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sábado, 7 de junho de 2025

Digitalização: o novo dogma


No artigo Princípio da inevitabilidade digital (31.Mar.2025), questiono se a digitalização é o caminho único e inevitável de movimento e transformação civilizacional. 

Questiono, ainda, se tal entendimento é nosso, nascido de raciocínios longos, dedicados e profundos, ou se foi-nos incutido?


Os estudos que tenho vindo a fazer do Velho Mundo, junto com percepções trazidas por outros pensadores e pesquisadores do Velho Mundo, sugerem ser possível alcançar apogeus civilizacionais sem a presença da digitalização e concretizando a construção de estruturas que, hoje, para nós, são impossíveis de construir, mesmo com toda a tecnologia que dispômos.


No entanto, o pensamento vigente e imposto com uma força que ultrapassa a propaganda e chega a ser de programação mental da percepção da realidade, exclui qualquer outra possibilidade de desenvolvimento civilizacional eficaz, sem a digitalização.

Excertos dos Termos de Referência do Grupo de Trabalho sobre Transformação Digital da Indústria da Parceria BRICS para a Nova Revolução Industrial (Mai.2025) expõem este dogma digital e auxiliam-nos a compreender como funciona esta manipulação mental da percepção da realidade: neste caso, afirma-se o Princípio da Inevitabilidade Digital em diversos formatos, sem qualquer espaço de abertura para questionar se, a digitalização é verdadeiramente uma inevitabilidade, ou se existem outros caminhos eficazes possíveis de desenvolvimento civilizacional.

A postura dogmática do sistema impõem a falta de questionamentos em relação ao dogma digital - principalmente nas mentes que são programadas em instituições de ensino, desde que são crianças, moldadas pelo pensamento académico e neo-industrial (a tal 4ª Revolução Industrial): isto cria e já criou, uma geração digitalmente inconsequente, aberta para a integração da obediência e da submissão pessoal ao controle tecno-social digital, em pequenos gestos e jeitos-de-fazer-as-coisas do dia-a-dia.


A ideia de que, um país, se não seguir a 4ª Revolução Industrial e não fizer uma profunda transformação digital da sua indústria e sistemas de governança, financeiro, sanitarista, de transportes, comunicação, etc. e integrar inteligência artificial em tal processo, ficará para trás na corrida para o futuro e desaparecerá do mapa.

Porém, nenhum país do mundo está buscando desenvolver-se em termos de tecnologias electro-magnéticas, sendo esta uma força gratuita muito mais poderosa e capaz de gerar forças imensamente maiores do que as geradas pelas atuais usinas nucleares, barragens, termo-eléctricas, painéis solares, ou energia eólica. Por quê? 

O país que se desenvolvesse baseado no electro-magnetismo, mesmo militarmente, seria o mais poderoso da Terra - p.ex.: aquele que é apresentado como sendo um canhão de última geração é o Canhão Electromagnético da Índia, com velocidade dos projécteis acima dos 7.200 km/h e com alcance máximo até 400 kms...


... ou o Canhão Electro-magnético de Israel com velocidade do projéctil acima dos 8.600 km/h e com alcance entre 150 e 200 kms.


O estudo e a aplicação de tecnologias de captação e manipulação das forças electro-magnéticas, de forma gratuita, individual e familiar com potencial de distribuição por toda a comunidade, não tem a mínima possibilidade de aproximação em eventos onde o dogma da digitalização, predomina - o que está acontecendo em maior parte dos eventos, instituições e corporações de todo o mundo.

Mai.2025
Destaques CDS da manifestação do dogma da digitalização sendo empurrado como algo inquestionável, inevitável, que deve ser almejado e incentivado por todos. Uma verdadeira religião sendo forçadamente plugada na percepção mental da realidade das populações.


"A transformação da indústria digital, abrangendo tecnologias como IA, IoT, computação em nuvem e análise de big data, representa um campo crucial na nova rodada de revolução científica e tecnológica e transformação industrial. Essas tecnologias são elementos indispensáveis ​​para aumentar a produtividade, a eficiência e a inovação em todos os setores do mundo."

