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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

A GRANDE ARMADILHA | Medida Provisória transforma COAF na Unidade de Inteligência Financeira (UIF) vinculada ao Banco Central

Como temos vindo a mostrar na série de artigos e vídeos lançados no Canal Daniel Simões, o grande objetivo do Banco privado BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais e Centro do Poder Mundial, com sede na cidade da Basileia, Suíça (paraíso fiscal), é a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações, subjugando todos os países à condição de Corporações-Estado.

Assim, quando o Presidente da República, Jair Bolsonaro, adota a Medida Provisória n° 893 que visa integrar o COAF - Conselho de Controle de Atividades Financeiras no Banco Central do Brasil, transformando-o na UFI - Unidade de Inteligência Financeira, o que ele (e todos aqueles a quem ele verdadeiramente representa) está propondo é que o Banco Central do Brasil se supervisione a si mesmo, facilitando imenso os mais variados tipos de irregularidades.

Nota do Banco Central do Brasil

Quando lemos na nota publicada no site do Banco Central que a UIF será um orgão "dotado de autonomia técnica e operacional" perguntamo-nos: se é para tal orgão ser "dotado de autonomia técnica e operacional" porque o mesmo não deverá permanecer completamente desvinculado do Banco Central do Brasil e de qualquer instituição financeira?

A nota ainda transmite uma percepção (intencionalmente?) bastante equivocada quando afirma que a "medida proposta" está "dentro de projeto amplo para o aperfeiçoamento institucional do sistema regulatório brasileiro", deixando, assim, de revelar que o "projeto amplo" não é apenas nacional e, sim, internacional, o qual visa a Estabilidade Financeira das Instituições Financeiras (e não a estabilidade financeira das populações) como trajetória para a conquista da Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações.

E o Banco Central do Brasil, dentro do tipo de programação mental predominante nos seus quadros administrativos e ao ser acionista do Banco privado BIS, não possui autonomia internacional, mas está, isso sim, subjugado ao Comitê da Basileia de Supervisão Bancária (BIS) em todo o Processo da Basileia, dentro do Acordo da Basileia - Basel III e dentro do FX Global Code (detalhado em artigo posterior).


Sede do BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais, na cidade da Basileia, Suíça (paraíso fiscal)Ⓒ

O Banco Central do Brasil, nesta mesma nota, quase que confessa tal subjugação ao Banco privado BIS quando se refere a "alinhamento às recomendações e melhores práticas internacionais": 

:: Recomendações oriundas de onde? 
:: O que acontece se o Banco Central do Brasil não seguir tais recomendações? 
:: Serão mesmo recomendações, ou serão obrigações impostas por poderes internacionais alheios aos interesses da Nação brasileira, através do Acordo da Basileia - Basel III e do FX Global Code?

Sabemos a origem de tais recomendações: o próprio Presidente
 do BCB (de Agosto de 1997 a Março de 1999) Gustavo Franco (doutorado na Universidade de Harvard) explica-nos, sem rodeios, o que acontece com as instituições financeiras que não seguem o Acordo da Basileia: "O esforço de redesenhar o sistema monetário para que o real pudesse ser uma nova moeda forte exigia que os bancos estaduais passassem a atuar tal como os bancos comuns, os que funcionavam no mundo privado, seguindo as diretrizes dos Acordos de Basileia, ou seriam extintos." (pag. 76 e Nota 39)


As Recomendações da Basileia no site do Banco Central do Brasil

A "autonomia do Banco Central, que se encontra em discussão no Congresso Nacional" é apenas a autonomia em relação ao Governo Brasileiro, uma vez que o Banco Central está apenas seguindo a Agenda Internacional do Banco privado BIS que visa, através dos Bancos Centrais, conquistar a Supremacia sobre a Soberania das Nações.

