Assembleia Mundial da Saúde, em Maio deste ano." -disse o Diretor-Geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Paralelamente às negociações sobre o texto do anexo e aos diálogos com o objetivo de construir consenso, os Estados-Membros também interagiram com as partes interessadas relevantes, incluindo representantes do setor privado, da academia, de laboratórios e de bancos de dados de informações de sequências.--FIM DA TRADUÇÃO

domingo, 15 de fevereiro de 2026

A palavra dinheiro não existe na Constituição de Portugal


E se a palavra dinheiro não consta da Constituição da República de Portugal (RP), logo, não existe na RP definição constitucional do significado de dinheiro.

A argumentação de que não existe uma definição constitucional do significado de dinheiro dentro do Governo deve-se à complexidade do seu significado, cai por terra quando definimos dinheiro como tradutor de relações comerciais.

O jeito que esta tradução de relações comerciais é feita é que pode ser simples, ou altamente complexa, livre, ou altamente condicionada por sistema legislativos e regulamentares impostos pelas organizações criminosas que são os sistemas de governança.

No entanto, o movimento do dinheiro está presente na Constituição da RP, sem que o dinheiro seja mencionado, ou o seu significado definido:

: derivados de Economi constam 85 vezes
: derivados de Financ constam 27 vezes

O Banco de Portugal (BP) chama dinheiro de Numerário e define este como:

Numerário - O que éO numerário é o dinheiro em espécie, ou seja, as notas e moedas físicas em circulação utilizadas para realizar pagamentos. O numerário é um meio de pagamento:

: universal e de aceitação generalizada, ou seja, tem de ser aceite como meio de pagamento de bens e serviços, ao contrário dos cheques e dos cartões de pagamento, que podem não ser aceites pelos comerciantes

: de liquidez imediata, ou seja, o pagamento do bem ou do serviço é recebido de imediato.
Apesar de não definir o significado de dinheiro, a RP, através do BP, exige que o dinheiro em espécie (notas e moedas) emitido pela RP "tem de ser aceite como meio de pagamento de bens e serviços"; ou seja, nenhum português tem o direito e a liberdade de não reconhecer o dinheiro produzido pela RP+BC como forma de pagamento e o recusar: o reconhecimento do dinheiro da RP+BC como forma de pagamento é obrigatório!

Por isso é que, uma definição simples de dinheiro como tradutor de relações comerciais, não é feita, uma vez que deixa aberta a possibilidade de se criarem formas de tradução comercial que não utilizam qualquer mecanismo, ou produto, do sistema de governança que se impõem.

O Banco de Portugal inclui dinheiro em espécie (notas e moedas) na definição de Moeda Electrónica:

Moeda electrónica - O que éMoeda electrónica é um valor monetário armazenado eletronicamente, que pode ser utilizado para efetuar operações de pagamento, isto é, depositar, transferir ou levantar fundos. O valor monetário deve corresponder ao montante de notas e moedas ou de moeda escritural que é entregue pelo adquirente da referida moeda (o cliente portador de moeda electrónica) ao emitente da mesma, tendo em vista a realização das operações de pagamento.
Se "o valor monetário deve corresponder ao montante de notas e moedas ou de moeda escritural que é entregue pelo adquirente da referida moeda", onde estão todas as notas, as moedas  e as moedas escriturais correspondentes a todo o €uro digital em circulação em Portugal e na Europa?

Ou seja: qual é o lastro do dinheiro digital do Governo?

O Código Civil de Portugal menciona dinheiro 50 vezes, sem definir o seu significado.

Brasil

Dinheiro é mencionado 7 vezes na Constituição da República Federativa do Brasil (RFB), sem que haja uma definição constitucional do significado do mesmo.

Economi e seus derivados são mencionados 193 vezes.

Financ e seus derivados são mencionados 342 vezes.

No Código Civil da RFB, dinheiro é mencionado 24 vezes, sem que haja uma definição do significado do mesmo.

Curiosidade: o texto da aba da página da Constituição da República Portuguesa contém um erro de português: "Potuguesa". 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Regulamentação da proteção do trabalhador em face da automação, só lá para 2028? Ou nunca?


E na publicação do Diário Oficial da União (DOU), Decisões 10.Fev.2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda usa o Fórum Económico Mundial (FEM) como referência de indicador da "aceleração da automação, com a perda de postos de trabalho", ao lado da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): 
: qual é a dimensão da influência do Fórum Económico Mundial, dentro da República Federativa do Brasil?
O conflito de interesses do uso do FEM como indicador referência para dar credibilidade à afirmação "impossível parar a História e o desenvolvimento tecnológico" (vêr DECISÕES, mais abaixo) que é usada para justificar o adiamento de 2 anos para que o Congresso Nacional "supra uma omissão legislativa" - causa primeira do adiamento do processo - está no facto do Relator das Decisões, o Ministro Luís Roberto Barroso, ser participante do FEM:

2024
FÓRUM ECONÓMICO MUNDIAL
Palestrantes: Ilan Goldfajn, Marisol Argueta de Barillas, Raquel Peña, Gabriela Sommerfeld, Luís Roberto Barroso, Gustavo Petro, Marcos Bulgheroni


19.Jan.2024
Este artigo faz parte de: Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial
"A América Latina pode e deve assumir um papel de liderança na sustentabilidade global porque temos biodiversidade, temos a maior quantidade de água potável do mundo, temos a Amazônia, que fornece armazenamento de carbono para o mundo" - disse Luís Roberto Barroso, Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil.


21.Jan.2025
FÓRUM ECONÓMICO MUNDIAL
Reimaginando o crescimento
Palestrantes: Luís Roberto Barroso, Eduardo Paes, Ilona Szabó de Carvalho, Helder Barbalho, Luana Marques Garcia Ozemela


Consideremos, ainda, a velocidade do crescimento do desemprego face à automação: o volume de casos, em 2028 - e duvido que aprovem tal regulamentação, em 2028, ou em qualquer ano posterior - poderia entupir o sistema judicial?