"(...) a transformação digital, como chave para aproveitar as oportunidades estratégicas (...)"

"É necessário que os países BRICS explorem oportunidades para aumentar as capacidades de construção em digitalização (...)"

"O objetivo é promover conjuntamente as capacidades de transformação da indústria digital nos países do BRICS (...)"

"Incentivar os departamentos governamentais relevantes, organizações de normalização, instituições de pesquisa, empresas e associações industriais nos países membros do BRICS a explorar a cooperação na definição de padrões para a digitalização da indústria."

"Incentivar organizações e instituições públicas, privadas e internacionais nas áreas de digitalização da indústria (...)"

"Cada estado membro do BRICS designará alguns especialistas [sacerdotes] para trocar conhecimento sobre o trabalho de transformação digital em seus países com o governo, a indústria e a academia."

Para instaurar e acelerar a instauração do novo modelo civilizacional de controle tecno-social cada vez mais absoluto, são mencionados:

"Cimeira"
"Programas de treinamento e reciclagem em áreas relacionadas à industrialização digital"
"Reuniões"
"Grupo de Trabalho"
"Seminários técnicos"
"Plataforma de comunicação regular nas áreas de transformação digital da indústria entre os países do BRICS"
"Atividades de compartilhamento de conhecimento e capacitação em tecnologias digitais essenciais para aplicações industriais"
"Desenvolver e implementar soluções de transformação digital da indústria"

Invariavelmente, o sistema financeiro no centro de tudo, possibilitando o movimento daqueles que querem se movimentar na construção e instauração do novo modelo civilizacional de controle tecno-social cada vez mais absoluto [repito]:

"Os membros são incentivados a explorar a possibilidade de buscar apoio financeiro do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS e de outras instituições, conforme a necessidade."

A "inevitabilidade digital" tem financiadores.

sábado, 10 de maio de 2025

O plano dos investidores e o fim das 3 religiões monoteístas


Considerando o tamanho do poder e da riqueza daqueles que focam os seus investimentos bilionários na construção de um modelo civilizacional de poderes institucionais mundialmente centralizados e de controle tecno-social absolutista, todas as cadeiras-de-poder nos mais altos níveis das hierarquias de governança institucional e corporativa, nacionais e internacionais, estão ocupadas por mentes previamente programadas pela força de inversão para serem agentes da instauração da agenda internacional.

Considero que, uma das principais etapas da força de inversão da agenda internacional é o caos generalizado, de forma a destruir, o máximo possível, daquilo que estava instaurado e instaurar algo, o mais invertido possível, às Leis Naturais. 

Neste momento, devido a existir, no sistema, a necessidade de manipulação mental da percepção da realidade dos povos em geral, a agenda é judaica em essência, logo, messiânica e apocalíptica.

A percepção apocalíptica proporcionada pelas 3 grandes religiões monoteístas serve para, entre outras coisas, assentar a percepção ilusória:

⬝ das mudanças climáticas causadas por CO₂
⬝ do excesso populacional
⬝ de uma realidade de escassez e carência 
⬝ do potencial perigo de extinção da humanidade

Mas isto é apenas uma necessidade momentânea: o caos está sendo instaurado pelo choque entre religiões e culturas, gerado pelo projeto de migração planejada da Europa e dos EUA: havendo um apagão de energia perlongado, ou uma quebra perlongada no fornecimento de bens essenciais, as cidades estão prontas para o conflito generalizado nas ruas, entre bairros, religiões e raças.

Um dos objetivos da agenda é acabar com a trilogia religiosa monoteísta, mas, hoje, é principalmente por elas que os investidores estão fazendo o caos crescer.

Neste momento, o objetivo é conduzir os povos até ao ponto de irreversibilidade da instauração do novo modelo civilizacional e quem sabe, da formatação biológica da humanidade.

