segunda-feira, 13 de abril de 2026

OMS acciona One Health no mundo rumo ao modelo sanitarista único mundial


Passo-a-passo, o sanitarismo globalista faz a sua parte no controle tecno-social absolutista, integrando novos modos-de-fazer as coisas, sempre tendendo para a digitalização e a recolha da maior quantidade de dados possível sobre cada pessoa, animal, produto, bem e serviço.

Publicações da Organização Mundial de Saúde (OMS) traduzidas mais adiante:

6 de abril de 2026
A OMS convoca à ação: “Juntos pela saúde. Apoie a ciência.” para marcar o Dia Mundial da Saúde

Cidades se unem para colocar a abordagem Uma Saúde em prática

7 de abril de 2026
A OMS e a França transformam a visão de Uma Saúde em ação com novas iniciativas de alto impacto

8 de abril de 2026
Fortalecendo a abordagem Uma Saúde por meio de ações coordenadas em implementação, ciência, políticas e financiamento

9 de abril de 2026
Declaração Conjunta da Força-Tarefa Conjunta de Aprendizagem sobre Uma Só Saúde da FAO/OMS/WOAH

Primeiro Fórum da OMS reúne mais de 800 Centros Colaboradores para uma colaboração científica mais forte

OMS convoca à ação: “Juntos pela saúde. Apoie a ciência.” para marcar o Dia Mundial da Saúde
06.Abr.2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) convoca, hoje, pessoas de todo o mundo a renovarem seu compromisso de trabalhar juntas e apoiar a ciência como os 2 motores que impulsionam uma saúde melhor, sob o tema do Dia Mundial da Saúde, de 2026: "Juntos pela saúde. Apoie a ciência". A campanha marca o aniversário da fundação da OMS, em 07.Abr.1948, lançando uma campanha de saúde pública de 1 ano. A saúde humana foi profundamente transformada ao longo do último século, em grande parte devido ao progresso científico e à colaboração internacional. A taxa global de mortalidade materna caiu mais de 40%, desde 2000 e as mortes entre crianças menores de 5 anos foram reduzidas em mais de 50%. Os avanços na tecnologia, no conhecimento e nas habilidades científicas e na colaboração entre diferentes disciplinas, setores e países continuam a transformar desafios de saúde antes fatais - como pressão alta, diagnósticos de câncer/cancro, ou infecção por HIV - em problemas de saúde administráveis, prolongando e melhorando vidas em todo o mundo. No entanto, as ameaças à saúde continuam a crescer, impulsionadas pelos impactos climáticos, pela degradação ambiental, pelas tensões geopolíticas e pelas mudanças demográficas. Esses desafios incluem doenças persistentes e sistemas de saúde sobrecarregados, bem como doenças emergentes com potencial epidêmico, ou pandêmico. Em todo o mundo, milhares de cientistas - juntamente com organizações como a OMS - estão acelerando a pesquisa e desenvolvendo políticas, ferramentas e inovações necessárias para proteger as comunidades hoje e salvaguardar a saúde das gerações futuras.

"A ciência é uma das ferramentas mais poderosas da humanidade para proteger e melhorar a saúde. As pessoas em todos os países vivem, em média, vidas mais longas e saudáveis ​​hoje do que seus ancestrais, graças ao poder da ciência. Vacinas, penicilina, teoria dos germes, máquinas de ressonância magnética e o mapeamento do genoma humano são apenas algumas das conquistas que a ciência proporcionou e que salvaram vidas e transformaram a saúde de bilhões de pessoas." - disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde.
A ciência por trás do progresso na saúde