O que aqui observamos é a conquista do Brasil nos mais altos patamares de toda a Máquina do Sistema: as consequências, se já estão sendo desastrosas para a Nação e prometem se transformar em um cenário terrível e dolorosamente imaginável. E o grande impedimento para que mudanças positivas aconteçam é a falta de conhecimento da população em geral sobre toda a complexidade do processo de conquista aqui descrito. Divulgue este artigo o máximo que poder, que quiser e tiver coragem!

sábado, 4 de julho de 2020

B.I.S. | Novos tentáculos invadem as Nações com a ampliação do Sistema de controle tecnológico financeiro do Banco Central dos Bancos Centrais


Tradução do comunicado de imprensa Cubo de Inovação do BIS - Expansão para novos locais na Europa e América do Norte, considerando que o objetivo do Banco privado BIS é a conquistar a Supremacia dos Bancos Centrais sob a Soberania das Nações através da estabilidade financeira das instituições financeiras e não da estabilidade financeira das populações:


Cubo de Inovação do BIS
Expansão para novos locais na Europa e América do Norte
(30.Junho.2020)

▪ Novos locais em Toronto, Londres, Frankfurt e Paris e Estocolmo; parceria estratégica em Nova York.

▪ A expansão permitirá que o Cubo Inovador estimule o trabalho do banco central em vários pilares da tecnologia financeira (fintech).

▪ O Conselho do Banco para Assentamentos Internacionais (BIS) anunciou hoje a expansão do Cubo de Inovação do BIS com o estabelecimento de novos Centros do Cubo na Europa e na América do Norte em cooperação com os Bancos Centrais membros [do BIS].

Nos próximos 2 anos, o BIS abrirá centros em colaboração com o Banco do Canadá (Toronto), o Banco da Inglaterra (Londres), o Banco Central Europeu / Eurosistema (Frankfurt e Paris) e 4 Bancos Centrais nórdicos (Banco Central da Dinamarca, Banco Central da Islândia, Banco Central da Noruega e Banco Central da Suécia) em Estocolmo. O BIS também formará uma parceria estratégica com o Sistema da Reserva Federal (Nova York).

"O Cubo de Inovação do BIS é um investimento no futuro dos Bancos Centrais e do sistema financeiro. Estes novos centros irão expandir significativamente o nosso alcance e ajudar a criar uma força global para a invoação das tecnologias financeiras [fintech]." Agustin Carstens, Administrador Geral do BIS, economista mexicano, ex-Presidente do Banco Central do México (2010-2017)

A expansão será construída [em cima] da fundação que já posicionada pelos primeiros 3 Centros do Cubo - em Hong Kong SAR com a Autoridade Monetária de Hong Kong; em Singapura com a Autoridade Monetária de Singapore; e Suíça com o Banco Central da Suíça.

"Com esta expansão, o Cubo de Inovação estará bem posicionado para avançar com trabalho em um amplo alcance de assuntos importantes para a comunidade de centralização bancária, incluindo moeda virtual e pagamentos virtuais, segurança cibernética, distribuição de tecnologia contábil e inteligência artificial. Esta expansão é um testamento para o comprometimento da comunidade de centralização bancária com a inovação e cooperação." Benoít Coeuré, Chefe do Cubo de Inovação do BIS, economista francês, ex-Conselheiro Executivo do Banco Central Europeu (2011 e 2019).

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O BIS é um fórum para discussão, análise de políticas e compartilhamento de informações entre bancos centrais e dentro da comunidade financeira e de supervisão internacional.


Atuamos como um Cubo do Banco Central (BIS) ao:

▪ centralizar o acesso a publicações do Banco Central [BIS] (discursos, pesquisas e o Jornal Internacional de Centralização Bancária);

▪ hospedar e apoiar o Fórum de Governança do Banco Central (BIS), com o objetivo de promover a boa governança dos bancos centrais como instituições de políticas públicas;

▪ fornecer um ponto de entrada único aos sites dos Bancos Centrais, autoridades monetárias, autoridades reguladoras e agências de supervisão

Cooperação e compartilhamento de informações

Como parte de nossa missão, promovemos a cooperação internacional entre autoridades monetárias e autoridades de supervisão financeira. O Fórum de Governança do Banco Central compila, analisa e divulga entre os Bancos Centrais uma ampla variedade de informações sobre governança e arranjos organizacionais. 

2 corpos ajudam o trabalho: 

▪ Grupo de Governança do Banco Central  (BIS) - O Grupo serve como um local para a troca de pontos de vista entre os Governadores/Presidentes de Bancos Centrais sobre assuntos relacionados ao design e operação de suas instituições. O foco está no cenário institucional e organizacional em que os Bancos Centrais adotam políticas monetárias e financeiras, não nas políticas em si. Ele fornece um painel de discussão compacto para os Governadores/Presidentes, que também atua como um comitê diretor do Fórum. É suportado por uma secretariado baseado no BIS.