Por outro lado, se o modelo civilizacional defendido pela República como um todo, é o do apogeu tecnológico de controle social, seria paradoxal, ou pura manobra de diversão, se o sistema aprovasse regulamentações para defender o trabalhador contra a sua substituição pelas mesmas tecnologias que constituem a civilização defendida pelo sistema judicial que está julgando a criação das regulamentações em defesa do trabalhador: um ciclo vicioso, no qual, o trabalhador é sugado até ao desprezo, por não ser mais necessário.

Para quê regulamentações, se o STF acredita que é "impossível parar a História e o desenvolvimento tecnológico"?

Atos do Poder Judiciário
Supremo Tribunal Federal
Plenário
(...)
III. Razões de decidir
5. A Revolução Tecnológica ou Digital insere novos elementos nessa equação, especialmente com o avanço e lapidação da inteligência artificial, sendo impossível parar a História e o desenvolvimento tecnológico. Estudos da OCDE, da OIT e do Fórum Econômico Mundial indicam a aceleração da automação, com a perda de postos de trabalho, e ressaltam a relevância desse tema para o mercado de trabalho do futuro.


Agenda de Imunização 2030 revisada pelo Conselho Executivo da OMS


Eles não param de pensar em jeitos de acessar aos corpos de "todos, em todos os lugares", para espetar-lhes agulhas e injectar-lhes substâncias tóxicas e venenosas.

Artigo CDS relacionado
10.Fev.2026

OMS
O Conselho Executivo da OMS revisa o progresso da Agenda de Imunização 2030
10.Fev.2026


Durante a 158ª sessão do Conselho Executivo da OMS, 36 Estados-Membros, incluindo delegações de cada uma das regiões da OMS e 11 atores não-estatais, reconheceram a relevância contínua da visão da Agenda de Imunização 2030 (AI2030) para garantir que todos, em todos os lugares, se beneficiem de vacinas que salvam vidas.


Como parte das discussões dos Estados-Membros sobre a revisão intermediária da AI2030, eles reconheceram que a arquitetura global de saúde e o cenário de financiamento mudaram significativamente, desde 2020 e enfatizaram que o caminho para alcançar a visão da AI2030 também deve se adaptar a essas novas realidades. Para alcançar a AI2030, os Estados-Membros destacaram a necessidade de dar grande ênfase à equidade, garantindo que todos os países alcancem crianças com zero doses, ou com vacinação incompleta, particularmente aquelas que vivem em contextos frágeis, afetados por conflitos e remotos. Os Estados-Membros destacaram repetidamente a importância da integração, defendendo que a imunização seja incorporada aos cuidados primários de saúde, à cobertura universal de saúde, aos orçamentos nacionais e aos sistemas de informação em saúde. Também enfatizaram a necessidade de adotar uma abordagem de vacinação ao longo da vida, garantindo que as pessoas de todas as idades recebam as vacinas de que precisam. Diante da diminuição do financiamento nacional e internacional, houve amplo apoio ao redirecionamento das atividades da IA2030. Vigilância, resposta a surtos e geração de demanda foram identificadas como prioridades máximas neste contexto de financiamento restrito. Os Estados-Membros também solicitaram a reposição do Fundo de Contingência para Emergências para responder às 36 emergências em todo o mundo, inclusive por meio de campanhas de vacinação e vigilância epidemiológica. Preocupações com a desinformação e a hesitação em relação às vacinas foram temas recorrentes nas discussões. Os Estados-Membros instaram a uma comunicação de risco mais eficaz e ao engajamento da comunidade, respaldados por mensagens baseadas em evidências, para construir confiança e sustentar a demanda por vacinas. A melhoria dos dados e da responsabilização também foram solicitações recorrentes. Os delegados solicitaram dados subnacionais e desagregados mais precisos, investimento em sistemas digitais de imunização e mecanismos de responsabilização mais robustos para monitorar o progresso. Por fim, os Estados-Membros enfatizaram a importância da apropriação nacional. O alinhamento da IA2030 com os planos nacionais, o fortalecimento do financiamento interno e a garantia de caminhos sustentáveis ​​foram considerados essenciais para alcançar as metas de imunização a longo prazo. Olhando para o futuro, os Estados-Membros ressaltaram que a IA2030 exigirá um foco mais preciso e ações mais enérgicas da OMS e de seus parceiros, incluindo a Gavi, o UNICEF, o Fundo Global e a sociedade civil. Os Estados-Membros solicitaram à OMS que forneça orientações claras de priorização para a 2ª metade da década da IA2030, garantindo que os recursos limitados sejam direcionados para as áreas mais críticas, e apelaram para que a Organização assuma a liderança na sustentação da demanda por imunização por meio de orientações baseadas em evidências e ações coordenadas dos parceiros. A revisão intercalar da IA2030 será debatida por todos os Estados-Membros na septuagésima nona Assembleia Mundial da Saúde, em Mai.2026. Além disso, as discussões dos Estados-Membros sobre a Estratégia para o Fim da Tuberculose e a Estratégia para a Erradicação da Poliomielite também enfatizaram a necessidade de manter o compromisso e o financiamento. Os Estados-Membros alertaram que o mundo está atrasado em relação às metas para o Fim da Tuberculose e apelaram para uma maior integração dos serviços de tuberculose nos cuidados primários de saúde, acesso equitativo a diagnósticos e tratamentos e inovação, incluindo novas vacinas contra a tuberculose para adolescentes e adultos. Embora os Estados-Membros tenham saudado o progresso na interrupção da transmissão do poliovírus selvagem fora de áreas limitadas do Afeganistão e do Paquistão, salientaram a necessidade de intensificar os esforços para alcançar as populações móveis e aquelas que não receberam nenhuma dose da vacina. Enfatizaram a importância da construção de confiança, da imunização de rotina robusta e da vigilância epidemiológica, bem como da colaboração entre parceiros. Os Estados-Membros apoiaram a extensão da Estratégia para a Erradicação da Poliomielite, até 2029 e a integração dos recursos de combate à poliomielite em sistemas de saúde mais abrangentes para garantir resiliência a longo prazo.--FIM DA TRADUÇÃO

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Agenda de Imunização 2030 da OMS


A guerra mundial contra a humanidade já está a acontecer e objectiva intensificar os seus ataques, entre 2026 e 2030.