Talvez já tenhamos passado este ponto. E talvez, o que esteja apenas faltando, seja o rastilho certo ser aceso, no momento certo, para o caos não mais parar de crescer até um apogeu: após este apogeu, os investidores planejam erguer um salvador/messias e as 3 religiões não mais serão necessárias: nasce um novo modelo social, religioso, de memória e percepção cosmológica.

A história e a cosmologia predominantes na mente dos povos, após o apogeu do caos, continuarão sendo as que o sistema quiser.

Isto é, para mim, parte do plano dos investidores.

terça-feira, 31 de março de 2020

O brasileiro não precisa pagar imposto!

O Brasil é o país mais rico do mundo! Não é o Brasil que precisa do mundo: é o mundo que precisa do Brasil! Considerando a quantidade de riqueza existente e gerada no Brasil, o povo brasileiro não precisa, sequer, de pagar imposto para  acabar com a fome, a miséria e a pobreza na Nação e simultaneamente ter acesso GRATUITO a serviços dignos, modernos e eficazes de saúde, transportes, estradas, comunicação, educação, etc. Mas como será possível chegar aqui?


Se, invés de vender as fontes dos recursos naturais (privatização) para corporações trans-nacionais, o Brasil passar a...

▪ explorar, ele mesmo, as matérias-primas geradas por tais fontes;

▪ VENDER licenças de exploração unicamente para empresas nacionais e jamais para empresas estrangeiras, mesmo quando estas estão registradas como brasileiras;

▪ VENDER para o estrangeiro (exportação) as matérias-primas de tais fontes dentro das verdadeiras cotações de mercado;

▪ processar/refinar as matérias-primas que consome e parar de comprar os refinamentos de empresas estrangeiras (importação);

VENDER (exportar) os processamentos/refinamentos das matérias-primas exploradas em solo nacional dentro das verdadeiras cotações de mercado;

▪ taxar as grandes fortunas; 

Se o Brasil fizer isto, a fome, a miséria e a pobreza deixarão de existir na Nação. Quem apresenta soluções que incluem continuar cobrar imposto da população brasileira, ou não tem consciência da quantidade de riqueza existente no território brasileiro, ou está defendendo a continuidade da ESCRAVIDÃO física e mental do povo. 

Mina de de Parauapebas pertencente à Vale S.A., empresa não-brasileira

Obviamente que este panorama só é possível havendo AMPLO INVESTIMENTO...

▪ na formação técnica de uma grande parcela da população;

▪ nas mentes brilhantes brasileiras;

▪ no desenvolvimento de tecnologias brasileiras;


Taxar as grandes fortunas iria fazer os grandes investidores/corporações fugir do Brasil, aumentar a taxa de desemprego, diminuir as exportações e consequentemente, tornar o Brasil um país mais pobre?


Esta pergunta, em si mesma, é uma armadilha que nos conduz a pensar de forma errada, usando como premissa que o Brasil precisa do investimento das corporações internacionais para se poder desenvolver.

O panorama é o seguinte:

▪ o Brasil é o país mais rico do mundo;

▪ o mundo precisa do Brasil, mas o Brasil não precisa do mundo (em questão de recursos minerais, incluindo água e alimentos) – ou seja, o Brasil tem capacidade para ser auto-suficiente, mesmo se fechar as suas fronteiras a todos os recursos externos;

▪ o Brasil está invadido por interesses corporativos trans-nacionais;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais impedem que o Brasil se desenvolva em termos tecnológicos;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais impedem o investimento nas imensas brilhantes mentes brasileiras – muitas delas, jovens – que desejam investir seu tempo, energia e inteligência em benefício da Nação;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais ludibriam as mais jovens brilhantes mentes brasileiras oferecendo-lhes bolsas de estudos no estrangeiro, onde estas são formatadas e programadas para, quando regressarem ao Brasil, trabalharem em prol dos interesses das corporações trans-nacionais e jamais em prol da Nação Brasil – raras são as mentes que vão estudar no estrangeiro e regressam imunes a tais programações;

▪ o Brasil tem as infraestruturas estatais e sociais em geral, amplamente infiltradas por mentes programadas pelos interesses corporativos trans-nacionais, trabalhando em prol destas e não em prol dos interesses da Nação Brasil;