As inovações científicas são mais eficazes quando são amplamente adotadas e utilizadas. Cada sucesso na melhoria da saúde humana reflete o trabalho coletivo e a colaboração de organizações científicas, formuladores de políticas, profissionais de saúde e o público. Por exemplo:

antes da anestesia moderna, a cirurgia significava uma dôr inimaginável. Hoje, medicamentos mais seguros, tecnologias acessíveis e especialistas treinados permitem que cirurgias que salvam vidas sejam realizadas enquanto os pacientes dormem confortavelmente. O progresso científico ajudou a democratizar esses avanços, tornando o atendimento cirúrgico seguro acessível em todo o mundo, inclusive em muitas comunidades com recursos limitados;

nos últimos 50 anos, os esforços globais de imunização salvaram mais de 154 milhões de crianças de doenças infecciosas. As vacinas contribuíram para uma redução de 40% na mortalidade infantil, com apenas uma vacina - a vacina contra o sarampo - salvando mais de 90 milhões de crianças; e

⬝ o progresso nas tecnologias de triagem precoce está transformando os resultados de saúde. De monitores eletrônicos de pressão arterial à triagem do câncer/cancro de mama por meio da mamografia, essas ferramentas se tornaram intervenções que salvam vidas para milhões de pessoas.

Ao longo de seus 78 anos de atuação como coordenadora de organizações científicas globais, a OMS tem estado na vanguarda da transformação científica e da saúde global. Por exemplo:

⬝ durante o surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), em 2003, a OMS coordenou uma rede global de laboratórios que compartilhavam dados em tempo real. Essa colaboração possibilitou a rápida identificação do vírus causador da SARS em 2 semanas, estabelecendo um modelo global para detecção e resposta a surtos que continua sendo utilizado até hoje;

em 2009, a OMS desenvolveu formulações de álcool em gel para as mãos e promoveu sua adoção global em ambientes de saúde. Essa inovação, juntamente com estratégias relacionadas à prevenção de infecções, ajuda a proteger milhões de pacientes e profissionais de saúde em todo o mundo contra infecções e complicações, inclusive durante a pandemia de COVID-19; e

⬝ a OMS identifica continuamente desafios emergentes à saúde humana, reunindo cientistas e formuladores de políticas de ponta para desenvolver normas e padrões que protejam as comunidades. Por exemplo, as diretrizes globais da OMS sobre qualidade do ar definem os níveis de qualidade do ar necessários para proteger a saúde de riscos como infecções respiratórias, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e câncer de pulmão. Os padrões da OMS para água potável garantem que a água das nossas torneiras seja segura, ajudando a prevenir doenças diarreicas, incluindo doenças mortais como a cólera.

Apoiar a ciência por um futuro mais saudável

Em consonância com o tema do Dia Mundial da Saúde, de 2026, a OMS e a Presidência Francesa do G7 estão organizando uma Cimeira "Uma Saúde" em Lyon, França, de 05 a 07.Abr.2026, reunindo Chefes de Estado, cientistas e líderes comunitários para fortalecer a ação coordenada. A OMS sediará o Fórum Global de sua rede de Centros Colaboradores, de 07 a 09.Abr.2026, com representantes de mais de 800 instituições acadêmicas e de pesquisa de mais de 80 países. Esses Centros apoiam o trabalho da OMS em pesquisa, assistência técnica e capacitação em todo o mundo.

"A ciência transforma a incerteza em compreensão e revela os caminhos para proteger e curar nossas comunidades. Sem a clareza da investigação científica rigorosa, corremos o risco de sermos guiados por preconceitos e equívocos - e com muita frequência, por tratamentos que falham ou até mesmo nos colocam em risco. Hoje, devemos nos unir à ciência para que nossa colaboração seja sustentada, apoiada e aprimorada para uma melhor saúde das gerações futuras."disse a Dra. Sylvie Briand, Cientista-Chefe da OMS
A OMS enfatiza que a ciência deve continuar a orientar a tomada de decisões em saúde em todos os níveis. A OMS e seus parceiros geram e traduzem evidências em uma ampla gama de prioridades de saúde, desde doenças infecciosas e condições crônicas até saúde mental, nutrição e riscos ambientais, apoiando os países na prestação de cuidados eficazes e equitativos. As conquistas na saúde global mostram que, quando os países se unem em torno da ciência, eles não apenas respondem às crises com mais eficácia, mas também constroem sistemas de saúde mais fortes e equitativos para o futuro. A OMS convoca governos, instituições e indivíduos a continuarem apoiando e colaborando com a ciência e garantindo que as abordagens baseadas em evidências orientem as políticas de saúde e as decisões cotidianas.--FIM DA TRADUÇÃO