Os mortos e os que ficam permanentemente doentes em consequência dos ataques realizados com vacinas [consultar CDS INFO] - principalmente com os novos "produtos de terapias avançadas" - não estão a ser noticiados nos grandes meios de comunicação social.

As corporações farmacêuticas e principalmente, as vacinas, estão a matar muito mais e a deixar muito mais pessoas com doenças crónicas, do que qualquer guerra até hoje!... e a quantidade de pessoas sabendo disto está crescendo.

Para maior parte das pessoas do mundo, as únicas guerras que estão a acontecer são aquelas que estão a ser noticiadas pelas grandes corporações de comunicação social - ou seja, aquelas guerras que não estão a acontecer elas próprias... mas somos cada vez mais a conscientizar a guerra que está a acontecer contra todos nós, através do sanitarismo, da indústria alimentar, da geo-engenharia, etc.

Todas as pessoas do mundo estão a ser alvos, ou potenciais alvos de ataques intencionalmente mortais, ou permanentemente maléficos para a saúde, realizados com vacinas. 

Como parte da força de inversão e anti-Vida que é, o sistema sanitarista chama saúde à doença e à morte.

O relatório Agenda de Imunização 2030 revela pré-ocupação com as percepções que cada vez mais pessoas estão tendo do sistema sanitarista e que as está distanciando cada vez mais do mesmo. Excertos:
"(...) 308 vacinas novas, ou sub-utilizadas, foram introduzidas em países de baixa e média renda, mais de 60% da meta de 500 introduções, até 2030 (...)"

"(...) requer um modelo de financiamento sustentável, para o período de 2026-2030."

"• alcançar uma taxa de cobertura de pelo menos 90% para as vacinas essenciais
• alcançar uma redução de 50% no número de crianças sem nenhuma dose da vacina"

"(...) um foco renovado em crianças sem nenhuma dose da vacina (...)"

"(...) abordagens focadas para combater (...) a fragilização da confiança pública."

"(...) crescente hesitação em relação às vacinas, o sentimento anticientífico (...) estão minando a confiança na imunização (...)"

"(...) abordagens focadas para combater (...) a fragilização da confiança pública (...)"

"(...) aumento da hesitação (...)"

"(...) progresso dificultado pela insegurança, campanhas de baixa qualidade, hesitação em relação à vacinação (...)"

"(...) vacinação ao longo da vida (...)"

"(...) não deixar ninguém para trás (...)"

"(...) garantir saúde e bem-estar para todos (...)"
Se o objetivo é matar e deixar a população permanentemente doente, então, por que estão pré-ocupados com o facto dos conflitos armados diminuírem a quantidade de pessoas vacinadas?

Mas se estão pré-ocupados com a saúde das pessoas, por que lhes injetam mercúrio, alumínio, dióxido de titânio, Triton-X, além das duvidosíssimas substâncias supostamente resultantes de recombinação genética?

Ganância das corporações farmacêuticas em aproveitar todas as oportunidades para lucrar, vendendo e administrando milhões de vacinas?

Reconhecimento dos territórios em conflito como alvos fáceis para experimentos humanos em larga escala e longe de olhares inconvenientes?

Ou o quê?

Nov.2025
Revisão de meio termo


Organização Mundial da Saúde
Conselho Executivo
158ª sessão
Ponto de agenda provisório 8 EB158/8
04.Dez.2025
Revisão de meio termo


Relatório do Diretor-Geral

1. Em 2020, a 73ª Assembleia Mundial da Saúde aprovou a visão global e a estratégia abrangente para vacinas e imunização: a Agenda de Imunização 2030 (IA2030 [Immunization Agenda 2030]). Os Estados-Membros solicitaram ao Diretor-Geral que monitorasse o progresso e apresentasse um relatório bienal à Assembleia Mundial da Saúde, por meio do Conselho Executivo, sobre as conquistas em direção às metas globais de imunização.

2. O ano de 2025 marcou o ponto médio da IA2030, que se estende de 2021 a 2030. Nesse sentido, a OMS coordenou a revisão de meio termo da IA2030, consultando mais de 100 partes interessadas por meio de entrevistas, pesquisas e eventos nos níveis global, regional e nacional.

3. A revisão intercalar reafirmou a relevância contínua da visão e dos objetivos da IA2030, reconhecendo, ao mesmo tempo, que a arquitetura global da saúde e o cenário de financiamento sofreram mudanças significativas, desde 2020 e que o caminho para alcançar a visão da IA2030 também precisa mudar.

4. Este relatório resume as conclusões e recomendações e delineia a direção para a implementação da IA2030, de 2026 a 2030. Anexos estatísticos detalhados, dados de indicadores e análises técnicas estão incluídos no relatório completo, disponível online.

Tendências e desafios emergentes

5. Os parceiros da IA2030 e os programas nacionais de imunização devem se adaptar ao cenário em constante evolução da imunização e da saúde em geral, cada vez mais moldado pelas tendências globais descritas abaixo. 

Necessidade de abordagens focadas para combater a persistente instabilidade geopolítica e a fragilização da confiança pública

Em 2024, os conflitos em curso deslocaram mais de 120 milhões de pessoas, representando grandes desafios para os sistemas globais de imunização.

• A crescente hesitação em relação às vacinas, o sentimento anticientífico e a politização da ciência e dos riscos à saúde pública estão minando a confiança na imunização e ameaçando o progresso.

Aumento da demanda por abordagens lideradas pelos países em um contexto de financiamento limitado

• A redução do apoio de doadores e as prioridades concorrentes causaram interrupções nos serviços de imunização, exigindo que os países lidem com escolhas complexas dentro de um conjunto de recursos mais restrito.

