quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Sionismo, o Complexo do Bode Expiatório e a História dos Impérios

Presentemente, maior parte do planeta é dominado pelo Império Sionista. 

Judeus ortodoxos manifestando-se contra o sionismo

Mas não todo o planeta: ainda podemos considerar um Império Chinês (essencialmente, ao nível comercial, mas também ao nível geográfico), um Império Islâmico (mais restrito ao Médio Oriente, mas ganhando espaço na Europa e nos Estados Unidos) e um Império Russo (limitado geograficamente aos entornos da Rússia, com grandes poderes e influências em todo o mundo, mas já muito dominado por fortunas de judeus-sionistas).

Na Wikipédia, podemos ler a seguinte descrição:

“O sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel.”

Mas nem todo o sionista é judeu e nem todo o judeu é sionista.

O povo judeu é usado, de vez em quando, como carne-para-canhão para promover o vitimismo que justifica o crescente poder do Estado de Israel e do sionismo global.

O povo do Estado de Israel – que nem judeu é porque é descendente dos judeus asquenazes - como qualquer outro povo, é alvo dos Programas de Controle Mental e da Engenharia Social dos seus governantes-sionistas e como qualquer outro povo, defende como boa e justa a história do seu país. Logo, maior parte do povo judeu é sionista.

Muitos culpam os judeus de todos os males que existem, hoje, no mundo. É o que em psicologia se chama de Complexo do Bode Expiatório – termo muito estudado pelo francês René Girard (historiador, crítico literário, antropólogo, filósofo, teólogo, sociólogo e filólogo) e tão bem explicado por Sylvia Brinton Perera como estando “associado ao mecanismo de negação da sombra, já que o bode expiatório recebe a projeção da sombra e se identifica com características que o outro não aceita em si mesmo, por não estar em acordo com o ego ideal.”

Judeus sionistas e não-judeus sionistas estão, sim, à frente do imperialismo atual, mas pensar que são eles a fonte de todo o mal do mundo é evidência de falta de memória histórica.

Pode ser que a Dança dos Impérios mostre que o mundo vive há imenso tempo uma crise espiritual e que a ganância imperialista é algo que tem origem no coração de qualquer povo do mundo.

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