Cidades se unem para colocar a abordagem "Uma Saúde" em prática
06.Abr.2026


Prefeitos e altos representantes de autoridades locais de todo o mundo reuniram-se hoje em Lyon para lançar uma coalizão internacional de cidades comprometidas com a implementação da abordagem "Uma Saúde" em nível local, durante a Cimeira "Uma Saúde", sediada na França. O Fórum Internacional de Líderes Locais sobre "Uma Saúde", coorganizado pela OMS como evento parceiro oficial da Cimeira "Uma Saúde", reuniu aproximadamente 50 Prefeitos e altos funcionários locais representando cidades em 5 continentes. As apresentações mostraram a amplitude dos desafios da abordagem "Uma Saúde" que as cidades enfrentam, desde governança urbana e transição climática, em Lyon e Port Moresby, até gestão da qualidade do ar, em Casablanca, governança baseada na biodiversidade, em Curridabat e sistemas integrados de saúde urbana e alimentação, em Montpellier. Perspectivas também foram apresentadas por cidades como Akonolinga, Apartadó, Paris, Singapura, Marselha, Izmir, Liège, Bouaké e Lahti. O Fórum concluiu com um debate moderado que identificou prioridades compartilhadas, desafios e caminhos para ação coletiva na construção de comunidades mais saudáveis ​​e resilientes. O principal resultado do Fórum é a criação de uma coalizão internacional de cidades. A coalizão, que visa unir cerca de 15 cidades por um período inicial de 3 anos, facilitará o intercâmbio entre pares, apoiará projetos-piloto inovadores e produzirá conhecimento, ferramentas e indicadores operacionais de acesso livre. O Fórum também contou com o compartilhamento do guia metodológico "Uma Saúde para Cidades", um recurso prático para ajudar autoridades locais e regionais a elaborar estratégias, estabelecer mecanismos de governança e integrar considerações de equidade em suas políticas de "Uma Saúde".

Aprendizagem e capacitação para cidades

O Fórum é uma iniciativa fundamental do programa "Cidades Saudáveis" da Academia da OMS, reunindo prefeitos, representantes de cidades e parceiros de todo o mundo para apresentar implementações locais concretas, identificar barreiras sistêmicas e promover ações coletivas em "Uma Saúde" em contextos urbanos. Ao co-organizar este Fórum com parceiros e unidades técnicas da OMS, a Academia da OMS contribui ativamente para conectar os compromissos políticos globais com a ação local, garantindo que as cidades estejam equipadas, conectadas e capacitadas para implementar abordagens de "Uma Saúde" na prática. Para esse fim, o Fórum apresentou uma série de recursos de aprendizagem da Academia da OMS e suas conclusões irão orientar diretamente a elaboração de um programa prático de aprendizagem para cidades e territórios. O evento encerrou com uma recepção oficial oferecida pelo Prefeito de Lyon na Prefeitura de Lyon, proporcionando um espaço para diálogo entre prefeitos e parceiros institucionais. A Cimeira Uma Saúde, convocada sob a Presidência francesa do G7 e coincidindo com o Dia Mundial da Saúde, é a 1ª cimeira desse tipo, a reunir chefes de Estado e de governo, juntamente com organizações internacionais, parlamentares, cientistas, o setor privado, a sociedade civil, autoridades locais e jovens, para acelerar a implementação da abordagem Uma Saúde em nível global.--FIM DA TRADUÇÃO

OMS e França transformam a visão de Saúde Única em ação com novas iniciativas de alto impacto
07.Abr.2026