▪ a Engenharia social que programa as mentes para trabalharem em prol dos interesses corporativos trans-nacionais já está agindo há muito tempo através das mídias, programando, assim, toda a gama de mentes brasileiras - mesmo as que não saíram do país, chegando até às mentes mais simples de todos os estratos sociais;

▪ um dos mais eficientes programas de controle mental aplicados pelos interesses corporativos trans-nacionais é o de dividir-para-conquistar: por isso estamos testemunhando à ruptura do Brasil em conflitos ideológicos cada vez mais intensos - convém observar muito atentamente o modo como estamos lidando com as pessoas: estamos trabalhando em prol da União do Brasil, ou estamos trabalhando em prol do estilhaçamento psíquico da Nação? - se estivermos iniciando, ou alimentando, conflitos, a resposta está dada.

Assim, taxar as grandes fortunas é parte do caminho da real recuperação da Soberania Nacional, no qual, as corporações trans-nacionais terão de se ajoelhar perante a mais rica Nação do mundo, o Brasil, e pedir POR FAVOR para poderem usufruir das, para elas, indispensáveis fontes de recursos naturais.

Sem o Brasil o mundo todo fica muito, mas muito mais pobre: é isto que o povo brasileiro precisa tomar consciência: o Brasil é o país mais rico do mundo: o mundo precisa do Brasil, mas o Brasil não precisa do mundo – o que acontece é que o Brasil foi invadido, há muito, por forças demoníacas anti-vida.

Você, brasileiro, conscientize que as informações passadas neste artigo são um mega-destruidor antídoto mental contra o sistema psíquico e hipnótico que tem vindo a dominar a Nação Brasil.

P.S.: sou contra impostos - estou convicto que a humanidade pode criar sistemas de organização civilizacional eficazes sem a imposição de contribuições fiscais - mas, apercebo que existe um processo em desenvolvimento até chegarmos em tal nível de civilização nacional e mundial, o qual, só será possível, com um nível de Consciência muito mais elevada, muito mais sábia, amorosa, pacífica, saudável e em União. Assim, por enquanto, ainda considero a taxação de grandes fortunas parte essencial e imediatista da solução.

quinta-feira, 26 de março de 2020

Taxar as grandes fortunas iria fazer os grandes investidores/corporações fugir do Brasil e tornar o país mais pobre?

Taxar as grandes fortunas iria fazer os grandes investidores/corporações fugir do Brasil, aumentar a taxa de desemprego, diminuir as exportações e consequentemente, tornar o Brasil um país mais pobre?


Esta pergunta, em si mesma, é uma armadilha que nos conduz a pensar de forma errada, usando como premissa que o Brasil precisa do investimento das corporações internacionais para se poder desenvolver.

O panorama é o seguinte:

▪ o Brasil é o país mais rico do mundo;

▪ o mundo precisa do Brasil, mas o Brasil não precisa do mundo (em questão de recursos minerais, incluindo água e alimentos) – ou seja, o Brasil tem capacidade para ser auto-suficiente, mesmo se fechar as suas fronteiras a todos os recursos externos;

▪ o Brasil está invadido por interesses corporativos trans-nacionais;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais impedem que o Brasil se desenvolva em termos tecnológicos;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais impedem o investimento nas imensas brilhantes mentes brasileiras – muitas delas, jovens – que desejam investir seu tempo, energia e inteligência em benefício da Nação;

▪ os interesses corporativos trans-nacionais ludibriam as mais jovens brilhantes mentes brasileiras oferecendo-lhes bolsas de estudos no estrangeiro, onde estas são formatadas e programadas para, quando regressarem ao Brasil, trabalharem em prol dos interesses das corporações trans-nacionais e jamais em prol da Nação Brasil – raras são as mentes que vão estudar no estrangeiro e regressam imunes a tais programações;

▪ o Brasil tem as infraestruturas estatais e sociais em geral, amplamente infiltradas por mentes programadas pelos interesses corporativos trans-nacionais, trabalhando em prol destas e não em prol dos interesses da Nação Brasil;

