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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Fim do Dinheiro físico: Banco privado BIS continua empurrando Economia 100% Digital - traduções

O PL 4068/2020 que propõem o Fim do Dinheiro em espécie, apesar de apresentar o Deputado Reginaldo Lopes (PT/MG) como autor (ao qual enviamos, no dia 07.09.2020 uma série de perguntas, ainda sem resposta) é uma ideia alienígena que não visa o bem da Nação-Brasil: é oriunda da Agenda Financeira Internacional centralizada no Banco privado BIS - o Banco para Assentamentos Internacionais, o Banco Central dos Bancos Centrais com sede na cidade da Basileia, Suíça (paraíso fiscal)... e é uma das principais cartadas para a instauração de uma Ditadura Global de controle tecnológico absoluto. 


Para que este cenário de controle absoluto seja instaurado, o sistema financeiro tem um papel de destaque:
atrair para dentro do sistema bancário as +2 bilhões de pessoas no mundo que não possuem conta bancária. Quando descobrimos que a grande maioria destas +2 bilhões de pessoas são pobres, imediatamente surge a pergunta: como pensa o sistema financeiro lucrar com pobres? A resposta chega com a compreensão do Esquema internacional de Securitização de Papéis Podres.

Porém, a pergunta de como integrar numa economia 100% digitalizada (sem dinheiro físico) a também maioria dessas +2 bilhões de pessoas que não possui, ou possui baixíssimo, conhecimento tecnológico, fica por responder.

A contextualização das traduções que trazemos neste artigo, é detalhadamente clarificada com documentos oficiais oriundos de fontes primárias, nos seguintes artigos:

O Processo da Basileia: A armadilha do BIS para todas as Nações. Ou participam, ou sofrem as consequências!

23.Agosto.2019


A PLC do Banco Central do Brasil para salvar instituições financeiras é originária do Banco privado BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais... e ninguém fala sobre isso!

28.Dezembro.2019


BIS sugere aos Bancos Centrais o uso de moeda virtual devido ao risco de contaminação pelo C0R0NAV1RU$

05.Abril.2020


B.I.S. quer regulamentar (ou acabar com?) as criptomoedas para Bancos Centrais dominarem um futuro sistema financeiro global 100% virtual

14.Abril.2020


A Digitalização da Economia e o Preconceito Tecnológico como Marginalização no Séc XXI

06.Maio.2020


B.I.S. insiste com Bancos Centrais: fim do dinheiro físico e controle tecnológico absoluto. Banco Central do Brasil obedece!

07.Julho.2020


Lista dos 30 Bancos Globais Grandes-Demais-Para-Falir (G-SIBs) | Plano COVID prevê mundo afundado em dívidas e Bancos ganhando muito, mas muito dinheiro com isso!

14.Julho.2020


PLP 281/2019 | Salvar Bancos a todo o custo! - até com o seu dinheiro!

17.Julho.2020


O Grande Reset do Capitalismo segundo o Fórum Econômico Mundial (dados oficiais)

21.Julho.2020


5 de Outubro - Brasil | Início do fim do dinheiro-físico : Controle tecnológico absoluto cada vez mais perto!

24.Julho.2020


2 BILHÕES DE PESSOAS SEM CONTA BANCÁRIA | O Plano dos Bancos para atrair todos para o controle tecnológico absoluto do monopólio financeiro (tradução)

27.Julho.2020


O Brasil no Grande Reset | Um Mergulho profundo no Complexo Diagrama lançado pelo Fórum Econômico Mundial

29.Julho.2020


06.Agosto.2020

27.Agosto.2020

28.Agosto.2020

De seguida, as traduções de 3 Comunicados de Imprensa emitidos pelo Banco privado BIS, anunciando, respectivamente, 3 documentos diretamente relacionados com a completa digitalização da economia mundial, criados por instituições-tentáculos daquele.

05.Abril.2016


O Comitê de Pagamentos e Infraestruturas de Mercado (CPMI) e o Grupo Banco Mundial (GBM) publicaram o relatório final sobre os aspectos de pagamento da inclusão financeira. Isto baseia-se em uma versão anterior do relatório que passou por consulta pública no final de 2015 e busca combater as barreiras à adoção e uso de contas de transação, que estão no cerne dos serviços de pagamento de varejo.