▪ Rede de Governança do Banco Central (BIS) - A Rede é um mecanismo informal para facilitar o fluxo de informações sobre governança do Banco Central (BIS) e questões organizacionais entre os Bancos Centrais. Iniciou suas operações no outono de 1999 e atualmente estão representados cerca de 47 bancos centrais. O BIS recebe numerosos pedidos dos Bancos Centrais para obter informações sobre os acordos de governança e organização de outros Bancos Centrais. A rede melhora a eficiência da coleta de informações. Pesquisas especializadas são realizadas através dos membros da Rede; resultados personalizados podem ser fornecidos rapidamente e as informações são mantidas em um local central para uso futuro. O fluxo de solicitações fornece uma visão das questões de relevância atual para os bancos centrais, ajudando a informar as deliberações do Grupo de Governança ao definir prioridades para a coleta e análise de informações.

Revista Internacional de Centralização Bancária (IJCB)

Descrito como sendo uma iniciativa da comunidade do Banco Central (BIS). Publicado trimestralmente, a revista apresenta artigos sobre a teoria e a prática do Banco Central (BIS), com ênfase especial em pesquisas relacionadas à estabilidade monetária e financeira. Os principais objetivos do Revista Internacional de Centralização Bancária, são:

▪ disseminar amplamente as melhores pesquisas aplicadas e relevantes para as políticas que refletem as missões dos bancos centrais ao redor do mundo em várias disciplinas; 

▪ promover a comunicação entre pesquisadores, dentro e fora dos bancos centrais.

A Revista Internacional de Centralização Bancária possui um membro brasileiro, André Minella, Chefe do Departamento de Pesquisa do Banco Central do Brasil, como podemos ver no Volume 16, N° 3, de Junho de 2020:


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Importante contextualizar este nosso artigo com os seguintes:

05.Abril.2020

14.Abril.2020

28.Abril.2020

06.Maio.2020

sábado, 17 de outubro de 2020

Moeda Digital dos Bancos Centrais: BCs e BIS avançam +1 passo na criação de uma economia mundial 100% digitalizada

Como temos vindo a divulgar, a instauração de uma economia 100% digitalizada faz parte da Agenda internacional do Governo Global para a instauração de uma civilização mundial de controle tecnológico absoluto. As bilionárias elites corporativas trans-nacionais financeiras visam determinar como as pessoas devem se relacionar umas com as outras em todas as áreas de suas vidas: para tal, desconsideram o potencial sofrimento que a completa digitalização da economia poderá acarretar para +50 milhões de brasileiros sem conta bancária e com poucos (ou nenhuns) conhecimentos tecnológicos e para +2 bilhões de pessoas em todo o mundo na mesma condição. Assim, compreendemos porque o Deputado Reginaldo Lopes (PT/MG) se recusa a responder às perguntas que lhe enviamos sobre a PL 4068/2020, o Fim do Dinheiro em espécie: esta não é uma proposta nacional que atende à realidade e às necessidades nacionais, mas é, invés disso, um modelo de governança internacional que objetiva a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações em detrimento do bem da Nação-Brasil.

O Processo da Basileia: A armadilha do BIS para todas as Nações. Ou participam, ou sofrem as consequências!

23.Agosto.2019


A PLC do Banco Central do Brasil para salvar instituições financeiras é originária do Banco privado BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais... e ninguém fala sobre isso!

28.Dezembro.2019


BIS sugere aos Bancos Centrais o uso de moeda virtual devido ao risco de contaminação pelo C0R0NAV1RU$

05.Abril.2020


B.I.S. quer regulamentar (ou acabar com?) as criptomoedas para Bancos Centrais dominarem um futuro sistema financeiro global 100% virtual

14.Abril.2020


A Digitalização da Economia e o Preconceito Tecnológico como Marginalização no Séc XXI

06.Maio.2020


B.I.S. insiste com Bancos Centrais: fim do dinheiro físico e controle tecnológico absoluto. Banco Central do Brasil obedece!

07.Julho.2020


Lista dos 30 Bancos Globais Grandes-Demais-Para-Falir (G-SIBs) | Plano COVID prevê mundo afundado em dívidas e Bancos ganhando muito, mas muito dinheiro com isso!

14.Julho.2020


PLP 281/2019 | Salvar Bancos a todo o custo! - até com o seu dinheiro!

