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terça-feira, 7 de julho de 2020

B.I.S. insiste com Bancos Centrais: fim do dinheiro físico e controle tecnológico absoluto. Banco Central do Brasil obedece!

O fim do dinheiro físico e a total virtualização da economia não são ações isoladas: estão contextualizadas nos objetivos da Agenda Internacional de criar uma civilização mundial 100% controlada pelas tecnologias e contextualizadas nos objetivos do Banco privado BIS - o Banco Central dos Bancos Centrais com sede na cidade da Basileia, Suíça (paraíso fiscal) - de conquistar a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações através da conquista da Estabilidade Financeira das instituições financeiras (mas não das populações): ou participam, ou sofrem as consequências


Os Bancos Centrais, para agirem com mais liberdade, sugam para dentro das suas próprias estruturas os orgãos de supervisão financeira (ou seja, supervisionam-se a si mesmos), criam leis para se protegerem dos saques que fazem às Nações, acabam com a transparência dos seus movimentos financeiros, ampliam os seus tentáculos mundiais e por fim, visam acabar com o dinheiro físico e criar um sistema financeiro global 100% virtual, monopolizando todas as trocas econômicas (veja, no final deste artigo, a tradução do comunicado de imprensa emitido pelo B.I.S.).

Os Bancos Centrais têm obedecido às determinações do BIS e têm vindo a criar os seus próprios sistemas de pagamento virtuais. Em resposta, o Banco Central do B.I.S. no Brasil criou o sistema centralizado de pagamentos eletrônicos PIX, que estará em atividade a partir de Novembro de 2020. Estaremos assistindo ao nascimento da única criptomoeda e do único sistema de pagamento permitidos no Brasil? 



No site do Banco Central do B.I.S. no Brasil, podemos ver que a PIX é uma extensão da Estabilidade Financeira que, como mencionamos atrás, o B.I.S. e os Bancos Centrais buscam para as instituições financeiras e não para as populações. 



Segundo a mesma fonte, "O PIX estará disponível para a população brasileira a partir de novembro de 2020" e cinicamente diz que um dos seus objetivos é a "promover a inclusão financeira". Como se integrará esta inclusão com o objetivo de acabar com o dinheiro físico, considerando que:

▪ existe ainda uma grande parte da população brasileira e mundial sem acesso à internet e ainda na condição de analfabetismo tecnológico? 

 imensas pessoas não querem viver dependentes e controladas (biometricamente, ou não) pelas tecnologias?

Perante tais pessoas não é constitucional, nem legal, dizer que "agora é assim". Obviamente que sistemas econômicos paralelos têm tendência a surgir com o fim do dinheiro físico: que postura terá o sistema de financeiro global com tais alternativas econômicas e de organização social, se o objetivo daquele é o controle absoluto de todas as transações econômicas sob as regulamentações e supervisões do Processo da Basileia?



Como o Banco Central do B.I.S. no Brasil diz, o país (e o mundo) está passando por um "processo de eletronização do mercado / processo de eletronização dos pagamentos" e "em 2018, o BC [Banco Central] decidiu liderar essa construção"; mas desde 2013 que o "BC vem incentivando o desenvolvimento de um arranjo de pagamentos, de amplo acesso, que possibilite a realização de pagamentos instantâneos", sendo que, em 2019, através da Portaria Nº 102.166, de 19 de Março de 2019, foi criado o Fórum PI (Pagamentos Instantâneos), uma "estrutura de governança permanente" com cerca de 220 instituições participantes com o "objetivo subsidiar o BC em seu papel de definidor das regras de funcionamento do ecossistema de pagamentos instantâneos".



A centralização dos serviços de pagamentos eletrônicos e consequente monopolização de todo o sistema econômico começa a ganhar forma quando o Banco Central do B.I.S. no Brasil diz que "o ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro será formado (...) pela plataforma única que fará a liquidação das transações realizadas entre diferentes instituições participantes (...) [com] arquitetura centralizada". Será uma questão de tempo até que todas as "demais instituições financeiras e de pagamento" que agora podem participar de forma facultativa, sejam obrigadas a integrar o PIX/SPI. Todos, mais cedo, ou mais tarde, serão obrigados a aderir ao Processo da Basileia: a armadilha do BIS para todas as Nações. Ou participam, ou sofrem as consequências!!



O Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) é a infraestrutura centralizada e única para liquidação de pagamentos instantâneos entre instituições distintas no Brasil.



Existe ainda uma imposição sobre o sistema financeiro nacional quando o Banco Central do B.I.S. no Brasil diz: "Todas as instituições financeiras e instituições de pagamento com mais de 500 mil contas de clientes ativas, considerando as contas de depósito à vista, as contas de depósito de poupança e as contas de pagamento pré-pagas, serão obrigadas a participar do PIX". Para cativar os usuários - ou seja, o cidadão e empresas - os adjetivos são sempre os mesmos: rápido, barato e seguro.



Aqui todos os vídeos do Banco Central do B.I.S. no Brasil sobre o PIX



___________________________________

Na seguinte tradução, mais um dos comunicados de imprensa do Banco privado BIS revelando - junto com os documentos que já traduzimos aqui no Blog (ver links deste artigo) - a Agenda Global que objetiva a centralização mundial de todos os sistemas financeiros nacionais em um único sistema financeiro global, sem dinheiro físico, com uma única moeda virtual, colocando toda a população mundial perante duas escolhas: 
submeter-se ao controle tecnológico biométrico absoluto, ou viver à margem da sociedade, da lei e futuramente, à mercê de perseguições do próprio sistema de controle e opressão.



Comunicado de imprensa
BIS incentiva os Bancos Centrais
a continuarem se adaptando
ao desafio dos pagamentos digitais
Fonte - 24 Junho 2020

▪ A remodelagem rápida dos serviços de pagamento exige que os Bancos Centrais continuem evoluindo, pois apoiam a segurança e a integridade do sistema de pagamento.

 As mudanças estão gerando interesse nas moedas digitais do Banco Central [BIS] (CBDCs), que merecem consideração como meio de pagamento adicional.

 O Covid-19 estimulou os pagamentos sem contato, ao mesmo tempo em que ressalta as deficiências nos sistemas de pagamento, especialmente para os pobres e os que não recebem dinheiro.

Os Bancos Centrais, como guardiões da segurança e integridade do sistema de pagamentos, devem continuar evoluindo para enfrentar o desafio de acelerar a inovação digital, escreve o Banco de Assentamentos Internacionais (BIS) em seu Relatório Econômico Anual.

Em um capítulo especial sobre Bancos Centrais e pagamentos na era digital, o BIS analisa as implicações da transformação radical dos sistemas de pagamentos nos últimos anos. Ele também analisa o impacto do Covid-19 no comportamento dos pagamentos.
"À medida que as inovações surgem cada vez mais fora da estrutura tradicional de dois níveis [digital e física] fornecida pelos Bancos Centrais e Bancos Comerciais, é essencial que os formuladores de políticas enfrentem os desafios dessas novas inovações para manter a integridade do sistema de pagamentos", disse Hyun Song Shin, consultor econômico e chefe de pesquisa do BIS. "Embora o setor privado esteja bem posicionado para aproveitar a engenhosidade e a criatividade para atender melhor os clientes, isso é melhor feito em sólidas fundações do Banco Central".
Os Bancos Centrais desempenham um papel fundamental na proteção do sistema de pagamentos, sustentando a confiança no dinheiro, fornecendo, assim, o meio de liquidação seguro definitivo para varejo (consumidor) e atacado (instituição financeira). A operação de infraestruturas públicas e a promoção da interoperabilidade e da concorrência também são essenciais para serviços de pagamento acessíveis, de baixo custo e alta qualidade.