No Dia Mundial da Saúde, líderes globais reuniram-se na França para a histórica "Cimeira de Saúde Única", onde a Organização Mundial da Saúde (OMS) e seus parceiros anunciaram uma nova onda de ações concretas para melhor proteger as pessoas, os animais e o planeta de futuras crises de saúde. Sediada pela França, a Cimeira representa um grande passo em frente na transformação da abordagem de Saúde Única - que reconhece a profunda interligação entre a saúde humana, a saúde animal e o meio ambiente - em ações concretas. O tema do Dia Mundial da Saúde deste ano, "Juntos pela saúde. Apoie a ciência", deu o tom dos anúncios. A urgência não poderia ser mais clara. Mudanças climáticas, degradação ambiental, alimentos inseguros, contaminação da água, perda de biodiversidade e acesso desigual à saúde estão entre os desafios mais prementes que o mundo enfrenta, hoje. Cerca de 60% das doenças infecciosas conhecidas em humanos têm origem em animais e cerca de 75% das doenças infecciosas emergentes são zoonóticas. A pandemia de COVID-19, por si só, resultou em cerca de 15 milhões de mortes e causou perdas econômicas de trilhões de dólares em todo o mundo, em 2020-2021Para prevenir a próxima crise antes que ela comece, a OMS e seus parceiros globais estão fortalecendo a abordagem "Uma Saúde" - reunindo especialistas das áreas da saúde, agricultura, meio ambiente e ciência para detectar riscos precocemente e responder mais rapidamente.
"A saúde das pessoas, dos animais e do meio ambiente que compartilhamos estão intrinsecamente interligadas, e não podemos proteger um sem proteger os três. A abordagem 'Uma Saúde' reúne especialistas para trabalhar de forma transversal entre diferentes áreas e setores, a fim de prevenir e responder a ameaças com mais eficácia. A OMS agradece à França por sediar esta Cúpula e reafirma seu compromisso de trabalhar com parceiros e países para transformar o compromisso em ação e acelerar o progresso global para os seres humanos, os animais e o nosso planeta."disse Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS.
Como anfitriã da Cimeira "Uma Saúde", a França reafirmou sua liderança e seu compromisso com o avanço da abordagem "Uma Saúde", defendendo a cooperação internacional, as parcerias científicas globais e catalisando soluções práticas.
"A saúde das pessoas, dos animais e do meio ambiente que compartilhamos está intrinsecamente ligada à OMS e não podemos proteger um sem proteger os 3. A abordagem 'Uma Saúde' reúne conhecimentos especializados para trabalhar de forma transversal entre diferentes setores e áreas, a fim de prevenir e responder a ameaças com mais eficácia. A OMS agradece à França por sediar esta Cimeira e reafirma seu compromisso de trabalhar com parceiros e países para transformar o compromisso em ação e acelerar o progresso global em prol dos seres humanos, dos animais e do nosso planeta." - disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS.
Como anfitriã da Cimeira "Uma Saúde", a França reafirmou sua liderança e seu compromisso com o avanço da abordagem "Uma Saúde", promovendo a cooperação internacional, as parcerias científicas globais e catalisando soluções práticas.

"A Saúde Única não se trata apenas de proteger a saúde, mas de reconhecer que vivemos como um único sistema, onde o bem-estar dos seres humanos, dos animais e do meio ambiente é inseparável. A França está determinada a transformar a Saúde Única em realidade, trabalhando com a Organização Mundial da Saúde e nossos parceiros globais para prevenir a próxima crise antes que ela comece. A ciência deve guiar nossas ações e a cooperação deve ser a nossa força."afirmou Emmanuel Macron, Presidente da República Francesa. “
Reunindo Chefes de Estado, ministros, especialistas e formuladores de políticas, a Cúpula destacou como os esforços coordenados fortalecem o diálogo internacional e mobilizam parceiros públicos e privados para um objetivo comum. Os resultados da Cúpula irão subsidiar as discussões internacionais em andamento - incluindo o G7 - sobre preparação e respostas coordenadas a ameaças à saúde na interface entre humanos, animais e ecossistemas.