17.Julho.2020


O Grande Reset do Capitalismo segundo o Fórum Econômico Mundial (dados oficiais)

21.Julho.2020


5 de Outubro - Brasil | Início do fim do dinheiro-físico : Controle tecnológico absoluto cada vez mais perto!

24.Julho.2020


2 BILHÕES DE PESSOAS SEM CONTA BANCÁRIA | O Plano dos Bancos para atrair todos para o controle tecnológico absoluto do monopólio financeiro (tradução)

27.Julho.2020


O Brasil no Grande Reset | Um Mergulho profundo no Complexo Diagrama lançado pelo Fórum Econômico Mundial

29.Julho.2020


06.Agosto.2020

27.Agosto.2020

28.Agosto.2020

30.Setembro.2020

Bancos Centrais e BIS publicam o 1° relatório de Moeda Digital de Banco Central estabelecendo os principais requisitos
TRADUÇÃO


▪ 7 bancos centrais e o BIS divulgam um relatório avaliando a viabilidade de Moeda Digital de Banco Central (CBDC - Central Banks Digital Currencies) disponíveis ao público para ajudar os Bancos Centrais a cumprirem seus objetivos de política pública.

▪ O relatório descreve os princípios fundamentais e as características essenciais de uma CBDC, mas não emite uma opinião sobre a sua emissão.

▪ Os Bancos Centrais devem continuar investigando a viabilidade da CBDC sem se comprometer com a emissão.

Um grupo de 7 bancos centrais, juntamente com o Banco para Assentamentos Internacionais (BIS), publicou hoje um relatório identificando os princípios fundamentais necessários para qualquer CDB disponível publicamente para ajudar os bancos centrais a cumprir seus objetivos de política pública. O relatório, Moedas Digitais de Banco Central: princípios fundamentais e características essenciais...


... foi compilado pelo Banco do Canadá, Banco da Inglaterra, Banco do Japão, Banco Central Europeu, Reserva Federal [EUA), Banco Central da Suécia, Banco Nacional da Suíça e o BIS, e destaca 3 princípios-chave para uma CBDC:

▪ Coexistência com numerário e outros tipos de dinheiro em um sistema de pagamento flexível e inovador.

▪ Qualquer introdução deve apoiar objetivos políticos mais amplos e não prejudicar a estabilidade monetária e financeira.

▪ Os recursos devem promover inovação e eficiência.

O grupo de Bancos Centrais continuará a trabalhar em conjunto nas CBDCs, sem prejulgar qualquer decisão sobre a introdução, ou não, de CBDCs em suas jurisdições. 


"Este relatório é um verdadeiro passo em frente para este grupo de Bancos Centrais ao concordar com os princípios comuns e identificar as principais características que acreditamos seriam necessárias para um sistema CBDC viável. Além de ajudar os Bancos Centrais a cumprir seus objetivos de política pública, o relatório fornece uma estrutura útil de como os bancos centrais fornecem dinheiro e oferecem suporte aos sistemas de pagamento em um mundo digital em constante evolução. Este grupo de Bancos Centrais construiu um forte consenso internacional que ajudará a iluminar o caminho à medida que cada um de nós explora o caso e o desenho das CBDCs em suas próprias jurisdições." 
Sir Jon Cunliffe, co-presidente do grupo de trabalho, Vice-Governador do Banco da Inglaterra e Presidente da Comissão de Pagamentos e Infraestruturas de Mercado (CPMI-BIS)

Com base nesses princípios, o grupo identificou as características principais de qualquer sistema CBDC futuro, que deve ser:

▪ Resiliente e seguro para manter a integridade operacional.

▪ Conveniente e disponível a um custo muito baixo ou nenhum custo para os usuários finais.

▪ Apoiado por padrões apropriados e um quadro jurídico claro.

▪ Ter um papel adequado para o setor privado, além de promover a concorrência e a inovação.


"Um design que oferece esses recursos pode promover pagamentos mais resilientes, eficientes, inclusivos e inovadores. Embora não haja um CDB 'tamanho único' devido às prioridades e circunstâncias nacionais, nosso relatório fornece um trampolim para o desenvolvimento de CDBs viáveis."
Benoît Cœuré, co-presidente do grupo de trabalho e chefe do Cubo de Inovação do BIS

O desenvolvimento adicional de CBDCs requer um compromisso com a análise de políticas práticas e experimentação técnica aplicada. Embora isso já tenha começado, a velocidade da inovação em pagamentos e tecnologias relacionadas a dinheiro requer a priorização da experimentação colaborativa.