Mas os Banco Centrais também precisam promover a inovação para ajudar a resolver deficiências sistêmicas e garantir que as famílias e empresas tenham acesso a um conjunto diversificado de métodos de pagamento seguros e eficientes. Uma opção na fronteira das oportunidades de política é a emissão de CBDCs, que poderiam oferecer um novo meio de pagamento seguro, confiável, amplamente acessível.
"Os Bancos Centrais de todo o mundo estão intensificando seus esforços para estudar os CBDCs e, seja no atacado ou no varejo, o objetivo é criar instrumentos de liquidação seguros e confiáveis para transações na economia digital", disse Benoît Cœuré, diretor do Cubo de Inovação do BIS. "Em conjunto, a coordenação de políticas internacionais pode garantir que todos os avanços nos sistemas de pagamento facilitem maior eficiência, integração transfronteiriça, segurança, inclusão financeira e inovação".
O relatório também analisa o efeito da pandemia nos pagamentos de varejo, com foco no acesso desigual entre os pobres e os não-bancários. Ele destaca o aumento nos pagamentos sem contato para mais de 33% das transações com cartão presente, em pouco mais de 27% em setembro, bem como o rápido crescimento no comércio eletrônico, a queda nas transações transfronteiriças e uma previsão de queda de 20% nas transações em remessas de migrantes.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Inovação Digital e o Futuro do Dinheiro

No Seminário de Perspectivas Empresariais do Instituto Tecnológico Autónomo de México (ITAM): Fintech (05.Fev.2021)...

Inovação digital e o futuro do dinheiro / Seminário Perspectivas Empresariais / Agustin Carstens, Administrador Geral, BIS / Fev.2021

... Agustin Carstens, Administrador Geral do Banco privado BIS - o Banco Central dos Bancos Centrais fez um discurso intitulado Inovação Digital e o Futuro do Dinheiro.

Inovação Digital e o futuro do dinheiro / Dinheiro e História / Bancos Centrais e confiança / Sistema de Pagamentos Atuais / Inovação digital / A história repete-se / Moeda Digital de Banco Central (CBDC) / Notas finais

Inovação Digital e o Futuro do Dinheiro
por Agustin Carstens
05.Fev.2021 - ORIGINAL
Todos as imagens deste artigo são slides da apresentação

Dinheiro e história

O dinheiro está evoluindo há milhares de anos. Para evitar a volatilidade e os custos da escassez de moeda-mercadoria, as sociedades adotaram reivindicações confiáveis ​​por dinheiro mais estável. No entanto, eles também aprenderam da maneira mais difícil que bancos comerciais e governos têm um incentivo para emitir em excesso, corroendo a confiança nessas reivindicações, prejudicando as economias e a sociedade. Conforme exemplificado pelo Banco do México, o Banco Central independente de hoje, com monopólio sobre a emissão de notas bancárias e mandato para estabilidade monetária, evoluiu por meio de tentativa e erro.

Etapas principais / 1.Da permuta à criação do dinheiro - Dinheiro é uma das maiores invenções humanas / 2.Dinheiro em espécie - Objetos escassos - Problemas: transações de alto custo, volatilidade em valor, escassez excessiva reduz flexibilidade. / 3.Dinheiro poiado por ativos - Notas de banco e moedas - Total recuo que acaba sendo diluído - Problemas: tendência para emitir excessivamente sem crises de apoio, abuso, financeira e econômica. / 4.Dinheiro fiduciário - Principal inovação institucional: Bancos Centrais - Emissor nacional único de moedas, sistema bancário forte institucional, operacional e legalmente - Problemas: no início, espisódios de abuso.    

Banco Central e confiança / "O Estado deverá ter um Banco Central que deverá ser autônomo no exercício de suas funções (...) O seu objetivo primário será assegurar a estabilidade  da busca do poder da moeda nacional" - Gazeta Oficial Federal, México, 1993.

A Moeda de Banco Central existe de acordo com a moeda emitida pelos bancos comerciais. Por meio dessa parceria público-privada, diferentes tipos de dinheiro desempenham papéis diferentes. Por meio do acesso a contas de reserva, operações de mercado e empréstimos de emergência nos Bancos Centrais, os bancos comerciais têm fortes raízes nas quais podem recorrer ao emitirem seu próprio dinheiro digital ao público.