A OMS anuncia 4 grandes ações da iniciativa Uma Saúde

Unindo forças com parceiros globais, a OMS delineou as seguintes ações específicas:

1. Uma nova rede global de instituições sobre Uma Só Saúde | A OMS planeja lançar uma nova Rede Global de Instituições de Uma Saúde para alcançar os objetivos do Plano de Ação Conjunto de Uma Saúde e convidará os parceiros quadripartidos a participar. Essa nova iniciativa visa mobilizar conhecimento multidisciplinar e fornecer apoio mais forte e coordenado aos países. Ela aprimorará a tradução das diretrizes globais em ferramentas práticas e apoio no terreno, fortalecendo o treinamento e a aprendizagem entre pares por meio da Academia da OMS e outras instituições relevantes, criando um modelo de implementação mais claro e focado no país para a implementação da iniciativa Uma Saúde.

2. Ciência mais robusta para orientar a ação global | A OMS e os parceiros quadripartidos anunciaram a extensão e a expansão do Painel de Especialistas de Alto Nível em Uma Saúde (OHHLEP)...


... o principal órgão consultivo científico mundial sobre Uma Saúde. Seu mandato agora vigorará até 2027, com uma nova fase planejada para 2027–2029, reforçando seu papel em 3 áreas prioritárias: 

: na definição da agenda global de pesquisa
: no apoio ao Plano de Ação Conjunto de Saúde Única
: na promoção de ações de defesa de alto nível fundamentadas na ciência e em evidências.

3. Um novo esforço para eliminar a raiva até 2030 | A OMS, a Organização Mundial de Saúde Animal e o Instituto Pasteur lançaram uma iniciativa global renovada para eliminar as mortes por raiva transmitida por cães em humanos, até 2030 - uma doença que ainda mata quase 60.000 pessoas por ano, muitas delas crianças. Liderada pelos países endêmicos, a iniciativa irá aprimorar e fortalecer o compromisso político e a vigilância e pesquisa baseadas na comunidade, usando a eliminação da raiva como modelo para fortalecer sistemas mais amplos de vigilância e preparação da abordagem "Uma Saúde".

4. Uma estratégia unificada para enfrentar as ameaças da gripe aviária | A OMS e seus parceiros quadripartidos apresentaram um novo Quadro Estratégico de Colaboração sobre a gripe aviária. O quadro fortalece a coordenação em vigilância, avaliação de riscos, preparação e resposta, ajudando os países a migrarem de ações fragmentadas para uma estratégia unificada de "Uma Saúde", abordando os impactos mais amplos da gripe aviária na saúde pública, segurança alimentar, meios de subsistência e biodiversidade.

OMS liderará a coordenação global da abordagem "Uma Saúde"

A OMS também assumirá a presidência da colaboração quadripartite, assumindo um papel de liderança ampliado para a ação global coordenada ao lado da FAO, da WOAH e do PNUMA. Sob a presidência da OMS, a parceria quadripartite priorizará a geração de impacto mensurável em nível nacional, a simplificação da governança e o alinhamento de esforços em torno de um conjunto focado de prioridades de alto impacto, ao mesmo tempo em que fortalecerá ainda mais a defesa de direitos, o estabelecimento de normas e a geração de evidências.

Abertura do Fórum Global de Centros Colaboradores

Paralelamente à Cúpula, a OMS dará início ao seu primeiro Fórum Global de Centros Colaboradores da OMS (CCs), que acontecerá de 07 a 09.Abr.2026. O Fórum reunirá representantes de alto nível, incluindo o Ministro da Saúde da França, bem como ministros da Alemanha, Indonésia e África do Sul, juntamente com mais de 800 CCs da OMS de mais de 80 países. O Fórum Global servirá como uma plataforma voltada para o futuro, a fim de aprofundar a colaboração entre as principais instituições acadêmicas e de pesquisa do mundo, acelerando a inovação científica, o compartilhamento de dados, a pesquisa coordenada e o desenvolvimento de capacidades. Tanto a Cimeira de Saúde Única, quanto o Fórum Global dos Centros Colaboradores da OMS, transmitem uma mensagem clara: enfrentar os complexos desafios de saúde da atualidade exige uma cooperação multilateral mais forte, maior investimento em ciência e esforços contínuos para traduzir a abordagem de Saúde Única em ações concretas nos níveis global e local.--FIM DA TRADUÇÃO