Além de delinear os princípios orientadores para ajudar os países a avançar na inclusão financeira, o relatório sugere possíveis ações-chave, incluindo o fornecimento de
contas básicas com pouco ou nenhum custo, intensificando os esforços para aumentar a educação financeira e alavancando programas de pagamento de grande volume, como pagamentos do governo , com a adoção de serviços de pagamento eletrônico. Os esforços de inclusão financeira são benéficos não apenas para aqueles que serão incluídos financeiramente, mas também para a infraestrutura nacional de pagamentos e, em última instância, para a economia.

14.Abr.2020


A inovação tecnológica fez grandes incursões nos serviços financeiros, especialmente nos pagamentos. O ritmo da inovação aumentou substancialmente nos últimos 5 anos, levando à "Era das Fintech [tecnologias financeiras]". Fintech apresenta oportunidades e desafios para o acesso e inclusão financeira. Pode oferecer suporte a acesso aprimorado a contas de transações seguras e estimular seu uso frequente. No entanto, não é uma panaceia e há riscos que precisam ser gerenciados.

Este relatório reitera e aprimora a orientação desenvolvida no relatório sobre Aspectos de pagamento da inclusão financeira (PAFI) emitido pelo Comitê de Pagamentos e Infraestruturas de Mercado (CPMI) e o Grupo do Banco Mundial (GBM) em 2016. Desde então, a estrutura do PAFI foi adotada como base analítica para projetar e implementar ações em nível-de-país e esforços globais para melhorar o acesso e o uso de contas de transações.



A orientação do PAFI busca avançar a inclusão financeira por meio de pagamentos. As partes interessadas com o objetivo de alavancar o potencial fintech de forma responsável para atingir os objetivos do PAFI podem tomar outras ações que busquem aproveitar o potencial fintech, ao mesmo tempo que mitigam os riscos inerentes. O relatório apresenta ações-chave focadas em fintech e as coloca no contexto da orientação geral do PAFI, que foi formulada de forma holística e neutra em termos de tecnologia, e continua a ser relevante na Era da Fintech.

29.Set.2020


▪ Para aumentar a inclusão financeira de uma perspectiva de pagamentos, é importante avaliar com precisão a situação atual de um país e seu progresso.

▪ O novo relatório CPMI-Banco Mundial ajuda as autoridades nacionais a aplicar a orientação Aspectos de pagamento da inclusão financeira (PAFI) para expandir o acesso aos serviços de pagamento.

▪ Inclui exercícios de diagnóstico e ferramentas para medir, monitorar e relatar o progresso na aplicação das orientações.

A Comissão de Pagamentos e Infraestruturas de Mercado (CPMI) e o [Grupo] Banco Mundial (GBM) publicaram hoje o relatório Aspectos de pagamento da inclusão financeira: ferramentas de aplicação. O relatório ajudará as autoridades nacionais a aplicar as orientações do PAFI. Ele fornece ferramentas para ajudar as autoridades nacionais a realizar estudos de diagnóstico e para medir e acompanhar o progresso na melhoria do acesso e uso de contas de transações. As ferramentas permitem comparações com benchmarks internacionais e/ou com a própria situação de uma jurisdição ao longo do tempo e tornam mais fácil acompanhar os esforços de reforma na área de inclusão financeira de uma perspectiva de pagamentos.


Este relatório segue a publicação de Aspectos de pagamento da inclusão financeira (2016) e Aspectos de pagamento da inclusão financeira na era fintech (Abril de 2020). O relatório de 2016 delineou 7 Princípios Orientadores para as partes interessadas do setor público e privado e recomendou ações-chave para os países que procuram implementá-los princípios, enquanto o relatório de Abril de 2020 forneceu orientação adicional sobre desenvolvimentos fintech recentes que têm implicações relevantes para os objetivos subjacentes do PAFI. O CPMI e o GBM observam que essas ferramentas são dinâmicas e irão evoluir e/ou precisar ser atualizadas com o tempo para acomodar novas práticas de mercado emergentes e outras inovações relevantes.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

O Cubo de Inovação do BIS e a Autoridade Monetária de Hong Kong anunciam os vencedores do TechChallenge

Dando continuidade à Iniciativa G20 TechSprint, sobre a qual falamos no artigo B.I.S. + G20 | Iniciativa G20 TechSprint - A Iniciativa de Aceleração das tecnologias financeiras (fintech) de controle tecnológico absoluto, o Cubo de Inovação do BIS e a Autoridade Monetária de Hong Kong anunciam (02.Nov.2020) os vencedores da TechChallenge (Desafio-Tech).