• A ênfase está cada vez mais na apropriação regional e nacional, em consonância com a Agenda de Lusaka. Plataformas globais e regionais, como o G20 e a União Africana, influenciam com mais força as prioridades regionais e globais de saúde.

6. Considerando essas e outras tendências, a revisão de meio termo destaca os 3 principais desafios a seguir que ameaçam o alcance das metas da IA2030.

Configurações vulneráveis, afetadas por conflitos e frágeis  

• Estes contextos representaram mais da metade de todas as crianças sem nenhuma dose da vacina, em 2024, mas apenas 1/4 dos nascimentos.

• As estratégias de imunização são frequentemente mal adaptadas a contextos de conflito, com a cobertura diminuindo drasticamente durante as crises.

• Os desafios operacionais incluem coordenação deficiente, dados limitados em tempo real e dependência de intervenções humanitárias, ou de pequena escala.

Agendas de eliminação e erradicação

• A eliminação do sarampo está estagnada devido às interrupções causadas pela doença do coronavírus (COVID-19), à incerteza quanto ao financiamento, ao aumento da hesitação e aos desafios operacionais, com mais países enfrentando surtos grandes e disruptivos (59 em 2024, contra 21 em 2021).

• Os prazos para a erradicação da poliomielite foram estendidos (poliovírus selvagem tipo 1, até 2027, poliovírus derivado da vacina tipo 2 circulante, até 2029), com o progresso dificultado pela insegurança, campanhas de baixa qualidade, hesitação em relação à vacinação e restrições no fornecimento.

• As metas de eliminação para outras doenças (como febre amarela, meningite e tétano) também podem estar ameaçadas à medida que os desafios aumentam.

Equidade na imunização

• Crianças sem nenhuma dose da vacina e outros grupos vulneráveis ​​permanecem concentrados em contextos frágeis, afetados por conflitos e vulneráveis, bem como em distritos carentes.

• As médias nacionais mascaram desigualdades subnacionais persistentes e subestimam o impacto de barreiras comunitárias específicas para alcançar a cobertura vacinal completa.

• Países de baixa renda atendem a côortes de nascimentos crescentes, exigindo melhorias mais rápidas nos programas simplesmente para manter a cobertura atual.

Progresso em direção às metas da IA2030

7. A IA2030 estabelece 3 metas de impacto abrangentes, monitoradas por 7 indicadores globais:

• reduzir a mortalidade e a morbidade por doenças preveníveis por vacinação ao longo da vida;

• não deixar ninguém para trás, aumentando o acesso equitativo e o uso de vacinas; e

• garantir saúde e bem-estar para todos, fortalecendo a imunização como parte da atenção primária à saúde e da cobertura universal de saúde.

8. A vacinação salvou aproximadamente 154 milhões de vidas, entre 1974 e 2024 e milhões a mais durante a pandemia de COVID-19. Entre 2021 e 2024, foram evitadas mais de 4 milhões de mortes anualmente - uma conquista notável dos Estados-Membros que implementam programas de imunização e dos parceiros que os apoiam. Apesar disso, serão necessários esforços significativos para atingir a meta da IA2030 de 50 milhões de mortes evitadas, entre 2021 e 2030.

9. O mundo está longe de alcançar as metas de eliminação e erradicação.

• O poliovírus selvagem tipo 1 permanece endêmico no Afeganistão e no Paquistão, com um ressurgimento de 99 casos, em 2024, após uma incidência historicamente baixa.

• A variante circulante do poliovírus tipo 2 continua a se espalhar, concentrada no Norte da Nigéria, no Leste da República Democrática do Congo, na Somália e no Iêmen, com disseminação para países vizinhos.

• A eliminação do sarampo está estagnada - no final de 2024, 83 países (43%) haviam alcançado a verificação - e grandes surtos são cada vez mais frequentes, particularmente em países de baixa renda.

• A eliminação da rubéola e do tétano materno/neo-natal avançou em algumas regiões, mas o progresso é desigual.

10. O número de grandes surtos disruptivos de doenças preveníveis por vacinação permanece alto: 111 foram registrados, em 2024, 46% acima da linha de base, sinalizando fragilidades nos sistemas de imunização e na preparação para surtos.

11. Estima-se que havia 14,3 milhões de crianças sem nenhuma dose da vacina, em 2024, número inferior ao pico da pandemia de 17,7 milhões, em 2021, mas 39% acima da trajetória necessária para reduzir esse número pela metade, até 2030.

12. A taxa de cobertura global para 3 doses da vacina contra difteria, tétano e coqueluche foi de 85%, em 2024, abaixo da taxa pré-pandemia de 86%. As taxas para as vacinas contendo sarampo, pneumocócica conjugada e contra o papilomavírus humano aumentaram modestamente, impulsionadas por novas introduções. No entanto, o progresso permanece desigual, com os países de baixa renda ficando ainda mais para trás em relação aos países de renda média e alta.

13. Houve progresso evidente em termos de introdução de vacinas. Entre 2021 e 2024, 308 vacinas novas, ou sub-utilizadas, foram introduzidas em países de baixa e média renda, mais de 60% da meta de 500 introduções, até 2030. Isso reduziu as disparidades no acesso a novas vacinas, especialmente o progresso na introdução da vacina contra o papilomavírus humano em algumas, mas não em todas as regiões, e da vacina pneumocócica conjugada, também graças à rápida introdução das vacinas contra a malária na África.

Implementação da IA2030 (2021–2025)

14. A IA2030 foi concebida como uma estratégia liderada pelos países, ancorada regionalmente e apoiada globalmente. Ela se baseia em estratégias nacionais de imunização e é apoiada por meio de estruturas regionais e mecanismos de coordenação global.

15. As estratégias nacionais de imunização ganharam importância para o planejamento de longo prazo, conduzido pelos países. Em Jun.2025, 66 países haviam concluído suas estratégias e outros 24 estavam desenvolvendo uma. Embora todas estejam amplamente alinhadas com as metas da IA2030, o monitoramento sistemático de sua implementação permanece limitado e as necessidades orçamentárias são frequentemente mal integradas ao financiamento nacional da saúde.