Fortalecendo a abordagem "Uma Só Saúde" por meio de ações coordenadas em implementação, ciência, políticas e financiamento
08.Abr.2026


Hoje, a 4ª Reunião Executiva Quadripartite Anual será realizada em Lyon, França, nos dias 08 e 09.Abr.2026. O encontro terá como foco a prevenção de futuras crises de saúde por meio de sistemas mais integrados para a gestão da saúde de animais, humanos, plantas e ecossistemas. Prevenir futuras crises de saúde exige ações urgentes e coordenadas que reconheçam as profundas interconexões entre a saúde de pessoas, animais, plantas e ecossistemas. À medida que os desafios globais se intensificam - incluindo doenças infecciosas emergentes, resistência antimicrobiana, degradação ambiental, perda de biodiversidade e mudanças climáticas –, esse trabalho coordenado entre a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OMS) - também conhecido como abordagem "Uma Saúde" - torna-se cada vez mais importante.
"A saúde dos seres humanos, dos animais e do meio ambiente estão intrinsecamente interligadas e não podemos proteger 1 sem proteger as 3. A OMS tem a honra de assumir a presidência da Parceria Quadripartite em um momento crítico para a saúde global. Em um período de desafios crescentes e interconectados, a parceria Quadripartite é mais importante do que nunca para reunir conhecimentos especializados em saúde humana, animal, vegetal e ambiental, a fim de impulsionar uma ação global coordenada por meio de uma abordagem integrada de Saúde Única." - afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS.


... a Parceria Quadripartite está avançando em 4 áreas prioritárias interdependentes:

Avançando na implementação em nível nacional: Traduzir os compromissos em ações continua sendo uma prioridade central. A Parceria Quadripartite continua apoiando os países na operacionalização da abordagem de Saúde Única por meio do fortalecimento da coordenação multissetorial, dos processos de planejamento nacional e do desenvolvimento de capacidades. Ampliar a implementação é fundamental para alcançar um impacto tangível e mensurável;

Fortalecimento da ciência, das evidências e da troca de conhecimento: A eficácia da abordagem "Uma Saúde" depende de evidências científicas robustas e dados integrados entre os setores. A Quadripartite está fomentando a colaboração com a comunidade científica, fortalecendo os sistemas de dados e promovendo o uso de evidências para fundamentar a tomada de decisões, orientar intervenções e monitorar o progresso;

Aprimoramento do engajamento político e da governança: O compromisso político sustentado e a governança forte são essenciais para incorporar a abordagem "Uma Saúde" às ​​agendas nacionais e internacionais. A Quadripartite está apoiando os países no desenvolvimento de estruturas políticas favoráveis, no fortalecimento dos mecanismos de coordenação intersetorial e na promoção de abordagens coerentes entre ministérios e setores;

Mobilização de financiamento sustentável para a abordagem "Uma Saúde": O financiamento adequado e coordenado é necessário para sustentar a implementação e ampliar o impacto. A Quadripartite está trabalhando com governos e parceiros para fortalecer as estruturas de investimento, alinhar recursos e apoiar os países na integração da abordagem "Uma Saúde" aos orçamentos nacionais e às estratégias de desenvolvimento.