Este tipo de eventos atrai peritos em FinTech (tecnologias financeiras), os quais - por inconsciência, ou por afinidade - se juntam às bilionárias elites financeiras, acelerando o processo de construção do Novo Império Global de controle tecnológico absoluto, sem considerarem os +2 bilhões de pessoas sem conta bancária e sem conhecimentos suficientes de tecnologia para viver em uma civilização com uma economia 100% digitalizada.

Cubo de Inovação do BIS e a Autoridade Monetária de Hong Kong
anunciam os vencedores do TechChallenge
TRADUÇÃO

▪ 17 vencedores e segundos classificados da competição TechChallenge para destacar o potencial das novas tecnologias para aprimorar o financiamento do comércio.

▪ Os vencedores enfrentaram os desafios de conectar plataformas TradeTech [tecnologias comerciais], melhorando a inclusão de financiamento comercial para pequenas e médias empresas (PMEs) e desenvolvendo infraestrutura TradeTech para mercados emergentes.

▪ Os vencedores apresentarão soluções de tecnologia e participarão da Semana FinTech de Hong Kong [02-06.Nov.2020]

O Cubo de Inovação do Banco para Assentamentos Internacionais (BISIH) em Hong Kong SAR e a Autoridade Monetária de Hong Kong (HKMA) anunciaram hoje os vencedores da iniciativa TechChallenge - Digitalizando as Finanças do Comércio.

A competição foi lançada em Agosto para destacar o potencial de novas tecnologias para aprimorar os mecanismos de financiamento do comércio. Os vencedores foram selecionados entre 103 soluções de tecnologia apresentadas por candidatos em todo o mundo para 3 declarações de problemas: 

Conectando ilhas digitais e aumentando o tamanho e os efeitos da rede; 
Inclusão do Financiamento do Comércio para PMEs; 
TradeTech para mercados emergentes

Os vencedores, incluindo os segundos classificados, em ordem alfabética, são: 

▪  Business Big Data Inc.
▪  eCOM Asia Ltd.
▪  EMALI.IO Ltd.
▪  essDOCS Ltd.
▪  Forms Syntron Information (HK) Ltd.
▪  FreightAmigo Services Ltd.
▪  HashKey Group
▪  iLoan, KYC-Chain Ltd.
▪  Linklogis International Company Ltd.
▪  OneConnect Financial Technology Co., Ltd.
▪  Pricewaterhouse
▪  Coopers Consulting Hong Kong Ltd.
▪  Refinitiv Hong Kong Ltd.
▪  Standard Chartered 
▪  Universidade de Hong Kong-SCF FinTech Academy
▪  Sedicii Innovations Ltd.
▪  Velotrade Management Ltd.
▪  WeBank Co., Ltd.

Todos foram convidados a apresentar seus trabalhos na Semana  Fintech de Hong Kong, que acontecerá como um evento virtual de 2 a 6 de Novembro. Mais detalhes sobre os vencedores e todos os participantes selecionados e as soluções de tecnologia que eles propõem podem ser vistos aqui.


"Receber soluções tecnológicas inovadoras de empresas com base em todo o mundo mostra que a tecnologia tem um potencial significativo para melhorar os processos de financiamento do comércio, que vão desde financiamento comercial institucional muito grande até PMEs no nível de base. Esperamos ver mais desenvolvimento das propostas e novos protótipos nos próximos meses."
Benoît Cœuré, chefe do BISIH


"A HKMA está satisfeita por ter recebido uma resposta entusiástica, mesmo em meio à pandemia, e está impressionada com a qualidade das apresentações. Acreditamos que as propostas vencedoras, quando desenvolvidas, apresentam grande potencial para abordar alguns pontos problemáticos de longa data do negócio de financiamento do comércio global. Estamos ansiosos para as próximas etapas e continuar nossa estreita colaboração com o BISIH."
Edmond Lau, Diretor Executivo Sênior da HKMA

TechChallenge foi apoiado por juízes do Banco de Desenvolvimento Asiático, Rede de Negócios Navais Globais, Instituto de Finanças Internacionais, Câmara de Comércio Internacional, Universidade de Oxford, Banco do Povo da China, Finanças do Comércio Global (TFG), TradeLens, Trade IX e Marco Polo Network, Wolfsberg Group, Fórum Econômico Mundial e Organização Mundial do Comércio.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