Sistemas de pagamentos de hoje

Sociedade público-privada de dinheiro / Folha de balanços de Banco Central: Reservas estrangeiras - Notas de banco e moedas - Títulos - Outros - Depósitos de banco / Clareamento [tradução direta usualmente traduzida como compensação] diário na folha de balanço do Banco Central - Finalidade - Liquidez - Último recurso / Uso de dinheiro secundário - Cheques - Cartões de crédito/débito - ATMs [Saques automáticos de caixas] - Transferências - SPEI [Sistema de Pagamentos Eletrônicos Interbancários] - CoDi [Plataforma mexicana de Pagamentos Digitais semelhante ao PIX, no Brasil].

Inovação Digital

Essa parceria também foi a base para inovações digitais que se apoiam mutuamente. Ao oferecer sistemas de pagamento melhores e mais rápidos, os Bancos Centrais proporcionaram aos bancos e às empresas de pagamento plataformas para oferecer novos produtos mais seguros e convenientes ao público. No México, vimos isso com os sistemas SPEI [Sistema de Pagamentos Eletrônicos Interbancários] e CoDi [Plataforma mexicana de Pagamentos Digitais semelhante ao PIX, no Brasil]. No entanto, a inovação digital não se limita à parceria tradicional. Outras inovações foram impulsionadas pela atração de dados de pagamentos e até mesmo, para criptomoedas, por um desejo explícito de interromper o sistema atual.

Revolução digital, onde está a chave? / Capacidade tecnológica para eficiente e barato: - Capturar dados - Processar dados - Armazenar dados - Transmitir dados / Dinheiro é informação / A mais fácil entrada de inovação perturbadora no sistema financeiro é através de: - Sistemas de pagamento - Moedas digitais.

Inovações recentes em sistemas de pagamento / Desenvolvimentos líderes de Bancos Centrais - Sistemas RTGS (SPEI) - Sistemas de pagamento rápidos (CoDi) / Outras inovações (fintech) - Sistemas de pagamento bancários (apps) - Provedores de sistemas privados (pagamentos móveis, plataformas).

Sistemas de pagamento em tempo-real apoiado por Bancos Centrais / Difusão de tecnologias de pagamento¹ - Número de países - Sistemas RTGS - Sistemas de pagamento rápido - ¹A linha tracejada corresponde a implementação projetada. - Fonte: CPMI, Desenvolvimento em pagamentos rápidos de varejo e implicações para sistemas RTGS, próximo.

Muitas inovações digitais estão reaprendendo as lições do passado que impulsionaram a evolução do nosso sistema atual. Criptomoedas como o bitcoin podem ter escassez, mas isso gerou a mesma volatilidade e custos vistos com o dinheiro das commodities. A mudança para stablecoins parece que a história se repete, tanto na necessidade de uma reivindicação para estabilizar o dinheiro, mas também em como essas reivindicações podem ser minadas.

Inovação em moedas digitais / Coleção de itens de Yap, Micronésia 2020, Museu de Artes e Ciências Aplicadas

3 Fenômenos recentes representativos em moedas digitais / 1.Bitcoin - entre outras (cripto-moedas) - Sem sistema bancário - Regras não-claras de emissão, baseadas em arranjos tecnológicos - Alta volatilidade em valor, pouco uso como meio de pagamentos (lavagem de dinheiro) - Semelhante a dinheiro em espécie / 2.Ativos apoiados por moedas (moedas estáveis) - Exemplo: Libra/Diem - Valor estável de "importados" de moeda doméstica e outros ativos financeiros - Problemas históricos relacionados para sistema bancário inadequado - Anti-Lavagem de dinheiro e regras anti-terrorismo. / 3.Moedas Digitais de Banco Central (CBDCs).