16. Iniciativas como a Big Catch-Up ajudaram a reduzir as lacunas de imunidade relacionadas à pandemia para doenças preveníveis por vacinação, alcançando mais de 11 milhões de crianças anteriormente não-vacinadas, ou com vacinação incompleta, até meados de 2025 e estabelecendo políticas de vacinação de recuperação como rotina em muitos países. No entanto, atrasos na implementação, prioridades nacionais concorrentes, desafios no rastreamento de dados e restrições de financiamento significam que é improvável que as metas definidas pelos países, para 2025, sejam totalmente atingidas.

17. Em nível regional, os grupos consultivos técnicos regionais de imunização e outros mecanismos de coordenação contextualizaram e impulsionaram a IA2030 por meio de estratégias e estruturas regionais.

18. Globalmente, o Conselho de Parceria da IA2030 e o Grupo de Coordenação da IA2030 servem como fóruns de liderança e coordenação para os parceiros que apoiam a IA2030. A revisão de meio termo constatou o seguinte:

• O valor do Conselho reside principalmente no compartilhamento de informações e na liderança em alto nível. Embora útil para isso, o Conselho deve ser re-afirmado como o fórum estratégico global para a imunização, facilitando o trabalho liderado por regiões e países.

• O Grupo de Coordenação desempenha um papel útil na síntese de ideias, no apoio à elaboração de relatórios e na proposição de soluções para problemas. Ele deve ser mais capacitado para promover ações coletivas por meio do acesso a recursos, um mandato mais claro e um forte envolvimento regional.

• Os grupos de trabalho da IA2030 foram concebidos para apoiar a concretização das prioridades estratégicas e obtiveram algum sucesso. No entanto, poderiam ser simplificados e concentrar-se mais em resultados práticos.

• O Secretariado da IA2030 desempenha um importante papel de coordenação, mas requer um modelo de financiamento sustentável, para o período de 2026-2030.

19. A coordenação entre os níveis nacional, regional e global tem se mostrado um desafio persistente. Capacidade, recursos, distância e vontade política têm sido fatores determinantes. 

Recomendações para 2026-2030

20. A revisão de meio termo recomenda uma abordagem de "construção a partir daqui": reafirmar o compromisso com a visão e as prioridades estratégicas da IA2030, ao mesmo tempo que se recalibra a governança e os modelos de implementação para concentrar os esforços onde são mais necessários.

21. A visão da IA2030 é mais válida do que nunca: um mundo onde todos, em todos os lugares e em todas as idades, se beneficiem de vacinas para uma boa saúde e bem-estar. Os Estados-Membros e os parceiros devem reafirmar o seu compromisso com as metas da IA2030, centrando-se em:

• alcançar uma taxa de cobertura de pelo menos 90% para as vacinas essenciais

• alcançar uma redução de 50% no número de crianças sem nenhuma dose da vacina

• preparar-se e responder a surtos de sarampo, poliomielite, outras doenças importantes preveníveis por vacinação e a epidemias, ou pandemias

22. Os países devem continuar a desenvolver e implementar estratégias nacionais de imunização como base para a atividade liderada pelo país e para a sustentabilidade. Os parceiros devem alinhar a sua assistência técnica e financeira com estas estratégias, apoiando a integração da imunização nas agendas mais amplas de cuidados primários de saúde e cobertura universal de saúde, reforçando a mobilização de recursos internos, apoiando a priorização nacional para gerir as compensações e prioridades concorrentes e desenvolvendo a capacidade local para a geração de evidências, a tomada de decisões baseada em dados e os ciclos de ação.

23. Para além de prestar apoio geral, os parceiros de implementação devem concentrar-se nas duas áreas seguintes.

• A imunização em contextos frágeis, afetados por conflitos e vulneráveis ​​deve permanecer uma prioridade global. Especificamente, o financiamento relacionado deve ser reservado para refletir os custos mais elevados de implementação e integrar estratégias de imunização, humanitárias e de desenvolvimento. As estratégias da IA2030 devem adotar abordagens específicas para cada fase do conflito, que reconheçam as complexidades de atender às populações envolvidas e a necessidade de adaptar os modelos de implementação. As parcerias locais devem ser aproveitadas para lidar com a complexidade política e operacional, construir confiança e sustentar o engajamento da comunidade.

• A IA2030 deve priorizar o apoio a países de renda média onde os níveis gerais de cobertura estão estagnados e/ou onde há um número crescente de surtos de doenças preveníveis por vacinação. A equipe de trabalho dedicada e inter-parceira da IA2030, recentemente criada, deve receber os recursos, o mandato e os objetivos necessários para apoiar esses países.

24. A governança da IA2030 deve ser ainda mais fortalecida para ampliar o impacto.

• O Conselho de Parceria deve ser reafirmado como o fórum estratégico e de coordenação global para a imunização. Sempre que possível, a supervisão de iniciativas globais de imunização dispersas deve ser consolidada no âmbito do Conselho, aumentando seu mandato e reduzindo a fragmentação.

• O Grupo de Coordenação deve ser capacitado para coordenar verdadeiramente as atividades entre os parceiros, inclusive com recursos para encomendar atividades para prioridades definidas coletivamente. Essas atividades podem ser de natureza financeira, ou envolver a criação de equipes conjuntas.

• Os grupos de trabalho globais permanentes devem ser transformados, na maioria dos casos, em equipes de trabalho com prazos definidos e foco em resultados. Os grupos que permanecerem devem ter recursos adequados, apresentar resultados claros e ser o fórum central para sua área de atuação, a fim de minimizar a duplicação de esforços.

• Os grupos de coordenação regionais devem ser fortalecidos e capacitados para liderar ações e respostas regionais, por meio da clarificação de mandatos, com participação inclusiva e mecanismos de responsabilização, além de recursos adequados para apoiar o planejamento e a execução da imunização liderados pela região.