BIS e Bancos Centrais nórdicos lançam Centro Nórdico do Cubo de Inovação

O crescimento da rede de Cubos de Inovação do BIS está acontecendo e estamos acompanhando: 


14.Jun.2021

O Cubo de Inovação do BIS tem vindo a ser destaque na experimentação de cenários transfronteiriços de CBDC (Moeda Digital de Banco Central) entre Bancos Centrais e no desenvolvimento de projetos e mecanismos fintech (tecnologia financeira):

10.Ago.2020

05.Nov.2020

04.Dez.2020

30.Dez.2020

24.Fev.2021

10.Jun.2021

Banco para Assentamentos Internacionais 
e Bancos Centrais nórdicos
lançam Centro Nórdico do Cubo de Inovação [do BIS]
Comunicado de imprensa do BIS 16.Jun.2021


▪ O Banco para Assentamentos Internacionais e 4 Bancos Centrais nórdicos lançam o Centro Nórdico do Cubo de Inovação do BIS.

▪ A expansão marca o 5° Centro do Cubo de Inovação do BIS a ser inaugurado nos últimos 2 anos.

▪ Centro Nórdico para ajudar a avançar o trabalho do Cubo de Inovação em temas prioritários.

O Banco para Assentamentos Internacionais, Banco Nacional da Dinamarca, Banco Central da Islândia, Banco Norueguês e Banco Nacional da Suécia [tudo Bancos Centrais] lançaram hoje o Centro Nórdico do Cubo de Inovação do BIS em Estocolmo, marcando o 5° Centro de Inovação do BIS a ser inaugurado nos últimos 2 anos.


"O O Centro Nórdico do Cubo de Inovação do BIS, em Estocolmo, é um testemunho da cultura inovadora dos Bancos Centrais da Dinamarca, Islândia, Noruega e Suécia. Ele reflete o reconhecimento das oportunidades apresentadas pela fintech, bem como seu empenho em enfrentar os desafios à medida que perseguir seus mandatos para a estabilidade financeira [das instituições financeiras e não para a estabilidade financeira das populações." - Agustín Carstens, Gerente Geral do BIS

O lançamento de hoje faz parte de um plano de expansão do alcance global do Cubo, que inclui também a abertura de centros com o Banco do Canadá (Toronto), o Banco da Inglaterra (Londres) e o Banco Central Europeu/Eurosistema (Frankfurt e Paris). Em Jan.2021, o BIS assinou um memorando de entendimento para uma colaboração estratégica com o Sistema da reserva Federal (Nova York).


"O Cubo de Inovação do BIS emergiu como um dos principais motores da experimentação de fintech de Banco Central. O Centro Nórdico representa um passo importante no avanço desta missão do BIS em parceria com os Bancos Centrais da Dinamarca, Islândia, Noruega e Suécia e estamos ansiosos para desenvolver bens públicos essenciais que facilitem a evolução e estabilidade financeiras." - Stefan Ingves, governador do Sveriges Riksbank

O programa de trabalho do Cubo de Inovação do BIS está atualmente focado em 6 áreas: 

▪ suptech (tecnologias de supervisão) e regtech (tecnologias de regulamentação); 
▪ infra-estruturas de mercado financeiro de próxima geração;
▪ Moedas Digitais de Banco Central; 
▪ finanças abertas; 
▪ segurança cibernética; 
▪ e finanças verdes. 

O trabalho relacionado a estes temas está distribuído entre os vários Centros do Cubo, embora projetos específicos ainda não tenham sido finalizados para o Centro Nórdico.


"Estou muito satisfeito em dar as boas-vindas à próxima fase da expansão do Cubo de Inovação do BIS com o estabelecimento do Centro Nórdico com os Bancos Centrais da Dinamarca, Islândia, Noruega e Suécia. O ambiente vibrante e inovador de fintech dos países nórdicos servirá como um catalisador para experimentação fundamental para ajudar os Bancos Centrais a enfrentar os desafios do futuro digital. " - Benoît Cœuré, Chefe do Cubo de Inovação BIS