"Embora a tecnologia esteja mudando a forma como pagamos, os bancos centrais têm o dever de salvaguardar a confiança das pessoas em nosso dinheiro. Os bancos centrais devem complementar seus esforços domésticos com uma cooperação estreita para orientar a exploração das moedas digitais do banco central para identificar princípios confiáveis e estimular a inovação. O presente relatório é uma prova convincente desta cooperação internacional."
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, presidente do grupo de governadores de Bancos Centrais responsável pelo relatório

As atividades futuras incluirão a exploração de outras questões em aberto em torno dos CBDCs e os desafios dos pagamentos transfronteiriços, bem como a continuação do contato interno e com outros bancos centrais para promover um diálogo informado sobre questões-chave. O trabalho do BIS Innovation Hub, que atende a comunidade mais ampla de bancos centrais, contribuirá para esse objetivo.



Moedas Digitais de Banco Central: princípios fundamentais e característicasessenciais
TRADUÇÃO

Relatório conjunto do Banco do Canadá, Banco Central Europeu, Banco do Japão, Banco Central da Suécia, Banco Nacional Suíço, Banco da Inglaterra, Conselho de Governadores da Reserva Federal e Banco para Assentamentos Internacionais.



Os Bancos Centrais vêm fornecendo dinheiro confiável ao público há centenas de anos como parte de seus objetivos de política pública. No entanto, o mundo está mudando. Para evoluir e perseguir seus objetivos de política pública em um mundo digital, os Bancos Centrais estão pesquisando ativamente os prós e os contras de oferecer uma moeda digital ao público (uma moeda digital de Banco Central de "propósito geral" (CBDC)).O Banco do Canadá, Banco Central Europeu, Banco do Japão, Banco Central da Suécia, Banco Nacional da Suíça, Banco da Inglaterra, Conselho de Governadores da Reserva Federal e Banco para Assentamentos Internacionais colaboraram em um relatório que estabelece princípios básicos comuns e características essenciais de uma CBDC. Esses princípios enfatizam que, para que qualquer jurisdição considere a possibilidade de prosseguir com uma CBDC, certos critérios devem ser satisfeitos. Especificamente, as autoridades precisariam primeiro estar confiantes de que a emissão não comprometeria a estabilidade monetária, ou financeira, [Estabilidade Financeira das instituições financeiras e não a estabilidade financeira das populações] e que uma CBDC poderia coexistir e complementar as formas existentes de dinheiro, promovendo inovação e eficiência. Uma CBDC que atenda de maneira robusta a esses critérios e forneça os recursos definidos por esse grupo pode ser um instrumento importante para os Bancos Centrais cumprirem seus objetivos de política pública. Este grupo de Bancos Centrais continuará a colaborar e explorar as implicações práticas descritas no relatório.



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A submissão dos Bancos Centrais ao BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais | A busca pela Estabilidade Financeira

O principal objetivo das Instituições Financeiras nacionais e internacionais é a Supremacia dos Bancos Centrais sobre as Nações, transformando os países em Corporações-Estado. 

Para tal, a Estabilidade Financeira das Instituições Financeiras é essencial.

Quando as Instituições Financeiras falam em estabilidade financeira, não se estão referindo à estabilidade dos povos do mundo, mas à delas mesma - veremos isto ao detalhe em artigo posterior no qual analisaremos o Acordo da Basileia - Basel III: neste artigo iremos ver nos sites e em documentos oficiais dos 63 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS (entre os quais está o Banco Central do Brasil), como estes (junto com os 129 Bancos Centrais associados do BIS) estão focados na busca pela Estabilidade Financeira unidos pelo Acordo da Basileia - Basel III lançado pelo BIS. O FX Global Code - Código Global de Câmbios Estrangeiros, lançado pelo Comitê Global de Câmbios Estrangeiros (BIS) é também um dos acordos principais que une os 191 Bancos Centrais no objetivo comum de Supremacia, mas ainda não o estudaremos neste artigo.

A falência de diversas instituições financeiras no Crash da Bolsa de New York (1929) revelou às instituições financeiras que estas precisariam unir esforços para salvaguardarem suas fortunas em tempos de crise extrema - o que nos traz até aos dias de hoje.


