segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Anticorpos monoclonais: produtos biológicos não-naturais produzidos em ratos e injectados em humanos


Produtos biológicos transformados, produzidos em ratos e previamente não-existentes na Natureza, estão sendo injectados na população, fruto de contratos entre farmacêuticas bio-tecnológicas e Governos, com promessas de cura e prevenção.

Cruzam células de ratos com células de cancer/cancro > resultam em anticorpos que, previamente, não-existiam na Natureza > injetam-nos em humanos

No Diário Oficial da União existem 280 publicações, desde 2013, mencionando anticorpos monoclonais. A publicação mais antiga que aparece, é de 25.Set.2013 e diz:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 20 DE SETEMBRO DE 2013
Baixa a Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos
6.3.22. Produção de anticorpos monoclonais

Os anticorpos monoclonais são anticorpos (glóbulos brancos) produzidos em laboratório, em ratos e que não existiam na Natureza. 
São um dos novos produtos bio-tencológicos mais promissores e são produzidos em ratos. Para mim, é um tipo de magia negra misturada com frankensteinismo, camuflada por designs futuristas. O Butantan não especifica a origem da "célula produtora de um único anticorpo"...

"Um anticorpo monoclonal existe quando a gente consegue em laboratório, por alguns métodos, cultivar uma célula produtora de um único anticorpo e reproduzi-lo em quantidades ilimitadas"
... mas o Butantan explica:
"anticorpos monoclonais são desenvolvidos por meio de duas tecnologias, uma delas chamada hibridomas"
A empresa Danaher compartilha mais detalhes da tecnologia hibridoma, que cria anticorpos que não existem na Natureza, para aplicação clínica em humanos, a partir de células de "animal":




Tecnologia de Hibridomas
produção de anticorpos monoclonais

O que são Hibridomas? 

A tecnologia de hibridomas é utilizada para produzir anticorpos monoclonais (mAbs). Ela envolve a fusão de células B, que produzem anticorpos, com células de mieloma, que são células cancerosas capazes de crescer indefinidamente. As células híbridas resultantes, conhecidas como hibridomas, podem produzir grandes quantidades de mAbs idênticos direcionados a um antígeno específico. O processo geral de criação de hibridomas envolve várias etapas, incluindo a imunização de um animal com o antígeno de interesse, a coleta de células B do baço, a fusão das células B com células de mieloma utilizando um método químico, ou elétrico, a seleção dos hibridomas que produzem o anticorpo desejado e finalmente, o cultivo e a manutenção dos hibridomas selecionados.

Produção de Hibridomas Geradores de Anticorpos Imunização

A 1ª etapa consiste em imunizar um animal com um antígeno de interesse. O sistema imunológico do animal produzirá células B que fabricam anticorpos específicos para esse antígeno.

Isolamento celular

Tanto os plasmócitos (células B efetoras), quanto as células B de memória, são produzidos por meio da diferenciação de células B, processo que ocorre nos tecidos linfoides do sistema imunológico [do animal], incluindo a medula óssea, os linfonodos e o baço. Células B derivadas dessas fontes [do animal] são utilizadas para a obtenção de hibridomas produtores de anticorpos. Células tumorais de mieloma, que permitem a divisão celular contínua, são cultivadas em condições de meio especiais e isoladas para a hibridização com as células B.

Fusão celular

As células B são então fundidas com células de mieloma imortalizadas. A fusão é tipicamente realizada utilizando métodos químicos, ou elétricos:

Fusão Química: O polietilenoglicol (PEG), um polímero solúvel em água capaz de fundir membranas celulares, permite que as células B e as células de mieloma se unam em uma única célula híbrida. O tratamento com PEG é geralmente realizado na presença de uma alta concentração de íons cálcio para ajudar a estabilizar a célula híbrida recém-formada. Após a fusão, as células são lavadas para remover o PEG e quaisquer células não fundidas e em seguida, plaqueadas em meio de cultura para permitir o crescimento dos hibridomas fundidos.

Fusão Elétrica: A fusão de hibridomas ocorre utilizando um campo elétrico para criar pequenos poros nas membranas das células B e das células de mieloma. As células são então aproximadas para permitir que os poros se unam, criando uma única célula híbrida. O método elétrico é geralmente realizado com um eletroporador, que aplica um campo elétrico sobre as células. As condições do pulso elétrico - como voltagem, duração e número de pulsos - podem ser otimizadas para alcançar a melhor eficiência de fusão.

Seleção e Triagem

A deficiência da enzima hipoxantina-guanina fosforibosiltransferase (HGPRT) nas células de mieloma permite a seleção de células de hibridoma em meio HAT; essas células passam por uma triagem para identificar os hibridomas que produzem o anticorpo desejado. A triagem é tipicamente realizada utilizando ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA) ou citometria de fluxo.

ELISA: O antígeno de interesse é imobilizado em uma superfície, como o poço de uma microplaca. Os sobrenadantes da cultura de hibridomas são então adicionados à placa, e os hibridomas que produzem o anticorpo desejado se ligarão ao antígeno. Reagentes de detecção, como um anticorpo secundário conjugado a uma enzima, são então adicionados para detectar o anticorpo ligado. Assim, é possível identificar hibridomas positivos, indicando que o anticorpo está ligado ao antígeno.

Citometria de Fluxo: Para identificar células de hibridoma produtoras de anticorpos, as células são primeiramente marcadas com anticorpos fluorescentes que se ligam especificamente ao anticorpo (ligado ao antígeno) presente na superfície celular. Quando as células são introduzidas em um citômetro de fluxo, elas passam por um feixe de laser que excita os marcadores fluorescentes presentes nas células. O citômetro de fluxo então detecta a emissão fluorescente resultante, e os dados são coletados e analisados ​​por um software especializado. Esses dados de citometria de fluxo podem fornecer informações sobre diferentes propriedades físicas das células, incluindo seu tamanho, granularidade e expressão de marcadores de superfície.

Clonagem

A monoclonalidade garante que células individuais sejam selecionadas e expandidas, de modo que cada célula produza os mesmos anticorpos monoclonais (mAbs). Vários fatores podem influenciar o sucesso da clonagem de células de hibridoma, incluindo a pureza e a viabilidade da população celular inicial, a escolha de condições de cultivo adequadas e o uso de fatores de crescimento e suplementos de meio apropriados. Além disso, o monitoramento e a triagem cuidadosos dos clones resultantes são necessários para assegurar que continuem produzindo o anticorpo desejado e mantenham sua estabilidade ao longo do tempo. Bancos de células de hibridoma mestres e de trabalho são preparados para criopreservação a longo prazo e uso imediato, respectivamente.

Caracterização

Uma vez clonados, os hibridomas passam por caracterização adicional para confirmar a produção do anticorpo desejado e determinar a especificidade, a afinidade e outras propriedades do anticorpo. Esse processo pode envolver ensaios adicionais, como Western blotting [absorção ocidental], imunoprecipitação, ou mapeamento de epítopos.

Produção

Por fim, os clones selecionados são cultivados em ambiente GMP para produzir grandes quantidades de mAbs. O aumento de escala para atender à demanda por maior produção é realizado com o uso de biorreatores, que proporcionam as condições ideais para o crescimento celular e a produção de anticorpos destinados a pesquisas ou aplicações clínicas.--FIM DA TRADUÇÃO

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