O Cubo de Inovação do BIS foi estabelecido em 2019 pelo BIS para identificar e desenvolver percepções aprofundadas sobre as tendências críticas em tecnologia financeira de relevância para os Bancos Centrais, para explorar o desenvolvimento de bens públicos para melhorar o funcionamento do sistema financeiro global e para servir como ponto focal para uma rede de especialistas do Banco Central em inovação. O Banco Nacional da Suécia realizará um evento virtual para marcar a abertura às 14h de hoje, com a presença de Ingves, Carstens, Cœuré, Gunnar Jakobsson, Vice-Governador de Estabilidade Financeira, Ilhas Sedlabanki, Åsa Lindhagen, Ministro dos Mercados Financeiros, Suécia, Øystein Olsen, governador do Banco da Noruega, Lars Rohde, governador do Banco Nacional da Dinamarca e Cecilia Skingsley, 1ª Vice-Governadora do Banco Nacional da Suécia. O evento virtual será seguido por um sumário em mídia digital com a Sra. Skingsley e o Sr. Cœuré.

-- FIM DA TRADUÇÃO

Os movimentos financeiros que temos vindo a acompanhar e a descrever (talvez de forma única na língua portuguesa), estão praticamente invisíveis para os maiores meios de comunicação social... e são tais movimentos que estão montando a plataforma única sob a qual pretendem controlar tecnologicamente toda a humanidade.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Fundo Monetário Internacional (FMI) e Moeda Digital de Banco Central (CBDC): Economia 100% digitalizada sendo preparada em todo o mundo



... reforça a completa digitalização do sistema financeiro nacional e internacional, no qual, não havendo dinheiro em espécie (notas e moedas) apenas acessará ao dinheiro a pessoa que estiver plenamente submissa às exigências do próprio sistema financeiro, sejam elas quais forem. 

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18.Dez.2020

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10.Jun.2021

10.Jun.2021

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25.Jun.2021

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28.Jul.2021

28.Jul.2021

16.Ago.2021

26.Ago.2021

07.Dez.2021

10.Dez.2021

07.Fev.2022

Notas Fintech
Nos Bastidores da Moeda Digital de Banco Central:
Tendências emergentes, Percepções e Lições políticas
Fev.2022
NOTAS | Fintech: Tecnologia financeira | Devido ao tamanho do documento, decidimos traduzir apenas o início do mesmo e destacar algumas outras passagens.  

1. Introdução

Os Bancos Centrais estão cada vez mais ponderando se devem emitir suas próprias moedas digitais para o público em geral, a chamada Moeda Digital de Banco Central de varejo (CBDC). A maioria dos países membros do FMI está avaliando ativamente os CBDCs, com apenas alguns tendo emitido CBDCs, ou realizado pilotos, ou testes extensivos. Este documento destaca alguns países na fronteira na esperança de identificar e compartilhar percepções, lições e questões em aberto para o benefício de muitos países que seguem seus passos. Claramente, o que pode ser adquirido a partir dessas experiências não se aplica necessariamente em outros lugares. A amostra de países permanece pequena e as circunstâncias dos países diferem amplamente. No entanto, os insights neste artigo podem inspirar investigações adicionais e permitir que os países ganhem tempo aproveitando a experiência de outros. É importante ressaltar que o objetivo deste artigo não é avaliar os cursos realizados por diferentes jurisdições, mas estudar e discutir suas principais experiências e lições. O artigo estuda 6 projetos avançados de CBDC, aproveitando a colaboração e trocas com os respectivos Bancos Centrais para obter percepções além do que foi publicado anteriormente. A menos que uma fonte publicada específica seja citada, todas as informações provêm de entrevistas e workshops com membros das equipes do projeto CBDC em cada jurisdição. Os projetos CBDC escolhidos atendem a pelo menos um dos seguintes critérios:

a. Um CBDC já foi emitido. Projeto selecionado: Banco Central das Bahamas (CBOB).

b. Um CBDC piloto foi, ou está sendo testado envolvendo famílias e empresas reais. Projetos selecionados: Banco Popular da China (PBOC), Banco Central do Caribe Oriental (ECCB) e Banco Central do Uruguai (BCDU).

c. Um projeto CBDC foi trazido para a agenda política do país e está sendo analisado por órgãos governamentais, ou parlamentares fora do Banco Central. Projeto selecionado: Banco Nacional da Suécia.

d. O Banco Central realizou um projeto CBDC e decidiu não emitir um CBDC por enquanto.