Interesse em Moedas Digitais de Banco Central está crescendo / Tempo de discursos e relatórios das CBDC - 12 meses de soma rolante / Interesses de Pesquisa Google ao longo do tempo - Intensidade de busca: Bitcoin - Libra do Facebook - Moeda Digital de banco Central.

O que são CBDCs? / Um novo tipo de viabilidade de banco Central / Folha de balanços de Banco Central - Reservas internacionais - Notas de banco e moedas - Títulos - Depósitos bancários - Outros - CBDC / Representações possíveis - 1.Contas no Banco Central - Individuais (varejo) - Intermediário (atacado) / 2.Tokens - Varejo - Atacado / Elas pretendem uma representação tecnológica superior da moeda nacional.

Uma alternativa aos tipos de dinheiro falidos de ontem na forma digital poderia ser a Moeda Digital de Banco Central (CBDC). Uma quantidade significativa de pesquisas está sendo aplicada para avaliar o uso de novas tecnologias para uso por bancos comerciais (atacado) e disponibilizar ao público o Dinheiro Digital do Banco Central (uso geral). Ainda há muitas perguntas sem resposta, especialmente para jurisdições com sistemas financeiros grandes e complexos, mas o BIS está ajudando a impulsionar a colaboração para respondê-las. Dois exemplos recentes incluem: 

(i) Projeto Helvetia, uma colaboração do Cubo de Inovação do BIS que faz experiências com CBDC de atacado; e 

(ii) um relatório sobre CBDC de propósito geral com um grupo de Bancos Centrais, estabelecendo os princípios fundamentais.

Assuntos-chave a serem tratados / 1.Decisão soberana de cada país / 2.Grau de autonomia - privacidade de dados / 3.Anti-lavagem de dinheiro, controles anti-terrorismo / 4.Competição: Bancos Centrais e bancos comerciais, ou Sociedade público-privada com múltiplos intermediários / 5.Transmissão de política monetária / 6.Impacto na estabilidade financeira / 7.Inclusão financeira / 8.Segurança cibernética / 9.Eficiência técnica extrema - sem margem de erro / 10.Cooperação internacional - Pagamentos internacionais (remessas) - Fluxo de capital.

Principal Desafio Internacional - papel do BIS /  Função de coordenação e cooperação / Esforços de disseminação de inovação e conhecimento.

Centros de Cubos de Inovação do BIS / Centro de Cubo existente / Novo Centro de Cubo / Parceria estratégica / Grupo consultivo das Américas

Nosso trabalho continuará, especialmente com a expansão do Cubo de Inovação do BIS. As inovações digitais também continuarão. No entanto, nem todas as inovações são as mesmas, ou iguais. Precisamos de inovação no que o dinheiro pode fazer e não tentar reinventá-lo. O dinheiro continuará a evoluir e essa evolução deve ser construída com base na confiança."

Notas conclusivas / Nem todas as inovações são iguais / Encorajar a inovação do que o dinheiro pode fazer, não tentar reinventá-lo / Evolução com confiança.

-- FIM DA TRADUÇÃO --


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sexta-feira, 24 de julho de 2020

5 de Outubro - Brasil | Início do fim do dinheiro-físico : Controle tecnológico absoluto cada vez mais perto!

Como vimos detalhadamente no artigo BIS insiste com Bancos Centrais: fim do dinheiro físico e controle tecnológico absoluto. Banco Central do Brasil obedece!, a Agenda Internacional para a instauração de uma civilização de controle tecnológico absoluto passa pelo Banco privado B.I.S. e está sendo aplicada no Brasil, de forma cada vez mais acelerada - desta vez, com a instauração do PIX, a plataforma única de pagamentos eletrônicos criada pelo Banco Central do B.I.S. no Brasil.


A nota Agenda BC#: Brasileiros começarão a se familiarizar com o Pix a partir de 5 de outubro, emitida pelo Banco Central do B.I.S. no Brasil no dia 22 de Julho de 2020, esclarece:

"O Banco Central (BC) antecipou para 5 de outubro o registro das chaves de endereçamento para receber um Pix. (...) [com o] objetivo [de] facilitar o processo de registro das chaves pelos usuários do Pix."