Juntas, essas prioridades permitem que os países previnam riscos na origem, detectem ameaças emergentes precocemente e respondam eficazmente às ameaças à saúde, ao mesmo tempo que constroem sistemas resilientes. Sistemas de vigilância e alerta precoce reforçados, sistemas alimentares e agrícolas resilientes, ecossistemas saudáveis ​​e serviços robustos de saúde pública e veterinária são componentes essenciais dessa abordagem. A expansão da abordagem "Uma Saúde" exige um compromisso contínuo em todas as 4 áreas. O Grupo Quadripartite convoca governos, instituições financeiras internacionais, parceiros de desenvolvimento e o setor privado a apoiarem ações integradas, fortalecendo a implementação, investindo em ciência e dados, reforçando a governança e as estruturas políticas e garantindo financiamento sustentável. Avançar com a abordagem "Uma Saúde" é essencial para reduzir os riscos na interface humano-animal-ambiente e para construir sociedades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis. As organizações do Grupo Quadripartite reafirmam seu compromisso de trabalhar em conjunto e com parceiros em todo o mundo para promover ações coordenadas, impactantes e sustentáveis ​​em prol da "Uma Saúde".--FIM DA TRADUÇÃO

Declaração Conjunta FAO/OMS/WOAH Força-Tarefa Conjunta de Aprendizagem em Saúde Única
09.Abr.2026


A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) anunciam conjuntamente a criação da Força-Tarefa Conjunta FAO/OMS/WOAH de Aprendizagem em Saúde Única, um mecanismo de coordenação dedicado ao fortalecimento da capacidade da força de trabalho em Saúde Única, em apoio à implementação eficaz da abordagem em Saúde Única nos níveis global, regional e nacional. A Força-Tarefa responde à crescente necessidade de capacitar os profissionais de saúde humana, animal, vegetal e ambiental com as competências transversais e específicas de cada profissão necessárias para prevenir, prever, detectar e responder a ameaças complexas à saúde na interface humano-animal-ambiente. A Força-Tarefa Conjunta de Aprendizagem em Saúde Única adota uma abordagem baseada em competências e centrada no aluno, apoiando, tanto a integração dos princípios da Saúde Única na educação formal, quanto a oferta de oportunidades de aprendizagem ao longo da vida que permitam aos profissionais enfrentar os desafios atuais e emergentes. O Grupo de Trabalho aproveita e conecta os pontos fortes complementares da Academia de Aprendizagem Online da FAO e dos Centros Virtuais de Aprendizagem, da Academia da OMS e da Plataforma de Treinamento WOAH, com base em programas bem-sucedidos já existentes, promovendo inovação, flexibilidade e capacidade de resposta às necessidades nacionais e regionais. Ao fazer isso, apoia a tradução dos princípios da Saúde Única em ações práticas e implementação. Em consonância com seus Termos de Referência, o Grupo de Trabalho visa:

Apoiar a implementação da Saúde Única, fornecendo assessoria técnica sobre o desenvolvimento de programas conjuntos de treinamento e iniciativas de aprendizagem em Saúde Única;

 Aprimorar o engajamento multissetorial, fomentando a colaboração inclusiva com governos, organizações internacionais, academia, sociedade civil e setor privado;

 Melhorar a harmonização de abordagens, terminologia, orientações e ferramentas de aprendizagem para reduzir a fragmentação e apoiar ações coerentes em Saúde Única;

 Aumentar a sinergia e o impacto, coordenando esforços conjuntos, combinando recursos e conhecimento para maximizar a eficácia e a escalabilidade das intervenções em Saúde Única.

Para garantir agilidade e eficácia, a Força-Tarefa reúne recursos técnicos, pedagógicos, tecnológicos, intelectuais e financeiros, promove o uso combinado de plataformas e ferramentas existentes nos níveis regional e nacional, maximizando o valor para os membros. Por meio desta iniciativa, a FAO, a OMS e a WOAH reafirmam seu compromisso conjunto de fortalecer a implementação da abordagem "Uma Saúde" por meio do desenvolvimento da força de trabalho, reconhecendo que uma força-de-trabalho qualificada, colaborativa e empoderada é a pedra angular de sistemas de saúde resilientes e melhores resultados para humanos, animais, plantas e o meio ambiente.--FIM DA TRADUÇÃO