Projeto selecionado: Banco do Canadá (BOC). É importante ressaltar que esses países têm contextos nacionais diferentes e seus projetos CBDC estão em diferentes estágios de desenvolvimento (consulte o Quadro 1 para uma visão geral rápida). Assim, as informações que os Bancos Centrais podem fornecer diferem. Se, ou quando, esses projetos, exceto o das Bahamas, eventualmente, evoluirão para um CBDC lançado oficialmente oferecido ao público em geral, ainda não se sabe. A estrutura deste documento é baseada nas considerações primárias para um projeto CBDC e está resumida graficamente na Figura 1. É importante ressaltar que todas essas considerações devem ser vistas como sendo realizadas com processos sólidos para identificação e mitigação de riscos. Este artigo primeiro explora os objetivos políticos das diferentes jurisdições. Em seguida, analisa os modelos operacionais da CBDC, ou seja, quem emite e distribui a CBDC e os respectivos papéis do Banco Central e do setor privado. O artigo então se volta para os recursos de design do CBDC, que variam de maneiras de mitigar riscos a usos em pagamentos internacionais. Em seguida, o documento considera as opções disponíveis para jurisdições em tecnologias específicas e avança para os fundamentos legais da CBDC. A última seção examina o processo de explorar e testar o CBDC, como escolhas organizacionais e pessoal. Também inclui percepções identificados como particularmente importantes pelas próprias jurisdições no caminho a seguir.

Caixa 1. Estado atual dos Projetos de CBDC


CBOB (Banco Central das Bahamas), Dólar de Areia (Sand Dollar): O Dólar de Areia foi lançado oficialmente em Out.2020. No final de 2021, havia cerca de 20.000 carteiras Dólar de Areia ativas em uma população de cerca de 400.000 e as funções estão sendo continuamente desenvolvidas.

BOC (Banco do Canadá): O BOC não encontrou um caso premente para uma moeda digital, dado o estado atual do sistema de pagamentos canadense. No entanto, continua a desenvolver a capacidade técnica para emitir uma CBDC e monitorar os desenvolvimentos que possam aumentar sua urgência.

PBOC (Banco Popular da China), e-CNY: Nenhuma decisão formal foi tomada para lançar o e-CNY. O PBOC executa um piloto em paralelo em diferentes regiões. Em Out.2021, havia mais de 123 milhões de carteiras e-CNY registradas com indivíduos e cerca de 9,2 milhões de carteiras mantidas por empresas - um rápido aumento de aproximadamente 6 milhões de carteiras e-CNY ativas em Abr.2021. Em uma população de quase um bilhãos e meio, a parcela de usuários de e-CNY está se aproximando de 10%.

ECCB (Banco Central do Caribe Oriental), DCash: Nenhuma decisão foi tomada para emitir formalmente DCash. Em Mar.2021, o ECCB lançou um programa piloto para estender sucessivamente o DCash em todos os países da União Monetária do Caribe Oriental (ECCU) e executar o programa por 12 meses. Dada a sua rápida adoção, o ECCB está agora considerando a transição para um lançamento oficial do CBDC.

Banco Nacional da Suécia, e-krona: Nenhuma decisão foi tomada para emitir a e-krona. O Banco Nacional desenvolveu uma prova de conceito e está explorando os ângulos tecnológicos e políticos da CBDC. Uma investigação do governo está investigando o papel do estado no sistema de pagamentos digitais, incluindo o potencial papel de uma CBDC.

BCDU (BAnco Central do Uruguai), e-peso: Após encerrar um piloto em 2018, o BCDU mudou de liderança e optou por não realizar um segundo piloto devido a outras prioridades e falta de recursos. Potencialmente, um segundo piloto será lançado no futuro.

Figura 1. As Principais escolhas e Considerações para um Projeto de Moeda Digital de Banco Central

Centro: Objetivos políticos | Ao redor: Implementação de projeto; Tecnologia; Modelo Operativo; Configurações de design; Fundações legais.

2. Metas Políticas dos Projetos CBDC

As metas de política para a CBDC orientam naturalmente a exploração e o trabalho que se seguiram. Essas metas também ajudam a estabelecer diretrizes para fazer escolhas de design e tecnologia. Os objetivos diferem entre as jurisdições, refletindo fatores como as características dos sistemas de pagamento e vários desafios domésticos percebidos. Mandatos também podem ser considerados. As leis do Banco Central geralmente estabelecem a função de promover sistemas de pagamento eficientes, seguros e protegidos, ou definem uma política monetária eficiente e eficaz, ambas as quais podem ser relevantes para a CBDC. No entanto, os temas da modernização e/ou dos sistemas de pagamento dos países à prova de futuro perpassaram os vários objetivos declarados pelos bancos centrais analisados ​​neste artigo. Modernizar é melhorar o sistema de pagamento por meio do aumento da digitalização. E a prova do futuro refere-se à atualização de um sistema de pagamento que já está amplamente digitalizado para combater possíveis riscos futuros associados à inovação contínua. Esta seção discute os diferentes objetivos de política que cada jurisdição identificou como cruciais. Outros objetivos também podem existir e serem importantes, mas de menor prioridade.