A monopolização do sistema financeiro acontecerá quando acabar o dinheiro físico e todas as transações econômicas forem obrigadas a acontecer dentro da plataforma única de pagamentos eletrônicos (Pix), cujo acesso só serás permitido a quem estiver burocrática, tecnológica e biometricamente submisso ao controle tecnológico absoluto.

A quantidade de pessoas que serão alvo da marginalização e da ilegalização tecnológica será dantesca: por isso é que o Fórum Econômico Mundial debate (desde, pelo menos, 2016) +2 Bilhões de desempregados até 2030 devido ao impacto tecnológico.



O fim do dinheiro físico e a total virtualização da economia não são ações isoladas: estão contextualizadas nos objetivos da Agenda Internacional de criar uma civilização mundial 100% controlada pelas tecnologias e contextualizadas nos objetivos do Banco privado BIS - o Banco Central dos Bancos Centrais com sede na cidade da Basileia, Suíça (paraíso fiscal) - de conquistar a Supremacia dos Bancos Centrais sobre a Soberania das Nações através da conquista da Estabilidade Financeira das instituições financeiras (mas não das populações): ou participam, ou sofrem as consequências!

Os Bancos Centrais, para agirem com mais liberdade, sugam para dentro das suas próprias estruturas os orgãos de supervisão financeira (ou seja, supervisionam-se a si mesmos), criam leis para se protegerem dos saques que fazem às Nações, acabam com a transparência dos seus movimentos financeiros, ampliam os seus tentáculos mundiais e por fim, visam acabar com o dinheiro físico e criar um sistema financeiro global 100% virtual, monopolizando todas as trocas econômicas.

Agenda BC#
Brasileiros começarão a se familiarizar com o Pix a partir de 05.Out.2020
22.Jul.2020

O Banco Central (BC) antecipou para 05.Out.2020 o registro das chaves de endereçamento para receber um Pix. As chaves são o método fácil e ágil de identificação do recebedor. Desta forma, o pagador não precisará de dados como número da instituição, agência e conta para fazer a transferência.

Quem desejar receber um Pix de forma simples e prática deverá, a partir de outubro, acessar o aplicativo da instituição em que possui conta e fazer o registro da chave, vinculando o número de telefone celular, e-mail ou CPF/CNPJ àquela conta específica. Essas informações serão armazenadas em uma plataforma tecnológica desenvolvida e operada pelo BC, chamada Diretório Identificador de Contas Transacionais (DICT), um dos componentes do Pix.

Antes previsto para iniciar em 3 de novembro, o registro foi antecipado para que os clientes e as instituições tenham mais tempo para se familiarizar com o Pix. Estarão disponíveis antecipadamente todas as funcionalidades para a gestão das chaves – além do registro, a exclusão, a alteração, a reivindicação de posse e a portabilidade. As regras específicas estarão detalhadas no Regulamento Pix, que será publicado em agosto. 

Essa medida tem por objetivo facilitar o processo de registro das chaves pelos usuários do Pix, que terão um maior tempo para isso; mobilizar as instituições e os seus clientes para o lançamento do Pix, induzindo ao entendimento prévio do novo meio de pagamento antes de seu efetivo funcionamento; e estimular a competição pela vinculação das chaves às suas contas entre as instituições que ofertarão o Pix aos seus clientes.

A participação nesse período antecipado de registro de chaves será facultativa às instituições financeiras e de pagamentos participantes do Pix, tendo como pré-requisito a conclusão bem sucedida da etapa de homologação. O Pix é uma ação da Agenda BC#, dimensão competitividade.

Cronograma de marcos do Pix

Ago: Divulgação do Regulamento Pix e manuais técnicos
 05.Out: Início do processo de registro de chaves de endereçamento
 03.Nov: Início da operação restrita do Pix
 16.Nov: Lançamento do Pix para toda a população

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