25. O monitoramento deve minimizar as demandas de relatórios de cima para baixo, priorizando ciclos de ação relevantes localmente, construídos de baixo para cima. Os países devem ser auxiliados a:

: incorporar o uso de dados sub-nacionais em suas estratégias nacionais de imunização e planejamento operacional

: desagregar dados para identificar desigualdades 

: fortalecer os sistemas digitais de imunização que estejam integrados a outros sistemas digitais de saúde. 

Global e regionalmente, o foco deve ser em:

: comparações entre países
: responsabilização por compromissos coletivos
: defesa baseada em dados
: publicação oportuna de dados

26. Por fim, a IA2030 deve manter o ímpeto em direção às metas de 2030 e olhar para a próxima década. Os Estados-Membros e parceiros devem trabalhar para moldar o futuro da imunização dentro do contexto global de saúde em constante mudança. Isso inclui revisar e harmonizar as estruturas de governança específicas para cada doença, integrar ainda mais a imunização à atenção primária à saúde em geral e reconhecer a relevância da imunização para a preparação e resposta a surtos e epidemias, aproveitar novas tecnologias e apoiar os esforços dos países para alcançar prioridades nacionais e programas sustentáveis ​​em meio à diminuição do financiamento externo.

Conclusões

27. A revisão de meio termo reconhece que a imunização continua sendo uma das intervenções de saúde pública mais bem-sucedidas, salvando milhões de vidas em todo o mundo a cada ano. No entanto, a implementação da IA2030 está atrasada. Sem ação acelerada e reforma da governança, o progresso corre o risco de estagnar. Ao mesmo tempo, existem oportunidades para aproveitar o sucesso das novas introduções de vacinas, fortalecer a apropriação nacional e integrar a imunização em sistemas de saúde mais amplos, reconhecendo que isso é fundamental para a agenda mais abrangente de segurança sanitária e preparação para surtos.

28. Atingir as metas da IA2030 exigirá um compromisso renovado dos Estados-Membros e parceiros, um foco renovado em crianças sem nenhuma dose da vacina e na equidade, bem como uma governança fortalecida e preparação para a resiliência e sustentabilidade do programa a longo prazo, para além de 2030.

Ações do Conselho Executivo

29. O Conselho é convidado a tomar conhecimento do relatório e a apresentar comentários e orientações relativamente às questões abaixo indicadas.

• Os Estados-Membros apoiam as recomendações propostas para a evolução da IA2030, para o período 2026-2030, incluindo a concretização dos objetivos de 2030 e a satisfação das exigências do futuro da imunização, que está em rápida evolução e a longo prazo?

• Como podem os Estados-Membros reforçar a apropriação e a responsabilização pelos resultados da imunização, especialmente no contexto da diminuição do financiamento externo - incluindo através da integração nos quadros de saúde e de financiamento, da redução das desigualdades no acesso à vacina e do envolvimento da comunidade para reconstruir a confiança e reforçar a procura?

• Como podem os parceiros de desenvolvimento e técnicos alinhar melhor os investimentos e o apoio coletivos com as prioridades lideradas pelos países - garantindo que os esforços de financiamento, inovação e capacitação promovam diretamente os objetivos da IA2030 e fortaleçam os sistemas locais?

• Que ações e abordagens adicionais seriam necessárias para reforçar a liderança técnica e de convocação da OMS para impulsionar a IA2030 e as reformas de governança, promover a colaboração e o aprendizado regionais e garantir que a imunização esteja totalmente integrada às agendas de atenção primária à saúde, cobertura universal de saúde e preparação para emergências? --FIM DA TRADUÇÃO

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

4 grandes grupos internacionais de trabalho financeiro demasiado discretos

Em 30.Jan.2026, o Diário Oficial da União publicou o Despacho de 29 de janeiro de 2026 do Banco Central do Brasil: 
"(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores: 

Eduardo Andrade Lima Vidal de Araujo, a fim de participar do Credit Risk and Large Exposure Group (CRLE), promovido pelo Banco de Compensações* Internacionais (BIS), em Basileia, Suíça, no período de 1º a 4 de março de 2026, com ônus;

FABIANO RUIZ DUTRA, a fim de participar da Operational Resilience Group (ORG) Meeting, promovida pelo Banco de Compensações* Internacionais (BIS), em Basileia, Suíça, no período de 2 a 6 de março de 2026, com ônus;

PAULO PICCHETTI, a fim de participar das Meetings of the Consultative Council for the Americas (CCA) with Private Sector Participants, promovidas pelo Federal Reserve Bank of New York e pelo Banco de Compensações* Internacionais (BIS), em Nova Iorque, e das Spring Meetings, promovidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial, em Washington, EUA, no período de 11 a 19 de abril de 2026, com ônus;

JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar da reunião do Policy and Standards Group (PSG), promovida pelo Banco de Compensações* Internacionais (BIS), em Hong Kong, Hong Kong, no período de 11 a 16 de abril de 2026, com ônus.
*do original Bank for International Settlements, que no CDS é traduzido como Banco para Assentamentos Internacionais.

3 Grupos + 1 Conselho
⬝ Credit Risk and Large Exposure Group (CRLE)
⬝ Operational Resilience Group (ORG)
⬝ Consultative Council for the Americas (CCA)
⬝ Policy and Standards Group (PSG)
Grupo de Risco de Crédito e Grandes Exposições (CRLE)
Grupo de Resiliência Operacional (ORG)
Conselho Consultivo para as Américas (CCA)
Grupo de Políticas e Padrões (PSG)

Excepto o Conselho Consultivo para as Américas (CCA), os demais 3 grupos financeiros são de rara exposição e nenhum, ou raros documentos são publicados pelos mesmos em domínio público.

⬝ Credit Risk and Large Exposure Group (CRLE)
Grupo de Risco de Crédito e Grandes Exposições (CRLE)

Virtualmente, é quase como se o grupo não existisse.

Guowei Zhang, Diretor-Geral e Chefe de Política de Capital da SIFMA [Associação da Indústria de Valores Mobiliários e Mercados Financeiros] | "(...) Ele foi membro do grupo de risco de mercado da Basileia e do grupo de risco de crédito e grandes exposições da Basileia. Ele também participou do grupo de capital e alavancagem da Basileia."