Cada um dos seguintes itens é acompanhado de texto descritivo no documento original.

A. Inclusão Financeira
B. Acesso a Pagamentos
C. Tornando os pagamentos mais eficientes
D. Garantindo a Resiliência dos Pagamentos
E. Reduzir o uso ilícito de dinheiro
F. Soberania Monetária
G. Competição
H. Resumo dos Objetivos da Política


Kristalina Georgieva, Diretora Administrativa do FMI, comentou (09.Fev.2022) o relatório acima, no Conselho Atlântico, Washington DC:


"Senhoras e senhores, amigos,

Deixe-me começar agradecendo ao Atlantic Council por fornecer um local adequado para discutir as incursões dos bancos centrais em moedas digitais. Desde sua fundação em 1961, o Conselho tem feito importantes contribuições para debates estratégicos, políticos e de política econômica. Esses debates nos serviram bem, ajudando-nos a testar os limites de nosso pensamento e a estar melhor preparados para o que está por vir. Então, hoje, pretendemos testar nosso pensamento novamente. Nós fomos além das discussões conceituais de CBDCs e agora estamos na fase de experimentação. Os bancos centrais estão arregaçando as mangas e se familiarizando com os bits e bytes do dinheiro digital. Ainda são os primeiros dias para os CBDCs e não sabemos até onde e quão rápido eles irão. O que sabemos é que os Bancos Centrais estão construindo capacidade para aproveitar as novas tecnologias – para estar pronto para o que pode estar por vir. Se os CBDCs forem projetados com prudência, eles podem oferecer mais resiliência, mais segurança, maior disponibilidade e custos mais baixos do que as formas privadas de dinheiro digital. Esse é claramente o caso quando comparado a ativos criptográficos não lastreados que são inerentemente voláteis. E mesmo as stablecoins mais bem gerenciadas e regulamentadas podem não ser exatamente compatíveis com uma moeda digital estável e bem projetada do Banco Central. Sabemos que o movimento em direção às CBDCs está ganhando força, impulsionado pela engenhosidade dos Bancos Centrais. Ao todo, cerca de 100 países estão explorando CBDCs em um nível, ou outro. Alguns pesquisando, alguns testando e alguns já distribuindo CBDC ao público.

Nas Bahamas, o Dólar de Areia – o CBDC local – está em circulação há mais de um ano.

O Banco Nacional da Suécia desenvolveu uma prova de conceito e está explorando as implicações tecnológicas e políticas do CBDC.

Na China, o renminbi digital [chamado e-CNY] continua a progredir com mais de 100 milhões de usuários individuais e bilhões de yuans em transações.

E, apenas no mês passado, o Federal Reserve emitiu um relatório que observou que “um CBDC poderia mudar fundamentalmente a estrutura do sistema financeiro dos EUA”.

Como seria de esperar, o FMI está profundamente envolvido nessa questão, inclusive por meio da prestação de assistência técnica a muitos membros. Um papel importante para o Fundo é promover a troca de experiências e apoiar a interoperabilidade das CBDCs. Como parte do serviço aos nossos membros, estamos publicando hoje um artigo que destaca as experiências de seis bancos centrais na fronteira – incluindo China e Suécia – a serem abordados no painel de discussão após minhas observações.

Tiramos 3 lições comuns desses Bancos Centrais das quais outros podem se beneficiar.

Lição número 1: não há tamanho único. Não há um caso universal para CBDCs porque cada economia é diferente. Em alguns casos, um CBDC pode ser um caminho importante para a inclusão financeira – por exemplo, onde a geografia é um obstáculo ao banco físico. Em outros, um CBDC pode fornecer um backup essencial no caso de outros instrumentos de pagamento falharem. Um desses casos foi quando o Banco Central do Caribe Oriental estendeu seu piloto CBDC para áreas atingidas por uma erupção vulcânica no ano passado. Assim, os Bancos Centrais devem adaptar os planos às suas circunstâncias e necessidades específicas.