▪ a Engenharia social que programa as mentes para trabalharem em prol dos interesses corporativos trans-nacionais já está agindo há muito tempo através das mídias, programando, assim, toda a gama de mentes brasileiras - mesmo as que não saíram do país, chegando até às mentes mais simples de todos os estratos sociais;

▪ um dos mais eficientes programas de controle mental aplicados pelos interesses corporativos trans-nacionais é o de dividir-para-conquistar: por isso estamos testemunhando à ruptura do Brasil em conflitos ideológicos cada vez mais intensos - convém observar muito atentamente o modo como estamos lidando com as pessoas: estamos trabalhando em prol da União do Brasil, ou estamos trabalhando em prol do estilhaçamento psíquico da Nação? - se estivermos iniciando, ou alimentando, conflitos, a resposta está dada.

Assim, taxar as grandes fortunas é parte do caminho da real recuperação da Soberania Nacional, no qual, as corporações trans-nacionais terão de se ajoelhar perante a mais rica Nação do mundo, o Brasil, e pedir POR FAVOR para poderem usufruir das, para elas, indispensáveis fontes de recursos naturais.

Sem o Brasil o mundo todo fica muito, mas muito mais pobre: é isto que o povo brasileiro precisa tomar consciência: o Brasil é o país mais rico do mundo: o mundo precisa do Brasil, mas o Brasil não precisa do mundo – o que acontece é que o Brasil foi invadido, há muito, por forças demoníacas anti-vida.

Você, brasileiro, conscientize que as informações passadas neste artigo são um mega-destruidor antídoto mental contra o sistema psíquico e hipnótico que tem vindo a dominar a Nação Brasil.

P.S.: sou contra impostos - estou convicto que a humanidade pode criar sistemas de organização civilizacional eficazes sem a imposição de contribuições fiscais - mas, apercebo que existe um processo em desenvolvimento até chegarmos em tal nível de civilização nacional e mundial, o qual, só será possível, com um nível de Consciência muito mais elevada, muito mais sábia, amorosa, pacífica, saudável e em União. Assim, por enquanto, ainda considero a taxação de grandes fortunas parte essencial e imediatista da solução.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A submissão dos Bancos Centrais ao BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais | A busca pela Estabilidade Financeira

O principal objetivo das Instituições Financeiras nacionais e internacionais é a Supremacia dos Bancos Centrais sobre as Nações, transformando os países em Corporações-Estado. 

Para tal, a Estabilidade Financeira das Instituições Financeiras é essencial.

Quando as Instituições Financeiras falam em estabilidade financeira, não se estão referindo à estabilidade dos povos do mundo, mas à delas mesma - veremos isto ao detalhe em artigo posterior no qual analisaremos o Acordo da Basileia - Basel III: neste artigo iremos ver nos sites e em documentos oficiais dos 63 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS (entre os quais está o Banco Central do Brasil), como estes (junto com os 129 Bancos Centrais associados do BIS) estão focados na busca pela Estabilidade Financeira unidos pelo Acordo da Basileia - Basel III lançado pelo BIS. O FX Global Code - Código Global de Câmbios Estrangeiros, lançado pelo Comitê Global de Câmbios Estrangeiros (BIS) é também um dos acordos principais que une os 191 Bancos Centrais no objetivo comum de Supremacia, mas ainda não o estudaremos neste artigo.

A falência de diversas instituições financeiras no Crash da Bolsa de New York (1929) revelou às instituições financeiras que estas precisariam unir esforços para salvaguardarem suas fortunas em tempos de crise extrema - o que nos traz até aos dias de hoje.