⬝ Operational Resilience Group (ORG)
Grupo de Resiliência Operacional (ORG)

⬝ Nenhuma menção ao grupo no site do BIS.
⬝ É mencionado em outras fontes.
⬝ Outras instituições também possuem grupo de resiliência operacional..

27.Set.2018
GFMA - Associação Global de Mercados Financeiros
"HONG KONG, LONDRES e WASHINGTON - A Associação Global dos Mercados Financeiros (GFMA) saúda a iniciativa do Comitê de Basileia de criar um "Grupo de Resiliência Operacional (ORG)". A Associação Global dos Mercados Financeiros (GFMA) saúda a iniciativa do Comitê de Basileia de criar um "Grupo de Resiliência Operacional (ORG)" para apoiar o setor de serviços financeiros na obtenção de uma maior resiliência operacional do sistema financeiro, suas empresas, IMFs (Instituições de Mercados Financeiros) e outras partes interessadas relevantes."
Out.2018
Banco central do Brasil
(...)
Organizações internacionais tomaram os resultados desta pesquisa como ponto de partida para o desenvolvimento de diversas iniciativas. Entre elas, o Brasil participa ativamente de 2 grupos de trabalho:
(...)
Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do BCBS - este grupo está trabalhando na identificação e definição de práticas de resiliência cibernética no setor bancário.

19.Mar.2020
AFME - Associação para Mercados Financeiros na Europa
Além disso, a AFME recomenda que a Comissão leve em consideração que o Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia (BCBS) planeja publicar definições e orientações específicas sobre Resiliência Operacional no primeiro trimestre de 2020.

06.Ago.2020
BIS
Grupo de Resiliência Operacional (ORG-BCBS/BIS)



Set.2020
Governo do Canadá
Escritório do Superintendente de Instituições Financeiras do Canadá
Desenvolvimento de políticas internacionais sobre resiliência operacional | Em 06.Ago.2020, o Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia (BCBS) divulgou um documento consultivo sobre os Princípios para a resiliência operacional dos bancos. O ORG define resiliência operacional como "a capacidade de um banco de manter suas operações críticas mesmo em situações de interrupção". O Comitê também divulgou Revisões dos princípios para a gestão adequada do risco operacional para consulta pública. Como membro do BCBS, a OSFI participa deste trabalho e será informada pelos resultados do processo consultivo.

Set.2021
Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal
Relatório ao Congresso
O BCBS atua como o principal órgão global de definição de padrões para a regulação prudencial dos bancos e fornece um fórum para cooperação em assuntos de supervisão bancária. O Diretor Adjunto de Supervisão e Regulação do Conselho presidiu o Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do BCBS. Em Mar.2021, o BCBS publicou os Princípios para Resiliência Operacional e os Princípios para a Gestão Sólida do Risco Operacional, cuja elaboração foi de responsabilidade do ORG. Esses documentos destacam a importância da gestão sólida do risco operacional, incluindo a gestão do risco cibernético, e estão alinhados com as diretrizes divulgadas pelo Conselho sobre resiliência operacional.

13.Mar.2023
Banco Central do Brasil
TATIANA DE OLIVEIRA PEREIRA, a fim de participar do Workstream 1 do Operational Resilience Group (ORG), promovido pelo Comitê de Supervisão Bancária da Basileia (BCBS) do Banco de Compensações Internacionais (BIS), em  Basileia, Suíça, no período de 24 a 28 de abril de 2023, com ônus;

26.Mar.2024
Banco Central do Brasil
FABIANO RUIZ DUTRA, a fim de participar de reunião do Operational Resilience Group (ORG), promovida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Nova Iorque, EUA, no período de 1º a 5 de abril de 2024, com ônus;

16.Abr.2025
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores: (...) ALEX AALTONEN, a fim de participar da Operational  Resilience Group (ORG) Meeting, promovida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Nova Iorque, EUA, no período de 31 de maio a 5 de junho de 2025, com ônus;
(...)

26.Jun.2025
Banco da Inglaterra
Relatório Anual de 18.Dez.2024 a 25.Jun.2025
Ao longo de 2025, o Banco continuou a apoiar o trabalho internacional sobre a resiliência das IFM (Instituições Financeiras de Manufatura) desempenhando um papel ativo no Grupo de Resiliência Operacional (ORG) CPMI-IOSCO [Comité em Pagamentos e Infraestruturas de Mercado (CPMI-BIS) e Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários (IOSCO)]. (...) A ORG está explorando estes tópicos e continuará a dialogar com a indústria ao longo deste processo. (...) Continuamos a apoiar ativamente iniciativas internacionais sobre resiliência operacional de infraestruturas de manufatura financiadas (FMI, na sigla em inglês), participando no Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do CPMI-IOSCO. Este trabalho inclui linhas de pesquisa focadas na resiliência operacional de terceiros e na resiliência cibernética, considerando os riscos associados a prestadores de serviços terceirizados e à terceirização. O ORG tem interagido e continuará a interagir com a indústria para contribuir com o seu trabalho.

15.Jul.2025
Tesouro de Sua Majestade
O Banco também desempenha um papel ativo no Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do CPMI-IOSCO

ASIFMA - Associação da Indústria de Valores Mobiliários e Mercados Financeiros da Ásia
Kenrin Nishimura | Diretor Adjunto do Escritório de Normas Prudenciais da Agência de Serviços Financeiros do Governo do Japão | Kenrin trabalhou no Banco do Japão e na Agência de Serviços Financeiros (FSA) como supervisor financeiro e formulador de políticas de regulação financeira. Ele representa a FSA no Grupo de Resiliência Operacional (ORG) do Comitê de Basileia desde 2019, onde contribuiu para o desenvolvimento dos Princípios de Resiliência Operacional. Ele também lidera a equipe responsável pelo desenvolvimento da legislação nacional sobre a abordagem de mensuração padronizada de risco operacional de Basileia 3.