Primeiro Fórum da OMS reúne mais de 800 Centros Colaboradores para uma colaboração científica mais forte
09.Abr.2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou o 1° Fórum Global de Centros Colaboradores - uma das maiores e mais diversas redes de saúde pública do mundo - reunindo representantes de mais de 800 instituições designadas como Centros Colaboradores da OMS (CCs) em mais de 80 países. Na reunião, cientistas destacaram as ameaças à saúde que emergem no mundo fragmentado de hoje - desafios que não apenas criam uma necessidade urgente de ação, mas também abrem novas oportunidades para mobilizar esforços em busca de melhores soluções de saúde. O Fórum concluiu, hoje, com um renovado senso de compromisso em toda a ampla rede, indo além de projetos científicos rígidos em direção a parcerias mais dinâmicas e integradas. Enraizada em uma das principais funções constitucionais da OMS, a rede de Centros Colaboradores fortaleceu os fundamentos científicos da Organização desde seus primórdios. Em 1949, a 2ª Assembleia Mundial da Saúde afirmou que a OMS deveria promover a pesquisa em saúde, não criando suas próprias instituições, mas coordenando, apoiando e aproveitando a experiência existente em todo o mundo. Ao longo dos últimos 77 anos, a rede de Centros Colaboradores da OMS expandiu-se para incluir muitas das principais instituições mundiais de saúde pública, acadêmicas, de pesquisa e técnicas. Hoje, ela continua sendo um recurso valioso, fortalecendo as normas e padrões globais da OMS, apoiando a inovação, a pesquisa colaborativa e o desenvolvimento de capacidades, ajudando a transformar o conhecimento científico em ações que salvam vidas em todo o mundo.
"A rede de Centros Colaboradores da OMS é um recurso imensamente valioso, porém subutilizado, para a saúde global. Ela reúne as principais instituições do mundo para traduzir evidências em ações que apoiem os países, fortaleçam os sistemas de saúde e protejam as populações. Os Centros Colaboradores são uma poderosa demonstração de cooperação internacional e do que significa apoiar a ciência." - disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS.
O Fórum Global aproveita o momento e está alinhado com a Cúpula Internacional de Saúde Única, que reúne líderes de diversas áreas da saúde humana, animal e ambiental. É também um evento central da campanha do Dia Mundial da Saúde 2026, sob o tema "Juntos pela saúde. Apoie a ciência".
"A ciência está no centro de tudo o que fazemos para proteger e melhorar a saúde. A rede global de centros colaboradores da OMS representa uma concentração extraordinária de conhecimento científico e liderança em saúde pública. Juntos, eles formam uma força poderosa para o conhecimento, a inovação e a ação. Em um momento de crescentes desafios globais à saúde, esse espírito de colaboração científica confiável não é apenas valioso - é indispensável para proteger vidas e moldar um futuro mais saudável para todos." - disse Sylvie Briand, Cientista-Chefe da OMS.
A OMS também está expandindo sua comunidade global de Centros Colaboradores para enfrentar as ameaças emergentes à saúde com maior força e união. Uma iniciativa fundamental é a criação dos CORCs (Consórcios Colaborativos de Pesquisa Aberta) - redes de instituições de pesquisa líderes que reúnem milhares de cientistas em todo o mundo. Sua missão é ousada e essencial: acelerar o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e tratamentos para a Doença X - o patógeno desconhecido que pode desencadear a próxima pandemia. Ao unirem forças, as redes visam construir a preparação científica da qual o mundo dependerá quando esse momento chegar. Os participantes do Fórum Global enfatizaram que uma forte cooperação internacional continua sendo essencial, principalmente em meio às reduções no financiamento global da saúde. Respostas globais coordenadas, investimento coletivo e colaboração são cruciais para evitar que crises de saúde locais se transformem em emergências globais. A OMS anunciou que o próximo Fórum Global será realizado em 2027 para fortalecer ainda mais essa plataforma histórica de colaboração.--FIM DA TRADUÇÃO


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