Wall Street, New York | 5ª Feira Negra, ou Crash de 24 de Outubro de 1929

Na trajetória histórica até à situação sócio-econômica atual, podemos considerar diversos eventos-chave, como p.ex.:

1694 | Criação do Banco de Inglaterra
1855 | Criação do Banco de Londres 
1914-18 | 1ª Guerra Mundial 
1919 | Conferência de Paz de Paris 
1929 | Crash da Bolsa de New York 
1930 | Conferência de Haya 
1930 | Criação do BIS 
1939-45 | 2ª Guerra Mundial 
1944 | Conferência de Bretton Woods 
1944 | Criação do Fundo Monetário Internacional (FMI)
1944 | Criação do Banco Mundial (BIRD)
1954 | Criação do Grupo de Bilderberg 
1973 | Comissão Trilateral 
2008 | Início da crise financeira e bancária global


Como vimos em trabalhos anteriores (lista no final deste artigo), o Sistema Financeiro Internacional tem um Centro de Poder: o Banco privado BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais, o qual se ramifica em diversos Grupos de Trabalho que estão, rapidamente, formatando o modelo financeiro em que as sociedades mundiais estão sendo configuradas. É a Supremacia de uma única instituição financeira sobre a Soberania Nacional de todos os países do mundo. 

Ao longo da história, as Instituições Financeiras identificaram alguns perigos que poderiam ameaçar o seu poder, as suas fortunas e a concretização do seu objetivo: a Supremacia dos Bancos Centrais sobre as Nações. As Reformas das Previdências e as Privatizações em massa em diversos países do mundo, assim como as novas configurações do sistema financeiro internacional, são as respostas a tais perigos. 

A crise mundial de 2008 (criada por quem?) ainda serve fortemente como justificação dentro dos argumentos daqueles que desejam aplicar tais medidas nos países e no mundo. A crise é quase sempre a justificação usada, mas isto não significa que, tanto as medidas, quanto as justificações, sejam justas e estejam corretas para com as populações e o meio-ambiente. Estes argumentos podem ser encontrados nos discursos dos Presidentes dos Bancos Centrais no Instituto de Estabilidade Financeira (criado em 1998 pelo BIS e pelo Comitê da Basileia em Supervisão Bancária), e nos Relatórios anuais de Estabilidade Financeira lançados, principalmente, pelos 62 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS (juntos, formam o Núcleo Central do BIS e representam 95% do PIB mundial).



E S T A B I L I D A D E   F I N A N C E I R A
N O   B A N C O   C E N T R A L   D O   B R A S I L
E   N O S   6 2   B A N C O S   C E N T R A I S   A C I O N I S T A S

D O   B A N C O   P R I V A D O   B I S





































Cache da fonte: site fora do ar
































A ideia de que a Estabilidade Financeira das Instituições Financeiras é essencial para conquistar a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações, deu origem à ação coordenada dos Bancos Centrais (os 62 Bancos Centrais acionistas do Banco privado BIS + os 129 Bancos Centrais associados) unidos, submissos e orientados pelo que foi chamado de Processo da Basileia:  "O Processo de Basileia refere-se à forma como o BIS promove a cooperação internacional entre autoridades monetárias e autoridades de supervisão financeira".

O Fundo Monetário Internacional (FMI-1944), criado na Conferência de Bretton Woods (1944), criou o Grupo dos 10 (G10) o qual deu origem ao Comitê da Basileia em Supervisão Bancária.

O Comitê da Basileia em Supervisão Bancária deu origem ao Acordo da Basileia | Basel III e ao FX Global Code | Código Global de Câmbios Estrangeiros, os principais parâmetros que regulam, orientam e determinam as políticas monetárias e financeiras dos Bancos Centrais de cada país em prol do objetivo já aqui mencionado: a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações.


B A S E L   I I I  -  O   A C O R D O   D A   B A S I L E I A
O   P R O C E S S O   D A   B A S I L E I A
N O   B A N C O   C E N T R A L   D O   B R A S I L
E   N O S   6 2   B A N C O S   A C I O N I S T A S
D O   B A N C O   P R I V A D O   B I S








8. Banco Central da Algéria
Não encontrado: site bastante simplista





















Cache da Fonte: site fora do ar
































Declaração BRICS 2026 - tradução CDS

Semelhantemente ao que temos verificado nas declarações BRICS anteriores (consultar lista de artigos CDS no final deste artigo), a Declaraçã...

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