⬝ Consultative Council for the Americas (CCA)
Conselho Consultivo para as Américas (CCA)

05.Jul.2019
Ministério da Economia
Banco Central do Brasil
Área de Administração
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO ANDRE CALVINO MARQUES PEREIRA, a fim de participar da Annual Meeting of the Consultative Group of Directors of Financial Stability (CGDFS) of the Consultative Council for the Americas (CCA) [Reunião anual do Grupo Consultivo de Diretores de Estabilidade Financeira do Conselho Consultivo para as Américas], promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Lima, Peru, no período de 24 a 28 de setembro de 2019, com ônus.

22.Set.2022
Banco Central do Brasil
O PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso da competência estabelecida pelo Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995, alterado pelo Decreto nº 10.789, de 8 de setembro de 2021, na forma do disposto no art. 1º, inciso IV, autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
FERNANDA MAGALHAES RUMENOS GUARDADO, a fim de participar (...) e da Meeting of the Consultative Council for the Americas (CCA), promovida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) e pelo Federal Reserve Bank of New York, em Nova Iorque, EUA, no período de 8 a 19 de outubro de 2022, com ônus;

14.Mar.2024
EDUARDO URBANSKI BUENO, a fim de assessorar o Presidente do Banco Central do Brasil na Seventh High-Level Roundtable of Governors and Asset Managers e na Fourth Roundtable of the Consultative Council for the Americas (CCA) Governors with New York-based Chief Economists and Strategists for Latin America, promovidas pelo Consultative Council for the Americas (CCA) [Sétima Mesa Redonda de Alto Nível de Governadores e Gestores de Ativos e na Quarta Mesa Redonda do Conselho Consultivo para as Américas (CCA) de Governadores com Economistas-Chefes e Estrategistas para a América Latina sediados em Nova York, promovidas pelo Conselho Consultivo para as Américas (CCA)] do Banco de Compensações Internacionais (BIS) e em reuniões com investidores institucionais, em Nova Iorque e nas 2024 Spring Meetings, promovidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial; nas Reuniões de Ministros da Fazenda e Presidentes de Bancos Centrais, promovida pelo G20 e em reuniões e palestras diversas com investidores institucionais, em Washington, EUA, no período de 14 a 22 de abril de 2024, com ônus;

04.Abr.2024
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
PAULO PICCHETTI, a fim de participar do High-level meeting of the Consultative Council for the Americas (CCA) Governors and the private sector, promovido pelo Federal Reserve Bank of New York e pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) e das Spring Meetings, promovidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial, em Nova Iorque e em Washington, EUA, no período de 13 a 21 de abril de 2024, com ônus;

14.Nov.2024
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
MARCOS VALLI JORGE, a fim de apresentar o artigo "Mitigating policies for pollutant emissionsin a DSGE for the Brazilian economy" na 14th BIS Consultative Council for the Americas (CCA) Research Conference e participar da Conference of the Network for the Greening of the Financial System (NGFS) Expert Network ["Políticas de mitigação de emissões de poluentes em um DSGE para a economia brasileira" na 14ª Conferência de Pesquisa do Conselho Consultivo do BIS para as Américas (CCA) e participação na Conferência da Rede de Especialistas para o Ecologização do Sistema Financeiro (NGFS)], promovidas pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Bogotá, Colômbia, no período de 1º a 6 de dezembro de 2024, com ônus;

21.Fev.2025
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
RENATO DIAS DE BRITO GOMES, a fim de participar do Meeting of the Consultative Council for the Americas (CCA) Group on Innovation and the Digital Economy (CGIDE), promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), na Cidade do México, México, no período de 12 a 16 de março de 2025, com ônus;

PAULO PICCHETTI, a fim de participar da High-level Meeting of the Consultative Council for the Americas (CCA) Governors and the Private Sector, promovida pelo Federal Reserve Bank of New York (FED-NY) e pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Nova Iorque (...) EUA, no período de 20 a 27 de abril de 2025, com ônus;

⬝ Policy and Standards Group (PSG)
Grupo de Políticas e Padrões (PSG)

BIS
Grupo de Políticas e Padrões | O Grupo de Políticas e Padrões (PSG) lidera o trabalho do Comitê no desenvolvimento e implementação de normas prudenciais comuns, com o objetivo de garantir condições equitativas entre os bancos que atuam internacionalmente e fortalecer a regulamentação bancária em todo o mundo.
co-Presidente: Arthur Yuen, Autoridade Monetária de Hong Kong
co-Presidente: Korbinian Ibel, Banco Central Europeu

05.Out.2022
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
KATHLEEN KRAUSE, a fim de participar da Policy and Standards Group (PSG) meeting, promovida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Frankfurt, Alemanha, no período de 24 a 28 de outubro de 2022, com ônus;

27.Mar.2023
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar de reunião do Policy and Standards Group (PSG), promovido pelo Bank of England (BoE), em Londres, Reino Unido, no período de 14 a 18 de maio de 2023, com ônus.

21.Mai.2024
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar do Policy and Standards Group (PSG), promovido pelo Comitê de Supervisão Bancária de Basileia (BCBS), em Dresden, Alemanha, no período de 26 a 30 de maio de 2024, com ônus;

10.Out.2024
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar do Policy and Standards Group (PSG), promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Seul, Coreia do Sul, no período de 20 a 26 de outubro de 2024, com ônus;

18.Mar.2025
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar da reunião do Policy and Standards Group (PSG), promovida pelo Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia (BCBS) do Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Roma, Itália, no período de 30 de março a 3 de abril de 2025, com ônus;

18.Set.2025
Banco Central do Brasil
(...) autoriza o afastamento do país dos seguintes servidores:
JOAO LUIS RESENDE, a fim de participar da reunião do Policy and Standards Group (PSG), promovida pelo Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia (BCBS) do Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Tóquio, Japão, no período de 19 a 25 de outubro de 2025, com ônus;

Pacto Digital Canadá-União Europeia

O Pacto Digital Canadá-União Europeia aproxima a humanidade de uma governança mundial funcionando  em uma plataforma digital única mundial, ...

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