Lição número 2, estabilidade financeira e considerações de privacidade são fundamentais para o design de CBDCs. Os Bancos Centrais estão comprometidos em minimizar o impacto das CBDCs na intermediação financeira e na provisão de crédito. Isso é muito importante para que as rodas da economia funcionem sem problemas. Os países que estudamos oferecem CBDCs que não rendem juros – o que torna um CBDC útil, mas não tão atraente como um veículo de poupança quanto os depósitos bancários tradicionais. Também vimos em todos os três projetos ativos de CBDC – nas Bahamas, na China e na União Monetária do Caribe Oriental – que eles colocaram limites nas participações de CBDCs, novamente, para evitar saídas repentinas de depósitos bancários para a CBDC. Os limites de posse de CBDCs também ajudam a atender ao desejo de privacidade das pessoas, ao mesmo tempo em que protegem contra fluxos financeiros ilícitos. Posses menores são permitidas sem a necessidade de identificação completa se os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo forem baixos – isso pode ser um benefício para a inclusão financeira. Ao mesmo tempo, transações e participações maiores exigem cheques mais rigorosos, como seria de esperar se você depositasse uma bolsa de dinheiro no banco. Em muitos países, as preocupações com a privacidade são um potencial disjuntor quando se trata de legislação e adoção da CBDC. Portanto, é vital que os formuladores de políticas façam a combinação certa.

E isso me leva à lição número 3: equilíbrio. Introduzir um CBDC é encontrar o delicado equilíbrio entre os desenvolvimentos na frente do design e na frente das políticas. Acertar o design exige tempo e recursos, além de aprendizado contínuo com a experiência, incluindo experiências compartilhadas entre países. Em muitos casos, isso exigirá parcerias estreitas com empresas privadas para distribuir CBDCs com sucesso, criar carteiras eletrônicas, adicionar recursos e ampliar os limites da tecnologia. Mas os aspectos políticos também são primordiais, incluindo o desenvolvimento de novos marcos legais, novos regulamentos e nova jurisprudência. Em ambas as frentes, uma CBDC também requer planejamento prudente para satisfazer metas políticas como inclusão financeira e evitar repercussões indesejáveis, como saídas repentinas de capital que podem prejudicar a estabilidade financeira. Em conjunto, o design cuidadoso e as considerações de política sustentarão a confiança nos CBDCs. Mas não esqueçamos que a confiança deve estar ancorada em Bancos Centrais credíveis com um histórico de cumprimento de seus mandatos. A introdução de um CBDC não substitui essa confiança subjacente construída ao longo de décadas – um bem público que permite que o dinheiro lubrifique as rodas de nossas economias. O sucesso de um CBDC, se e quando emitido, dependerá de confiança suficiente. E, por sua vez, qualquer CBDC bem-sucedido deve continuar a construir confiança nos Bancos Centrais.

Então, deixe-me concluir.

A história do dinheiro está entrando em um novo capítulo. Os países estão procurando preservar os principais aspectos de seus sistemas monetários e financeiros tradicionais, enquanto experimentam novas formas digitais de dinheiro. O artigo que estamos divulgando hoje mostra que, para que esses experimentos sejam bem-sucedidos, os formuladores de políticas precisam lidar com muitas questões em aberto, obstáculos técnicos e compensações políticas. Pode não ser fácil, ou direto, mas estou confiante de que as mentes brilhantes dos Bancos Centrais podem ter sucesso, graças à sua desenvoltura e perseverança de marca registrada. Apropriadamente, até mesmo o grande inventor Thomas Edison reconheceu que: “Não há substituto para o trabalho duro”. E é isso que abraçamos no FMI: esse trabalho árduo já avançou. Estamos apoiando os países em seus experimentos de CBDC - para entender os trade-offs do quadro geral, fornecer assistência técnica e servir como uma linha de transmissão de aprendizado e melhores práticas para todos os 190 membros. E estamos intensificando a colaboração com outras instituições, como o Banco para Assentamentos Internacionais (BIS), a par da importância crescente do dinheiro digital. A discussão de hoje é apenas o começo de uma jornada emocionante – e temos um ótimo painel para nos levar adiante.
Obrigada.

-- FIM DA TRADUÇÃO

Economia 100% digitalizada representa ainda mais concentração de poder nas corporações financeiras mundiais.

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