Wall Street, New York | 5ª Feira Negra, ou Crash de 24 de Outubro de 1929

Na trajetória histórica até à situação sócio-econômica atual, podemos considerar diversos eventos-chave, como p.ex.:

1694 | Criação do Banco de Inglaterra
1855 | Criação do Banco de Londres 
1914-18 | 1ª Guerra Mundial 
1919 | Conferência de Paz de Paris 
1929 | Crash da Bolsa de New York 
1930 | Conferência de Haya 
1930 | Criação do BIS 
1939-45 | 2ª Guerra Mundial 
1944 | Conferência de Bretton Woods 
1944 | Criação do Fundo Monetário Internacional (FMI)
1944 | Criação do Banco Mundial (BIRD)
1954 | Criação do Grupo de Bilderberg 
1973 | Comissão Trilateral 
2008 | Início da crise financeira e bancária global


Como vimos em trabalhos anteriores (lista no final deste artigo), o Sistema Financeiro Internacional tem um Centro de Poder: o Banco privado BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais, o qual se ramifica em diversos Grupos de Trabalho que estão, rapidamente, formatando o modelo financeiro em que as sociedades mundiais estão sendo configuradas. É a Supremacia de uma única instituição financeira sobre a Soberania Nacional de todos os países do mundo. 

Ao longo da história, as Instituições Financeiras identificaram alguns perigos que poderiam ameaçar o seu poder, as suas fortunas e a concretização do seu objetivo: a Supremacia dos Bancos Centrais sobre as Nações. As Reformas das Previdências e as Privatizações em massa em diversos países do mundo, assim como as novas configurações do sistema financeiro internacional, são as respostas a tais perigos. 

A crise mundial de 2008 (criada por quem?) ainda serve fortemente como justificação dentro dos argumentos daqueles que desejam aplicar tais medidas nos países e no mundo. A crise é quase sempre a justificação usada, mas isto não significa que, tanto as medidas, quanto as justificações, sejam justas e estejam corretas para com as populações e o meio-ambiente. Estes argumentos podem ser encontrados nos discursos dos Presidentes dos Bancos Centrais no Instituto de Estabilidade Financeira (criado em 1998 pelo BIS e pelo Comitê da Basileia em Supervisão Bancária), e nos Relatórios anuais de Estabilidade Financeira lançados, principalmente, pelos 62 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS (juntos, formam o Núcleo Central do BIS e representam 95% do PIB mundial).



E S T A B I L I D A D E   F I N A N C E I R A
N O   B A N C O   C E N T R A L   D O   B R A S I L
E   N O S   6 2   B A N C O S   C E N T R A I S   A C I O N I S T A S

D O   B A N C O   P R I V A D O   B I S





































Cache da fonte: site fora do ar
































A ideia de que a Estabilidade Financeira das Instituições Financeiras é essencial para conquistar a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações, deu origem à ação coordenada dos Bancos Centrais (os 62 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS + os 129 Bancos Centrais associados) unidos, submissos e orientados pelo que foi chamado de Processo da Basileia:  "O Processo de Basileia refere-se à forma como o BIS promove a cooperação internacional entre autoridades monetárias e autoridades de supervisão financeira".

O Fundo Monetário Internacional (FMI-1944), criado na Conferência de Bretton Woods (1944), criou o Grupo dos 10 (G10) o qual deu origem ao Comitê da Basileia em Supervisão Bancária.

O Comitê da Basileia em Supervisão Bancária deu origem ao Acordo da Basileia | Basel III e ao FX Global Code | Código Global de Câmbios Estrangeiros, os principais parâmetros que regulam, orientam e determinam as políticas monetárias e financeiras dos Bancos Centrais de cada país em prol do objetivo já aqui mencionado: a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações.


B A S E L   I I I  -  O   A C O R D O   D A   B A S I L E I A
O   P R O C E S S O   D A   B A S I L E I A
N O   B A N C O   C E N T R A L   D O   B R A S I L
E   N O S   6 2   B A N C O S   A C I O N I S T A S
D O   B A N C O   P R I V A D O   B I S








8. Banco Central da Algéria
Não encontrado: site bastante simplista





















Cache da Fonte: site fora do ar
































Declaração BRICS 2026 - tradução CDS

Semelhantemente ao que temos verificado nas declarações BRICS anteriores (consultar lista de artigos CDS no final deste artigo), a Declaraçã...

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