quinta-feira, 12 de julho de 2018

Criminalizar Campanhas Anti-vacinas


O cidadão Caetano Julio Neto, divulgou em sua Linha do Tempo na rede social Facebook, que entrou "com uma ideia legislativa no site do Senado e ela foi aprovada para votação, a proposta visa CRIMINALIZAR CAMPANHAS ANTIVACINAS. Se alcançarmos 20000 votos, a proposta será discutida pelo legislativo. Mesmo que não alcance o status de lei, se chamarmos atenção suficiente, o debate gerado será útil à sociedade."

A ideia legislativa diz o seguinte:

Criminalização do ato de disseminar o pensamento antivacinas, individualmente ou em grupo

O sucesso das vacinas é indiscutível, porém um grupo cada vez maior tem se dedicado a convencer outras pessoas do teorias da conspiração e dados inventados. A Livre Expressão é um direito amparado pela constituição, porém não se deve abusar deste direito à custa de um risco real à vida de crianças.

O crescimento do movimento antivacinas foi responsável por surtos recentes de sarampo e outras doenças na Europa e EUA. Preocupa também a morte recente de um bebê amazonense de 7 meses, vítima de sarampo, além de centenas de casos suspeitos e confirmados desta doença. Deve-se considerar a criminalização do ato específico de buscar incentivar terceiros a não vacinarem a si mesmos e seus filhos.

Vamos acreditar que o cidadão Caetano Júlio Neto estudou a fundo o seguinte:

:: quais as substâncias que compõem as vacinas
:: os tipos de reações que tais substâncias - nas quantidades existentes nas vacinas - têm no organismo humano
:: a quantidade de pessoas que sofreram reações adversas após as vacinas (incluindo, obviamente, jovens, crianças e recém-nascidos)
:: a quantidade de pessoas que morreram após tomarem as vacinas (incluindo, obviamente, jovens, crianças e recém-nascidos)
:: a quantidade de casos judiciais ganhos por cidadãos contra a indústria farmacêutica em relação às reações adversas às vacinas
:: comparação de dados quantitativos e qualitativos entre os casos no Brasil e em outros países

... e que depois, conscientemente, fez a escolha de lançar esta ideia legislativa.

Nota: o link deste post foi enviado ao cidadão em questão.

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